Sermão preparado pelo pastor Jim Witteveen
Leitura: Isaías 61:01-11
Texto: Lucas 04:01-14

Amada Congregação de Nosso Senhor Jesus Cristo,

Os evangelhos do novo testamento não são simplesmente biografias de Jesus, como nós  pensamos em biografias. Se você ler uma biografia de um personagem famosa, geralmente é escrita cronologicamente – começando com uma explicação da história da família, descrevendo o sujeito como criança e adolescente, contando a história em ordem, até a morte do sujeito. Mas os relatos dos evangelhos são diferentes, porque eles têm um propósito maior, mais importante, que simplesmente contar a história da vida de um indivíduo, ainda um indivíduo importante, influente, ou famoso.

Podemos ver isso no nosso texto.  É o primeiro evento no ministério público de Jesus que Lucas descreve. Se somente tenhamos o evangelho de Lucas, poderíamos ser levado a acreditar que esse foi de fato o primeiro evento público do Messias. Mas se comparar o relato de Lucas sobre Jesus na sinagoga de Nazaré com os relatos de Mateus 13 e Marcos 6, pode ver que esse evento não foi na verdade o primeiro ato público de Jesus depois do seu batismo e sua tentação no deserto. Ele já tinha sido ativo no ministério por mais ou menos um ano antes deste evento.

Podemos ver isso em versículo 23 de nosso texto, onde Jesus se refere aos acontecimentos em Cafarnaum – embora a história do que Jesus fazia em Cafarnaum segue essa história no evangelho de Lucas. É claro que esse não foi o primeiro evento no ministério de Jesus. E isso significa que essa história tem um significado diferente que, “Isso aconteceu primeiramente, e logo aquilo aconteceu, etc.” Lucas tinha razão por escrever essa história e colocar a história no início do evangelho – porque essa história tem significado temático para a totalidade do ministério de Jesus, especialmente quando consideramos o propósito de Lucas.

Mateus escreveu para os judeus. Marcos escreveu para os romanos. João tinha propósito teológico, e focou especialmente na deidade de Cristo. Mas Lucas era gentio escrevendo para gentios. Ele escreveu o evangelho com aqueles leitores em mente. Isso não significa que ele inventou algo, ou que ele torceu os fatos, ou não se preocupou com a verdade porque ele queria apelar à audiência. Mas ele escreveu o relato para falar especificamente à situação do leitor – ele escreveu com o leitor nos seus pensamentos.

Então, Lucas começou essa seção do evangelho com a história de Jesus na sinagoga em Nazaré com esse propósito em mente. E sabendo isso, podemos entender por que ele incluiu essa história no primeiro lugar, e por que isso foi significativo para os primeiros leitores do evangelho, e por que isso fica importante para nós hoje em dia.

Jesus regularmente ensinava nas sinagogas. Ele não estava estabelecendo uma nova religião, ou tentando se dissociar do judaísmo tradicional. Ele começou o ministério na sinagoga estabelecida, e os apóstolos seguiriam o exemplo de Jesus nos seus próprios ministérios, como podemos ver no livro de Atos. E o acolhimento que Ele recebia nas sinagogas foi, inicialmente, positivo. Quando Ele ensinou, Ele estava glorificado por todos. Quando eles ouviram o ensinamento de Jesus, Marcos escreveu (Marcos 1:27), “Todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si: Que vem a ser isto? Uma nova doutrina! Com autoridade ele ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!” E, “Donde vêm a este estas coisas? Que sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se fazem tais maravilhas por suas mãos?” (Marcos 6:2). Eles estavam acostumados ao ensino que receberam dos escribas ao longo da vida; mas agora eles estavam sendo enfrentados por alguém que “os ensinava como quem tem autoridade, e não como os escribas” (Marcos 1:22).

Então, quando Jesus finalmente voltou para a cidade natal, as expectativas estavam altas. Ele se levantou na sinagoga para ler. O rolo foi dado a Ele. Ele abriu o livro de Isaías, e leu uma passagem de Isaías 61. O que aconteceria? O que Jesus diria? O que Ele faria? Se Ele já fez muitas coisas incríveis nos outros lugares, com certeza Ele faria algo maior na sua própria cidade natal! “E todos na sinagoga tinham os olhos fitos nEle.”

E quando eles ouviram as palavras de Jesus, pelo menos no início, a resposta não foi diferente do que as outras reações que Ele já recebeu até lá. “Todos lhe davam testemunho, e se maravilhavam das palavras de graça que lhe saíam dos lábios.” Mas imediatamente, nós vemos que não tudo foi bem – algumas pessoas perguntavam, “Não é este o filho de José?” Alguns dizem que foi uma expressão de incredulidade – como se as pessoas não podiam acreditar que alguém de Nazaré, a pequena e insignificante cidade, poderia dizer todas essas coisas, como se elas duvidassem que isso poderia ser possível.

