Sermão preparado pelo pastor Jim Witteveen
Leitura: Lucas 07:01-10; Lucas 08:22-25
Texto: Lucas 04:31-44

Amada Congregação de Nosso Senhor Jesus Cristo,

As passagens que lemos no evangelho de Lucas esta noite têm um único tema em comum – a autoridade do Senhor Jesus. Em Cafarnaum, “muito se maravilhavam da sua doutrina, porque a sua palavra era com autoridade” (4:32). E quando Jesus atirou o demónio de um homem possesso, “todos ficaram grandemente admirados e comentavam entre si, dizendo: Que palavra é esta, pois, com autoridade e poder, ordena aos espíritos imundos, e eles saem?” (4:36). E essa tema, de “autoridade,” volta também em Lucas 7:8, na história do centurião.

E finalmente, em Lucas 8:25, os discípulos responderam com medo e temor quando o Senhor Jesus calmou a tempestade:

“Eles, possuídos de temor e admiração, diziam uns aos outros: Quem é este que até aos ventos e às ondas repreende, e lhe obedecem?”

Essa “autoridade” é descrita com uma outra palavra repetida nessas passagens – a palavra “repreender.” Primeiramente, Ele repreendeu o demónio. Em seguinte, Ele repreendeu a febre da sogra de Pedro. Logo Ele repreendeu muitos demónios. E finalmente, Ele repreendeu a tempestade.

Essas histórias nos ensinam algo muito importante sobre quem Jesus é, e sobre a natureza do ministério de Jesus. Em primeiro lugar, Ele tem autoridade – não somente mais autoridade que os rabinos, mas uma autoridade que existe num nível completamente diferente – a autoridade divina. E em segundo lugar, como o centurião reconheceu, Jesus não somente tinha autoridade, Ele era também sob autoridade. O centurião disse algo um pouco estranho a Jesus:

“Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz.”

Podemos ver, no fim de capitulo 4, que Jesus também era homem sujeito à autoridade. Quando o povo de Cafarnaum tentou impedir Jesus deixasse a cidade, Ele explicou que Ele não era responsável a eles. Ele era, literalmente, responsável a uma autoridade maior – por isso Ele disse:

“É necessário que eu anuncie o evangelho do reino de Deus também às outras cidades, pois para isso é que fui enviado.”

“É necessário para mim” – eu não posso fazer qualquer outra coisa. Não foi uma questão sobre se Jesus queria ficar lá – a questão foi o que o Senhor Jesus precisava fazer. Porque, “Eu fui enviado para fazer isso.” Jesus não veio ao mundo independentemente. Ele era sujeito ao Pai, e à vontade do Pai. O centurião romano reconheceu esse fato, e por isso Jesus respondeu nessa maneira: “Ouvidas estas palavras, admirou-se Jesus dele e, voltando-se para o povo que o acompanhava, disse: Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta.” As pessoas de Israel, repetidamente, tinham maravilhado a Jesus e a sua autoridade. Mas Jesus maravilhou ao centurião. Porque o centurião entendeu: Jesus era homem sob autoridade.

As pessoas de Israel reconheceram que Jesus tinha autoridade. Ele tinha autoridade sobre o mundo dos espíritos. Ele não tinha que usar qualquer tipo de fórmula. Ele não tinha que usar o nome de alguém maior dEle para expulsar os demónios. No deserto, Satanás disse a Jesus que ele tinha a autoridade sobre esse mundo, e que ele daria essa autoridade a Jesus, se Jesus ajoelharia diante dele. Mas esses dois episódios no nosso texto esclarecem que o diabo estava mentindo, ou que ele era iludido. A autoridade do diabo é nada em comparação com a autoridade que o Senhor Jesus mostrou na sua habilidade de expulsar os demónios com uma só palavra.

