Sermão preparado pelo pastor Jim Witteveen
Leitura: Miquéias 06.01-16
Texto: Tiago 01.19-27

Amada Congregação do Nosso Senhor Jesus Cristo:

Uma coisa que a maioria de nós faz antes de sairmos de nossa casa, especialmente se for para uma reunião importante, uma reunião de negócios, ou até uma visita com amigos, é reservar algum tempo para o auto-exame. Não estou falando sobre o tipo de auto-exame que somos chamados a fazer em nossa forma para a Santa Ceia, ou o auto-exame que deveríamos fazer ao longo da nossa vida – estou falando sobre auto-exame física.

Tomamos banho, nos vestimos, e vamos para o espelho. Arrumamos nosso cabelo, se tivermos cabelo, as mulheres podem procurar maquiagem, checamos nossos dentes para ter certeza de que nada de impróprio está neles. Tendo feito isso, consertamos qualquer coisa que possa precisar de conserto, e saímos.

O que não fazemos é olhar para nós mesmos no espelho, ver um pedaço de espinafre preso em nossos dentes, e virar e sair da casa sem ter feito nada a respeito. Corretamente pensamos que isso seria tolice. O espelho é ferramenta, na verdade, e para usar essa ferramenta da maneira certa, precisamos agir depois de usá-la.

É como a imagem que Tiago nos dá nos últimos versículos da introdução da sua carta, nesta passagem. Na época em que Tiago escreveu sua carta, os espelhos não eram o que são hoje. Hoje todos nós temos espelhos – em nosso quarto, nosso banheiro, nosso carro, e alguns de vocês podem até ter um na sua bolsa. E esses espelhos dão uma imagem muito precisa de como nos parecemos; não temos que forçar nossos olhos para obter um reflexo razoável de nossa aparência. Mas nos dias de Tiago, os espelhos não eram tão comuns como são agora, e a maioria dos espelhos eram feitos de metal polido – só podiam dar uma imagem muito mais vaga e distorcida da aparência de uma pessoa do que os espelhos de hoje.

Mas a cena que Tiago cria é ainda mais absurda do que o exemplo que dei. Ele fala de uma pessoa olhando atentamente para seu rosto natural, o rosto que Deus lhe deu, num espelho. Ela não está dando uma olhada rápida; ela não sai correndo da casa para um encontro – ela olha para a imagem do seu rosto no especlho, pensa, passa o tempo focando no que vê. Mas então, tendo feito isso, ela vai embora. Ela deixa o espelho e sua imagem para trás, e imediatamente depois, ela esquece o que é que ela estava olhando. Ela esquece completamente o que parece. Ela tem o espelho, ela vê a imagem de si mesmo no espelho, mas ela não faz nada com o conhecimento que ela recebeu desta ferramenta.

Tiago está chegando ao cerne de sua mensagem, o ponto central de toda a sua carta. Ele está nos chamando não apenas para sermos ouvintes da Palavra, mas para sermos praticantes dela. Não podemos apenas ouvir a Palavra, não podemos apenas ler a Bíblia, ouvir sermões, pensar nas coisas certas, concordar com a cabeça nos lugares certos, talvez dizer “Amém!”, e então, simplesmente ir embora, inalterados. O verdadeiro cristianismo é fé vivida. Fé que funciona. É eminentemente prático. Não é tão complicado assim.

Então esta noite veremos o que significa ser praticante da Palavra e não apenas ouvinte. Como devemos viver nossa fé no nosso dia a dia? E em segundo lugar, como podemos viver nossa fé em nossa vida diária?

Tiago faz suas exortações práticas, seu ensinamento simples, direto, sobre a vida cristã prática, nos versículos antes e depois essa imagem central nos versículos 24 e 25, a imagem do homem olhando para si mesmo no espelho. Seu ensinamento não é novo. Ele está simplesmente construindo sobre o que o Antigo Testamento já havia ensinado claramente. Mas ele sabe disso: os “amados irmãos” que ele está escrevendo precisam ouvir essa mensagem novamente. Ele vai dizer algumas coisas difíceis. Ele vai usar linguagem forte. Ele está prestes a lançar um aviso sério contra a fé inútil e inoperante, em termos inequívocos.