Mas a resposta de Jesus mostra que elas significaram algo completamente diferente. Elas estavam ouvindo a Jesus como o herói, menino local que sucedeu, menino local que faria grandes coisas na cidade natal, que daria a Nazaré algo melhor que Ele já deu às outras cidades.

Os fiéis estavam aguardando a vinda do Messias. Nesse ponto na história de Israel, havia duas crenças comuns entre os fiéis: Em primeiro lugar, aqueles que aguardavam a vinda do Messias acreditaram que a vinda foi imanente – que Ele viria durante sua própria vida. Alguns homens reivindicaram que eles eram o Messias – mas esses homens tinham sido derrotados. Mas a crença ainda permaneceu.

E a segunda parte da sua fé na vinda do Messias foi o entendimento sobre o que o Messias faria. Ele viria, ele proclamaria o evangelho aos pobres, ele proclamaria liberdade aos presos, Ele daria vista aos cegos, Ele libertaria os oprimidos, e Ele traria o ano do favor do Senhor, o ano de jubileu.

No ano cinquenta, conforme a Lei de Moisés, o ano de Jubileu deveria acontecer. E entre os Judeus na época do ministério terreno de Jesus, esse ano de Jubileu era uma memória distante. Na verdade, é improvável que o ano de Jubileu tinha acontecido – mas até foi ensinado, foi lembrado. Então, quando a multidão na sinagoga de Nazaré ouviu Jesus, lendo essa passagem de Isaías, eles estavam exultantes. Tudo que eles esperaram a acontecer estava finalmente acontecendo – os pobres, o povo de Israel, abusado por Roma, receberia as boas novas. Os presos, o povo de Israel, ainda em cativeiro a um governo estrangeiro, seriam libertados. Os cegos receberiam vista. Os oprimidos, os judeus oprimidos por Roma, seriam libertados da opressão, finalmente.

E logo, importantemente, havia os versículos depois do texto escolhido por Jesus em Isaías 61: o Messias proclamaria não somente o ano aceitável do SENHOR, mas também o dia da vingança do nosso Deus. Israel comeria as riquezas das nações. Eles receberiam uma porção dupla como os filhos de Abraão. As nações reconheceriam, finalmente, o estado exaltado de Israel, o povo eleito de Deus. Roma receberia punição. Israel, finalmente, receberia a benção do SENHOR, enquanto as nações ao redor receberiam o castigo que elas mereceram.

Essa era a expectativa que o povo Judeu tinha a respeito do Messias. E enquanto essa expectativa não foi desafiada, tudo foi bem. O pregador seria elogiado, enquanto a mensagem foi adequada às expectativas dos ouvintes, e essas expectativas não foram desafiadas. Isso foi verdade para todos em Galiléia que ouviram a mensagem de Jesus, e muito mais para os moradores de Nazaré. Porque se essas eventos gloriosos estavam acontecendo em toda parte de Israel, quanto mais poderiam eles esperar?

Mas Jesus derruba as expectativas deles completamente. E as suas palavras chocariam eles, e finalmente levaria eles a raiva. Eles estavam pensando, “Medico, cure-te a ti mesmo” – em outras palavras, cuida pelos que pertencem a você – não você pessoalmente, mas seu povo, o povo de sua comunidade. Faça o que você já fez nas outras comunidades – você pertence a nós, e nós merecemos receber tudo isso, e mais, porque nós somos seu povo especial.

Mas Jesus volta às Escrituras, aos exemplos de dois dos maiores profetas na história de Israel, Elias e Eliseu. Durante um tempo de fome, Eliseu forneceu comida sem fim a alguém – mas aquela “alguém” não era israelita! Havia muitas pessoas famintas em Israel, mas foi a viúva de Sarepta que beneficiou da obra milagrosa do servo do SENHOR, e não os israelitas. E foi Naamã, de Síria, líder militar de uma nação opressor, que foi curado de lepra por Eliseu – e não qualquer uma das pessoas em Israel que estavam sofrendo com a mesma condição.

Na verdade Jesus estava dizendo isso: o meu ministério não é limitado a Israel, e especialmente não a Nazaré. Ele não estava dizendo, “Estou aqui para os gentios, e não para vocês,” mas, “Estou aqui para vocês, mas não somente para vocês. Estou aqui também para os gentios.” Assim como os profetas antigos, assim como a obra de Deus ao longo do antigo testamento, Jesus não tinha vindo somente para Israel. Ele era descendente de Abraão, e como aquele descendente, através dEle todas as nações do mundo seriam abençoadas, exatamente como Deus já prometeu.