Os rabinos acreditavam que eles tinham o poder para expulsar os demónios, e geralmente eles fizeram isso invocando o nome de uma das pessoas grandes do antigo testamento – no nome de Abraão, ou Moisés, ou um dos profetas eles expulsavam os demónios. Mas Jesus mostrou evidência de autoridade cósmica – autoridade sobre os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes (Efésios 6:12).

E Ele mostrou a sua autoridade no ensino também. Não somos ditos o conteúdo daquele ensino, mas somos ditos a natureza do ensino. O ensino de Jesus foi tão diferente de todo o ensino que as pessoas tinham ouvido antes que elas estavam espantadas por ele. Porque, distinto dos escribas, distinto dos mestres da lei, Jesus falou na sua própria autoridade – a autoridade que ficou clara para todos que ouviram.

Mas a autoridade de Jesus não foi limitada ao ensino, e ao poder sobre o domínio dos demónios. Ele demonstrou autoridade sobre enfermidades físicas na casa de Simão, quando Ele repreendeu a febre, e imediatamente ela deixou à sogra de Simão. Ele repreendeu a febre como Ele já repreendeu os demónios. A febre não originou com demónios, e o Senhor não estava repreendendo um tipo de espirito maligno de febre, ou alguma coisa assim. Mas aquela febre não foi uma pequena gripe, ou qualquer coisa assim; foi um sintoma grave de uma doença grave. Essa febre foi um exemplo do efeito do pecado no mundo. Lucas diz literalmente que a sogra de Simão estava agarrado pela febre. Era como se a febre a tivesse aprisionado. Mas, no momento da repreensão de Jesus, a febre parou – exatamente na maneira em que os demónios deixou o homem possesso. Ele tinha vindo para pôr em liberdade os oprimidos – e isso foi exatamente o que Ele estava fazendo.

Então, Jesus tinha autoridade em ensinamento – a autoridade daquele que sabia as Escrituras muito bem, porque Ele era o Autor delas, e o sujeito central delas. Ele tinha autoridade sobre os espíritos malignos. Ele tinha autoridade sobre doença física. Mas ele mostraria que Ele tinha autoridade sobre a ordem criada também, sobre as assim chamadas “forças de natureza.” Mais uma vez, Ele mostrou o poder da sua palavra, quando Ele repreendeu os ventos e as ondas do mar. Ele falou com eles como alguém que tinha poder absoluto sobre eles – não em desespero, não somente com esperança que talvez havia algo que Ele poderia fazer sobre a tempestade, mas com confiança completa, e controle completo. A palavra dEle, até direcionada à tempestade, tinha autoridade absoluta.

Aquela autoridade espelhou a obra de separação em criação do SENHOR, escrita em Salmo 104.5-9:

“Lançaste os fundamentos da terra, para que ela não vacile em tempo nenhum. Tomaste o abismo por vestuário e a cobriste; as aguas ficaram acima das montanhas; à tua repreensão, fugiram, à voz do teu trovão, bateram em retirada. Elevaram-se os montes, desceram os vales, até ao lugar que lhes havias preparado. Puseste às aguas divisa que não ultrapassarão, para que não tornem a cobrir a terra.”

E aquela autoridade espelhou o poder do SENHOR sobre o Mar Vermelho no êxodo (Salmo 106.9-11):

“Repreendeu o mar Vermelho, e ele secou; e fê-los passar pelos abismos, como por um deserto. Salvou-os das mãos de quem os odiava e os remiu do poder do inimigo. As aguas cobriram os seus opressores; nem um deles escapou.”

Era essa autoridade que o Senhor Jesus mostrou – autoridade divina, o tipo de autoridade que somente Deus tem sobre cada parte da sua criação.

Mas essa autoridade tinha um outro lado também – a autoridade do Deus Pai sobre o Filho, e a submissão voluntária do Filho ao Pai.

“Pois Ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo,, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Filipenses 2:6-8).

A missão de Jesus era a missão do Pai. Sua agenda era a agenda do Pai. Sua vocação era fazer a vontade do Pai quem lhe mandou.