Ele vai dizer aos seus leitores, ele vai nos dizer, que se nós não vivermos de uma certa maneira, se não respondermos ao que ouvimos de uma certa maneira, nossa religião é absolutamente inútil. Não tem sentido. Não é bom para nós, não é bom para ninguém, e certamente não vai agradar a Deus. Mas ele ainda está falando conosco como seus “amados irmãos.” Ele não está falando com pessoas que não conhecem o Senhor. Ele não está falando com incrédulos. Ele fala para aqueles que têm a Palavra implantado neles, a poderosa mensagem do Evangelho.

Mas ele não está dando uma mensagem para agradar os ouvidos das pessoas. Ele está nos alertando que precisamos ser muito cuidadosos com a forma como vivemos, porque a verdadeira fé é muito mais do que passar pelos movimentos certos. É muito mais do que dizer que você acredita nas coisas certas. É muito mais do que ir à igreja nos domingos, ler a Bíblia, cantar os salmos e ouvir o sermão. Significa colocar essas coisas em prática, em toda a vida.

E a primeiro área que Tiago aborda é nossos relacionamentos pessoais – como comunicamos com os outros – como falamos, como ouvimos, e como agimos quando estamos ofendidos. Há três coisas que cada um de nós precisa fazer: precisamos ser prontos para ouvir, tardios para falar, e tardios para nos irar. Encontramos a mesma mensagem no Antigo Testamento, Provérbios 17.27-28:

“Quem retém as palavras possui o conhecimento, e o sereno de espírito e homem de inteligência. Até o estulto, quando se cala, é tido por sábio, e o que cerra os lábios, por sábio.”

É a mensagem de Eclesiastes 5.1-2:

“Guarda o pé, quando entrares na Casa de Deus; chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal. Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu, na terra; portanto, sejam poucas as tuas palavras.”

Seja tardio para falar. Para a maioria de nós, isso não vem facilmente. Frequentemente falamos sem realmente considerar o que estamos dizendo. Não pesamos nossas palavras, e as consequências que resultarão de dizer o que vamos dizer. Não consideramos se nossas palavras serão prejudiciais para alguém. Não consideramos se nossas palavras vão prejudicar a reputação de alguém. Não consideramos se nossas palavras realmente edificarão alguém – ou a pessoa com quem estamos falando, ou a pessoa de quem estamos falando. Ser tardio para falar significa que precisamos refrear a língua.

Então: se você não quer que sua religião seja inútil, se você não quer que sua religião seja apenas algo superficial, sem sentido, seja tardio para falar. Pense antes de falar. Considere suas palavras com cuidado. Guarde sua língua.

E junto com isso vem a admoestação para ser pronto para ouvir. Ouça o que outras pessoas têm a dizer. Deus usa as pessoas com quem falamos para fazer seu trabalho. Ele fala através delas. Esteja pronto para ouvir. Considere com cuidado o que as outras pessoas têm a dizer. Procure entendimento. Dê a eles a atenção que você gostaria de receber. Dê às suas palavras a consideração que você quer que elas dêem às suas palavras. Muitas vezes, especialmente numa discussão ou debate, não ouvimos o que a outra pessoa está dizendo. Vemos os lábios se movendo, em certa forma ouvimos o que elas estão dizendo, mas estamos tão ocupados preparando nossa resposta que não ouvimos verdadeiramente. Então seja pronto para ouvir.

E em terceiro lugar, seja tardio para se irar – porque a sua ira não produz a justiça de Deus. É o ensinamento do Senhor Jesus no sermão no monte (Mateus 5.21-22):

“Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará sujeito a julgamento. Eu, porém, vos digo que todo aquele que se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo.”

Irmãos, sabemos que existe algo chamado “ira justa.” Vemos textos como Salmo 4.4, Efésios 4.26, que dizem: Irai-vos e não pequeis. Ao longo da Bíblia encontramos pessoas exercendo essa ira justa, incluíndo o próprio Senhor Jesus. O problema é o seguinte: é fácil nos justificarmos a nós mesmos e imaginar que nossa ira é “ira justa,” e que, se expressarmos essa raiva, estaremos fazendo algo de bom. Somos chamados a ser reflexos de Deus. Somos a imagem de Deus, então imaginamos que nossa raiva, se for dirigida a algo ou alguém que acreditamos ser um objeto apropriada de raiva, de fato trará a justiça de Deus.

Mas: a mensagem completa de Salmo 4.4 é esta: “Irai-vos e não pequeis; consultai no travesseiro o coração e sossegai.” E a mensagem completa de Efésios 4.26-27 é esta:

“Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo.”