Mas essas pessoas tinham esquecido aquele tema central do antigo testamento – ou elas escolheram ignorar esse tema. Elas estavam pensando numa maneira egoísta – pensando que somente elas eram o povo especial de Deus, presunçosas sobre a posição delas como o povo da aliança. Elas estavam esquecendo a mensagem dos salmos – que o reinado do SENHOR não somente dá razão a Israel para se alegrar, mas também é por que todo o mundo pode se alegrar.

O SENHOR é o Deus, não somente de Israel, mas o SENHOR de todo o mundo. Não é somente Israel que vê a sua glória – os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos a cada tribo e nação. Todos os confins da terra viram a salvação do nosso Deus (Salmo 98:3). Todos os confins da terra são chamados: “Celebrai com júbilo ao SENHOR; aclamai, regozijai-vos e cantai louvores” (v.4). Toda a terra é chamado a cantar de júbilo na presença do SENHOR, porque “ele vem julgar a terra; julgará o mundo com justiça, e os povos com equidade” (v.9). A obra de salvação de Deus é causa por alegria – não somente para a nação física de Israel, mas para o mundo inteiro.

Isso era a realidade que o Senhor Jesus estava realizando. A vinda do Messias era boas novas para toda a terra – para todos, não importa a raça, ou etnicidade, ou qualquer outro fator, que ajoelhariam diante do Rei, que reconheceriam o reinado dEle, que se alegrariam no fato que o SENHOR reina. “Hoje,” Jesus disse, “se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir.” João veio para proclamar que o Reino de Deus foi perto. Jesus veio para realizar a vinda daquele reino.

E até eles ouviram algo que não queriam ouvir, o povo poderia se alegrar em Jesus. Até Ele desafiou seus pressupostos, eles poderiam maravilhar e ficar espantados e pensar pensamentos felizes sobre esse homem quem estava dizendo palavras que eles pensavam que precisaram ouvir. Mas no momento em que Jesus desafiou as suas noções sobre quem o Messias deveria ser, a oposição começou. Quando Jesus começou a dizer coisas que eles não queriam ouvir, aquela emoção positiva, aquele orgulho no herói da cidade, evaporou e desapareceu completamente.

E a emoção desapareceu tão rapidamente. Amor e carinho se mudam, não à indiferença, mas a ódio, a ira, a raiva. O Messias não deveria servir os inimigos de Israel! Ele não deveria ajudar os inimigos do povo de Deus! Ele deveria destruir os inimigos! Como poderia Deus abençoar os inimigos do povo da aliança?

O evangelho de Jesus Cristo, Paulo escreveu em Romanos 1:16, “é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego.” Ser membro do povo da aliança de Deus era uma benção muito grande. Eles foram os primeiros de ouvir a mensagem do evangelho, e todos que crêem das nações gentios são enxertados para se tornarem participantes da raiz e da seiva da oliveira de Israel. Mas as pessoas de Nazaré esqueceram uma parte importante dessa frase: “de todo aquele que crê.” É fé em Cristo que tem importância, não a etnicidade. E Paulo também escreveu em Romanos 2.9 que essa posição privilegiada funcionou em duas maneiras:

“Tribulação e angústia virão sobre a alma de qualquer homem que faz o mal, ao judeu primeiro e também ao grego; glória, porém, e honra, e paz a todo aquele que pratica o bem, ao judeu primeiro e também ao grego.”

Os moradores de Nazaré recusaram aceitar a missão do Messias, a missão que era não somente uma missão de ajuda para eles, mas para o mundo inteiro. Por causa disso, eles expulsaram o Messias da cidade, o levaram até ao cimo do monte sobre o qual estava edificada, para, de lá, o precipitarem abaixo. Porque eles acreditaram que Jesus era falso profeta – porque Ele disse coisas que eles não queriam ouvir. Em fim, a rejeição de Jesus pelas autoridades religiosas em Jerusalém levaria à morte de Jesus no monte de Calvário.

Mas agora, no início do ministério terreno de Jesus, Jesus não morreria. Então, por meios milagrosos, Jesus escapou essa multidão enfurecida, para continuar o trabalho que Ele precisava cumprir. A hora chegaria quando Ele deveria morrer. Mas primeiramente, havia muitas coisas mais que Ele deveria realizar – mais ensinamento, mais maravilhas e milagres. A vida de Jesus não era nas mãos dessas pessoas; era nas mãos do SENHOR. O ministério do Messias seria cumprido.

Quando Lucas começa a história aqui, ele está dizendo algo importante sobre o ministério de Jesus. O caráter do ministério de Jesus seria assim ao longo da Sua vida. Ele seria não somente a realização da profecia de Isaías 61, Ele também seria a realização de Isaías 53:3:

“Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso.”