Quando consideramos todas essas coisas – a autoridade divina de Jesus, sua autoridade única, e o fato que Ele era homem sob autoridade, vemos uma das verdades mais belas, mais incompreensíveis, sobre a natureza do Senhor Jesus Cristo. Ao longo do seu ministério, Ele estava se revelando como o Filho de Deus divino, a segunda pessoa da Trindade, Deus mesmo no corpo humano. Ele não era uma deidade secundaria – Ele é Deus. Mas ao mesmo tempo Ele não é o Pai – Ele é distinto do Pai.

O povo de Israel não entendeu. Os discípulos ainda não entenderam tampouco. A pergunta deles foi, “Quem é esse homem?” Eles somente entenderiam mais tarde, depois de Pentecostes, e o derramamento do Espírito.

E não podemos dizer que o centurião entendeu completamente ainda. Ele provavelmente não entendeu, nas palavras do credo de Atanásio, que Jesus “é Deus, gerado na substância do Pai desde toda a eternidade; é homem porque nasceu, no tempo, da substância da sua Mãe. Deus perfeito e homem perfeito, com alma racional e carne humana. Igual ao Pai segundo a divindade; menor que o Pai segundo a humanidade. E embora seja Deus e homem, contudo não são dois, mas um só Cristo. É um, não porque a divindade se tenha convertido em humanidade, mas porque Deus assumiu a humanidade.”

No entanto, ele sabia, olhando a Jesus com os olhos da fé genuína, que como ele, Jesus era um homem com autoridade, mas que Ele era também, no mesmo tempo, homem sob autoridade.

O centurião liderou os soldados sob ele com autoridade absoluta, e ele comandou seus servos da mesma maneira. Aquele poder não era limitado em nenhuma maneira. E ele reconheceu a mesma coisa em Jesus – sua autoridade absoluta, não somente sobre pessoas, mas sobre tudo. Mas ao mesmo tempo, o centurião tinha que obedecer uma autoridade mais alta dele. E aquela autoridade era uma autoridade absoluta também. Quando o Tribuno acima dele falou, o centurião obedecia.

O centurião, apesar da sua posição, apesar da sua autoridade, era homem humilde. Ele não abordou a Jesus pessoalmente ou diretamente, mas ele mandou alguns anciãos dos judeus para abordar a Jesus em seu nome. A fé desse homem não era completamente formada, mas essa fé era genuína. E ele entendeu algo que os judeus não entenderam. Eles disseram a Jesus que esse homem era digno de um milagre. “Porque ele é amigo do nosso povo, e ele mesmo nos edificou a sinagoga.” Como se isso teria feito qualquer diferença, como se nalguma maneira uma pessoa poderia merecer uma benção do Messias. Mas o centurião confiou, ele se humilhou, e ele reconheceu que o Senhor Jesus estava, de fato, mandado por Deus. Nem mesmo no Israel, que tinha a Palavra de Deus, que tinha as promessas de Deus, que tinha os profetas e os patriarcas, havia fé assim.

Então, como aquele que tinha a autoridade, e como aquele que era sob a autoridade, o Senhor Jesus não poderia simplesmente ficar em Cafarnaum, expulsando cada demónio, curando cada doente, que foi exactamente o que os moradores de Cafarnaum queriam. No fim do sábado, depois o por-do-sol, quando as pessoas estavam livres para carregar cargas, como os doentes e os paralíticos, as pessoas buscaram a Jesus. Ele tinha ido a um lugar isolado fora da cidade para orar – mas eles queriam que Jesus voltar, “e instavam para que não os deixasse.” Eles pensaram que enquanto pessoas doentes permaneceram na comunidade, o trabalho de Jesus não era completo.