A raiva torna muito difícil para nós sermos prontos para ouvir. Quando ficamos com raiva, quando a pressão sobe e a adrenalina começa a percorrer nossas veias, quando temos aquela reação de “luta ou fuga,” nossos cérebros se desligam, paramos de ouvir, e atacamos. E torna impossível para nós sermos “tardios para falar.” Somos dominados por nossas emoções, e as palavras saem fluindo – palavras que doem. Palavras que danificam. Palavras que matam.

Irmãos, isso é fundamental para a verdadeira religião, e, como pessoas que estão sendo renovadas à imagem de Deus, como “amados irmãos,” precisamos nos concentrar em viver nossa fé dessa maneira. Como pessoas que tiveram a Palavra implantadas em nós, aquela Palavra que é capaz de salvar nossas almas, precisamos receber essa Palavra continuamente para lutar contra a raiva, contra a fala apressada, contra a recusa de ouvir.

Nosso Deus é o Deus que comunica. Ele se revela claramente, em Sua criação e na Sua Palavra. Ele nos mostra o que significa ser paciente, ser gentil, e nosso dever é produzir a Sua justiça. Essa é uma das essências da verdadeira religião. Isso é central – não opcional – para viver nossa fé, no dia-a-dia, em todos os nossos relacionamentos. Resumindo: Se você acha que é religioso, e não refreia a língua, se você é rápido para falar, tardio para ouvir, e facilmente ofendido, sua religião é inútil.

Essas são palavras difíceis, e devem ser motivo para todos nós cairmos de joelhos, e buscarmos a força do Senhor para receber a Palavra, a poderosa mensagem do Evangelho, que foi implantado em nós.

Assim, a comunicação – buscando entender uns aos outros; buscando falar clara e pacientemente uns com os outros; guardando nossa língua; controlando nossa raiva – é fundamental para a verdadeira religião. Mas existem maneiras mais básicas de viver a fé verdadeira – que encontramos em versículo 27. Não é uma lista exaustiva, das coisas que precisamos fazer para ser verdadeiros cristãos fiéis – só são alguns exemplos do que significa viver a verdadeira vida cristã. Se você quer que sua religião seja pura e imaculada, o que você deveria fazer? Gastar mais tempo sozinho, meditando e orando? Ouvir mais sermões ou palestras? Ler mais livros cristãos? Passar mais horas em devoções pessoais, o culto doméstico?

Não são esses exemplos que Tiago escolhe. São atividades boas, mas Tiago fala sobre duas atividades muito práticas, e as torna centrais. A verdadeira religião significa sair da casa e visitar órfãos e viúvas. Que não significa simplesmente dizer “Oi,” mas significa cuidar deles. Se preocupar com eles. Procurar ajudá-los, de qualquer maneira possível – seja uma palavra de encorajamento, ou algum tipo de ajuda ou assistência prática. Significa viver o amor que confessamos, das maneiras mais simples e práticas. É fé em ação, ação que é o reflexo do nosso Deus. Dizemos que servimos esse Deus, que queremos ser como Ele. Confessamos nossa fé. Agora temos que vivê-la. E o modo como vivemos é fazendo tudo o que é necessário para fazer o que Ele faz.

Salmo 68.5-6 diz quem é nosso Deus:

“Pai dos órfãos e juiz das viúvas é Deus em sua santa morada. Deus faz que o solitário more em família; tira os cativos para a prosperidade; só os rebeldes habitam em terra estéril.”

Nosso Deus, que se tornou nosso Pai através da obra de Seu Filho Jesus Cristo, é o Pai dos órfãos. Ele é o protetor das viúvas. Ele dá um lar aos solitários. Ele concede a prosperidade aos cativos. Ele se preocupa com aqueles que estão aflitos, aqueles que estão oprimidos, necessitados. Ele fez isso por nós, e agora Ele quer que nós fazermos o mesmo pelos outros.

Este foi um refrão constante dos profetas. Repetidamente eles clamaram contra o povo de Deus, porque eles estavam passando pelos movimentos certos, porque pensavam que poderiam escapar com o mínimo de esforço e ainda permanecer amigos de Deus. Pode dizer que eles pensaram que poderiam ir à igreja no domingo a noite, e isso era suficiente. Mas Isaías disse isso (Isaías 1.11-17):

“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? – diz o SENHOR. Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes para comparecer perante mim, quem vos requereu o só pisardes os meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniquidade associada ao ajuntamento solene. As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou saneado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue. Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas.”