Pessoas pecaminosas seriam enfrentadas com o ministério perfeito do próprio Filho de Deus, e na sua pecaminosidade, elas o rejeitariam. Mas até isso realizaria o propósito de Deus; porque seria através da morte de Jesus pelas mãos de homens pecaminosos que Jesus realizaria a missão para que Ele tinha sido chamado. Todas as nações seriam chamadas. Todas as nações seriam abençoadas. Pessoas de cada tribo e nação seriam levadas por Deus a confiar nEle e na Sua Palavra, e a adorar a Ele como o Salvador e o Senhor. Desde o início, Lucas estava dizendo aos leitores gentios que Jesus veio para eles, não somente para o povo de Israel. E isso significa, para nós, gentios, pessoas recolhidas das extremidades da terra, que Ele também veio para nós.

Mas o tipo de rejeição mostrada pelos moradores de Nazaré continua. Todo mundo gosta de algo sobre Jesus, pelo menos as coisas que não ameaçam ou desafiam certos aspectos da sua vida. Enquanto que não exige mudança, arrependimento, submissão, ou ainda escravidão a Ele, Jesus é bom. Quando Ele diz coisas como, “Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Lucas 6:31), tudo bem. Quando você pode pensar nEle como grande profeta, homem amável, não há razão para o rejeitar.

Mas Ele também disse, “Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada” (João 14:23), implicando que se não guardar sua palavra, seu Pai não vai amar você, e vir a você, e morar com você. E Ele também disse coisas como, “Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU” (João 8:58), fazendo Ele mesmo igual com Deus, e igualmente digno de adoração. Não pode escolher somente os ensinos de que você gosta, enquanto rejeitando os ensinos que não fazem você feliz. Precisa aceitar todo o Cristo, ou nada.

Irmãos, se coloquem no lugar do povo de Nazaré. Imagine Jesus dizendo, “Eu veio não somente para salvar vocês, mas a minha salvação é também disponível para aquela pessoa que você odeia, para aquela pessoa que você não pode perdoar, aquela pessoa que tem feito coisas horríveis a você.” Na verdade, essa era a mensagem de Cristo para o povo de Nazaré. Isso é o que os ofendeu.

Você acha que essa mensagem é ofensiva? Você pensa em todos como possíveis concidadãos no reino de Deus? Você ama os seus inimigos? Você ora por aqueles que se perseguem?

“Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos. Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tendes. Não fazem os publicanos também o mesmo?” (Mateus 5:44-46).

A sua vida Cristã é focada em você mesmo, e nas coisas que você pode receber pessoalmente de Cristo? O povo de Nazaré estava pensando assim. Eles não poderiam se alegrar na extensão universal da mensagem do evangelho, eles ativamente odiaram essa mensagem, e procuravam destruir a obra antes do começo. Mas Jesus disse aos seus vizinhos que eles não deveriam ser tão egoístas. Em vez de ficarem ofendidos pelo pensamento que os seus inimigos seriam levados ao reino de Deus, eles deveriam se alegrar. E assim nós deveríamos fazer. Se tem ressentimento contra seu próximo, ore por ele. Se odiar o teu próximo, espelhe o amor de Cristo, e peça a Deus para salvar ele também. Se você fazer isso, suas própria atitude vai mudar. É difícil manter ressentimento contra alguém para quem você está orando ativamente.

E finalmente, há uma outra mensagem bem séria que recebemos nesse texto. O Senhor Jesus disse aos moradores de Nazaré que eles não deveriam imaginar que tudo seria bem com eles simplesmente porque eles tinham Abraão como seu pai. E para nós, o povo da aliança de hoje, precisamos lembrar disso também. Uma pessoa de Nazaré não era mas digna da graça de Deus do que um soldado romano de uma outra parte do Império Romano morando em Judéia. Todos nós somos igualmente indignos da graça de Deus – somente Deus nos faz dignos, não nada que existe dentro de nós.

Não somos salvos porque nascemos numa família Cristã. Não somos salvos porque somos membros da aliança. Não somos salvos por causa de nossa linhagem. É só a fé que salva – a fé viva, a fé ativa, fé em Jesus Cristo, mostrada ser genuína por obediência a nosso Senhor. As moradores de Nazaré, no seu orgulho, presumiram julgar Deus e o Messias de Deus. Devemos nos humilharmos. Precisamos colocar Ele no primeiro lugar. Precisamos aceitar Ele e a mensagem dEle, e permitir essa mensagem a nos formar. Isso é o chamado do Evangelho – o chamado da graça de Deus, que temos ouvido. Que Ele, na sua graça, nos leve a responder a essa mensagem em fé, e na obediência de fé.

Amém.

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** Este sermão foi originalmente escrito para uso do pastor e não passou por correção ortográfica ou gramatical.

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Pr. Jim Witteveen

Pastor missionário das igrejas reformadas do Brasil e diretor do Instituo João Calvino.