Lembre-se: somos ditos sobre as pessoas quem estavam resgatados pelo Senhor Jesus, as pessoas curados por Ele. Mas havia muitas pessoas mais que não tinham sido resgatadas ou curadas. Esses atos maravilhosos de resgate e cura, essas obras incríveis de autoridade sobre cada aspeto de criação, não foram fins em si mesmos. Eles indicaram algo maior, a tarefa mais importante que Jesus tinha que realizar – a tarefa para que Ele tinha sido mandado, a tarefa que Ele era sob autoridade para realizar.

Por isso, Jesus disse ao povo que Ele não poderia, e Ele não iria, permanecer em Cafarnaum. Não porque Ele tinha outras pessoas em outros lugares para curar. Não porque Ele tinha outros demónios para expulsar nas outras cidades e lugares. Mas, porque, Ele disse, “É necessário que eu anuncie o evangelho do reino d Deus também às outras cidades, pois para isso é que fui enviado.” O Senhor Jesus tinha vindo para realizar a vinda do Reino de Deus, o Reino do céu.

As curas, os exorcismos, os milagres, tudo isso era indicador de algo maior, algo sobre que Jesus tinha falado na sua pregação.

Ele tinha sido ungido para evangelizar os pobres – não para providenciar dinheiro àqueles que não tinham o suficiente, mas para dar a vida àqueles que reconheciam a sua própria necessidade desesperada. Ele tinha sido mandado para proclamar libertação aos cativos – não simplesmente para libertar as pessoas das cadeias de doença e opressão demoníaca nessa vida, mas para liberar eles que eram em escravidão ao pecado para sempre. Ele tinha vindo para proclamar restauração da vista aos cegos – não somente para curar eles que eram fisicamente cegos, mas para dar luz aos olhos do coração do povo, para que eles poderiam conhecer as riquezas da herança gloriosa nos santos (Efésios 1:18).

Ele tinha sido mandado para libertar os oprimidos – e aquela opressão foi uma opressão muito maior do que qualquer enfermidade física, e aquela liberdade foi muito maior do que qualquer cura física.

Ele tinha sido mandado para proclamar o ano aceitável do Senhor – e isso não foi somente o ano histórico de Jubileu, quando os escravos estavam libertados, mas a realização da sombra do antigo testamento – redenção verdadeira daqueles que nunca poderiam pagar a divida que eles deveram a Deus.

O Senhor Jesus veio à nação que estava sofrendo, no mundo caraterizado por sofrimento. Os relatos dos evangelhos mostram um nível de atividade demoníaca que poderia ter sido o resultado do conhecimento de Satanás da importância da encarnação de Jesus Cristo. Ele estava trabalhando desesperadamente na batalha contra Deus e contra seu povo, como general de exército enviando reforços a linha da batalha. Os endemoniados estavam assentados nas sinagogas, ouvindo o ensino dos escribas, mas eles permaneceram endemoniados. E como cada geração desde a queda no pecado, havia sofrimento fisico abrangente – pessoas que não podiam ver, que não podiam andar, ouvir, falar; pessoas sofrendo com dores e doenças crônicas.

A autoridade de Jesus, óbvia a todos que experimentaram os milagres, como espectadores ou como participantes, foi autoridade que poderia ter eliminado cada doença, cada enfermidade, cada  possessão por demónios em cada lugar no mundo, imediatamente, com uma só palavra. Mas Jesus não fez isso. Ele não veio para ganhar uma vitória tão pequena. Ele veio para derrotar Satanás permanentemente, para redimir o povo para eternidade, para realizar liberdade eterna. A fim de cumprir o propósito da incarnação, Ele tinha que ir à cruz. Ele precisou obedecer o Pai celeste.