A adoração de Israel era abominação. Em vez de ser aroma agradável ao Senhor, os sacrifícios federam. Em vez de cobrir seus pecados, o sangue dos sacrifícios sujaram as mãos dos adoradores. Deus não queria ter nada a ver com a atividade religiosa deles. Teria sido melhor para essas pessoas se elas fossem honestas e desistissem completamente de sua religião simulada. Porque elas não estavam vivendo a fé. Elas não serviram como reflexo do Deus que supostamente adoraram. Diziam as coisas certas, sim. Passavam pelos rituais certos, sim. Mas sem buscar justiça, sem corrigir a opressão, sem levar justiça aos órfãos, sem pleitear a causa da viúva, a religião delas era total e absolutamente inútil.

Miquéias disse a mesma coisa. As pessoas estavam trazendo os bezerros e carneiros, oferecendo rebanhos de animais e rios de óleo. Mas o que Deus realmente queria? Nada disso foi suficiente. Ele queria corações que se mostravam mudados no estilo da vida do povo! O que é que o Senhor requer? Indo à igreja aos domingos? Orando antes de comer? Lendo a Bíblia algumas vezes durante a semana e recitando uma oração rápida antes de dormir?

Infelizmente, esse é exatamente o tipo de cristianismo que vivemos frequentemente, não é? Mas Miquéias diz claramente:

“Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o SENHOR pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus.”

Pratiques a justiça. Ames a misericórdia. Andes humildemente. Visites os órfãos e as viúvas nas suas tribulações.

Quer ser verdadeiramente religioso? Quer ser verdadeiramente fiel? Quer praticar o que você prega? Então, começa com essas coisas.

Mas há mais uma coisa, mais um aspecto da verdadeira religião. Não é apenas exterior, não é apenas ritual, embora inclua isso. Não é apenas ação, embora seja fundamental para a religião verdadeira e absolutamente necessária. A religião verdadeira significa guardar-se incontaminado do mundo. É a mensagem de Salmo 24.3-4:

“Quem subirá ao monte do SENHOR? Quem há de permanecer no seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente.”

A vida cristã não é apenas o ativismo. É a pureza moral – manter-se incontaminado do mundo. Estamos no mundo – ativos, trabalhando, vivendo os preceitos que o Senhor Jesus nos deu. Mas não somos do mundo. Precisamos nos separar de qualquer coisa que nos faça impuro. É o que Tiago diz em versículo 21 – despojando-vos de toda impureza e acúmulo de maldade, acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantado, a qual é poderosa para salvar a vossa alma.

Tem a ver com pureza de ação, e pureza do coração. Significa valorizar o que Deus valoriza e rejeitar o que o mundo valoriza. A religião pura é a religião do coração, e também a religião da mão. Ter coração puro e trabalhar com as mãos limpas para mostrar ao mundo quem é Deus, quem é Jesus Cristo, e a nova vida a que Ele nos chamou.

Então, agora voltamos para o espelho. O espelho é a lei da liberdade, a lei que traz a liberdade, o evangelho de Jesus Cristo. O espelho é a mensagem que acabamos de ouvir. Tivemos a oportunidade de olhar nesse espelho atentamente. Recebemos a oportunidade de nos examinarmos à luz da Palavra implantada, a Palavra que tem poder, o poder de Deus, do Espírito Santo. Agora, a questão é esta: vamos olhar para o espelho, examinar nosso rosto e depois ir embora, esquecendo imediatamente o que vimos? Seremos ouvintes da Palavra somente, ou seremos praticantes da Palavra?

Como vamos receber essa Palavra? Vamos para a igreja, sentar e ouvir meia hora de fala, mais ou menos, e depois sair inalterados?

Ou seremos como o sábio que Jesus descreve em Lucas 6.47-48?

“Todo aquele que vem a mim, e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante. É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem construída.”

Construa sua casa nessa rocha. Seja ouvinte da Palavra, mas não pare por aí. A audição é importante; ouvindo sermões, lendo a Bíblia, é necessário. Mas não é suficiente! A vida cristã não para por aí. Seja praticante da Palavra. Você se olhou no espelho. Quando você sair desse prédio, não se esqueça de como você é. Você olhou para a lei perfeita, a lei da liberdade. Não seja ouvinte que esquece, mas seja praticante que age.

Amém.

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** Este sermão foi originalmente escrito para uso do pastor e não passou por correção ortográfica ou gramatical.

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Pr. Jim Witteveen

Pastor missionário das igrejas reformadas do Brasil e diretor do Instituo João Calvino.