Se uma pessoa foi liberada da opressão dos demónios, ele iria viver talvez quarenta ou cinquenta anos mais, livre daquele horror; mas à parte do derramamento do sangue de Jesus, isso seria tudo que ele receberia. A sogra de Pedro poderia viva por décadas depois da cura da febre. Mas aparte do sacrifício de Cristo, isso seria tudo que ela receberia. Um grupo de pescadores Galileus poderia sido salvo da tempestade, mas se Jesus não tivesse ido à cruz, a salvação deles seria sido limitada somente à resgate de afogamento um dia em particular. Por todas dessas pessoas, havia algo muito mais importante em jogo: o destino eterno.

Irmãos, vivemos no tempo entre a primeira vinda de Cristo e a segunda vinda de Cristo, no mundo quebrado, caraterizado por sofrimento. O inimigo maior tem sido derrotado, mas ele ainda está ativo. Nós ainda lutamos com as forças espirituais de malignidade. Doença, enfermidade, dor – todos nós experimentamos uma forma de sofrimento nessa vida. Não gostamos pensar nisso, mas perigos existem em cada lugar. Um movimento errado, um momento de negligência, um desastre natural, poderia roubar tudo que temos nessa vida, incluindo a vida mesma. No mundo caído, todas essas coisas permanecem.

Mas a nossa esperança em Jesus Cristo não é somente nessa vida. Os ministérios de curas e as cruzadas de milagres perdem o foco aqui, porque eles focam nas pequenas coisas, não nas coisas que são realmente importantes – a vida eterna prometida a todos que aceitarem a mensagem do evangelho proclamado por o Senhor Jesu – arrependa e crê, e você vai com certeza receber a perdão dos pecados e a vida eterna. Submeta a Ele que submeteu ao Pai celeste, e você vai receber a benção última – a vida eterna na presença dEle, uma eternidade de glória e bem-aventurança – nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam (1 Cor. 2:9).

Quando nossa atenção é focada nos problemas e nas lutas da vida, as provações, as dores que são uma parte da vida no mundo caído, quando duvidamos a bondade de Deus e a provisão de Deus porque Ele não remova as coisas que causam o sofrimento aqui e agora, tropeçamos na mesma maneira. Deus pode nos resgatar de todas as lutas dessa vida – sejam lutas físicas, ou emocionais, espirituais, relacionais, financeiras, ou qualquer luta que podemos enfrentar. Ou, por outro lado, Ele poderia não fazer isso, por seu próprio propósito. Não importa qual tipo de luta que experimentamos, existe uma boa razão – o propósito de Deus, que nós não sabemos. Poderíamos ser como o homem na sinagoga de Cafarnaum,  possesso por um demónio – e talvez poderíamos ser resgatados. Ou, poderíamos ser como aqueles que não são mencionados nas Escrituras – aqueles que ainda tinham problemas com espíritos malignos, que ainda tinham febres e doenças.

Mas nós já recebemos algo muito melhor. Somos sob a autoridade do homem sob a autoridade. E esperamos o dia quando iremos receber completamente o que nós já recebemos em parte, quando o Senhor Jesus vai receber completamente os frutos da obra que Ele iniciou durante a encarnação – quando o reino do mundo se torna de nosso Senhor e do seu Cristo, e Ele reinará pelos séculos dos séculos (Apoc.11:15). Quando todas as coisas estarão sujeitas a Jesus (1 Cor. 15:28). Quando a morte, o sofrimento, a dor e a tristeza serão removidos para sempre.

Concentre-se no que é verdadeiramente importante, e não somente nos assuntos menores com quais precisamos lidar nessa vida. Não fique como o povo de Cafarnaum, aqueles que teriam impedido Jesus de sair, porque eles não estavam pensando no quadro geral. Imite o centurião romano, que entendeu quem Jesus era e respondeu em fé. E você vai receber algo muito maior, infinitamente maior, do que qualquer coisa nessa vida.

Amém.

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** Este sermão foi originalmente escrito para uso do pastor e não passou por correção ortográfica ou gramatical.

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Pr. Jim Witteveen

Pastor missionário das igrejas reformadas do Brasil e diretor do Instituo João Calvino.