Sermão preparado pelo pastor Elienai B. Batista
Leitura: 2 Crônicas 28; Mateus 01.18-25
Texto: Isaías 7

Amados irmãos no Senhor Jesus Cristo,

Hoje é dia 25 de dezembro, e obviamente sabemos que Cristo não nasceu nesta data. Mas como uma Igreja Reformada, aproveitamos esta data para ouvirmos instrução bíblica sobre Cristo ter assumido a natureza humana para nos libertar de todos os nossos pecados e miséria. Por isso, nesta noite ouviremos uma pregação que relembra este evento que está relacionado à obra de Deus para a nossa salvação – o nascimento de Cristo.

Entre os textos do A.T. que prometem este nascimento, um dos mais conhecidos é Is 7.14 (ler). No entanto, geralmente não observamos o contexto histórico em que essa promessa foi feita, e o que essa promessa quer dizer para o povo de Deus dentro deste contexto histórico. Por isso, a primeira coisa que preciso fazer é dar a vocês algumas informações históricas.

A primeira coisa que devemos saber é que a essa altura da história do povo de Deus, eles estavam divididos em dois reinos.

Havia o reino do Norte, com dez tribos, e que tinha como capital Samaria. E havia o reino do Sul, com duas tribos, Judá e Benjamim, cuja capital era Jerusalém.

No reino de Judá, estava o templo, e os reis eram da casa de Davi, isto é, eram descendentes de Davi.

No tempo dessa profecia, o rei de Judá era Acaz. Seu avô Uzias sobre o qual lemos no início do cap. 6, e seu pai Jotão, haviam sido fiéis a Deus. Mas agora, conforme lemos em 2 Crônicas 28, Acaz estava sendo um rei infiel. Estava quebrando a aliança de Deus com Seu povo e com a casa de Davi. Assim como os reis do Norte, ele estava conduzindo o povo de Deus por maus caminhos. Acaz abraçou e promoveu a idolatria das nações vizinhas e até chegou a oferecer seus filhos em sacrifício.

Em 2 Crônicas 28, lemos que Deus o disciplinou pela mão de Rezim, rei da Síria que levou muitos cativos, e depois pela mão de Peca, rei de Israel, o reino do Norte, que matou com seu exército cento e vinte mil homens de Judá.

Esses dois ataques foram separados, e trouxeram muitas mortes e grandes prejuízos. Assim, Acaz experimentou sob seu reinado as maldições da aliança.

Agora, no v.1 do nosso texto, lemos um resumo de uma nova situação. Lemos do ataque conjunto de Rezim, rei da Síria, cuja capital era Damasco, e Peca, filho de Remalias, rei de Israel, também chamado de Efraim.

Nesse ataque conjunto, eles já haviam tomado Judá, e se dirigiram para a capital Jerusalém, onde estava o rei Acaz. Mas, as palavras finais desse versículo antecipam o resultado. Eles não prevaleceram contra Jerusalém.

Mas o que aconteceu antes disso?

O v.2 nos diz que a notícia da aliança entre o rei da Síria e o rei de Israel, e do ataque conjunto chegou à casa de Davi, isto é, a Acaz e toda corte real. Esses reis, haviam se aliado para fazer frente aos Assírios, quarta nação mencionada em nosso texto, cujo nome do rei, não é mencionado aqui, mas sabemos que era Tiglate-Pilaser.

Então Rezim, rei da Síria e Peca, rei de Israel, tentaram o apoio de Judá. Mas uma vez que Acaz recusou, os dois reis se voltaram em aliança contra Judá. Lemos sobre os planos desses dois reis nos versículos 5 e 6.

O objetivo era: fazer mal, amedrontar e conquistar. Mas há outro objetivo: substituir o reinado através da casa de Davi, pelo reinado do filho de Tabeal. Não sabemos quem era Tabeal, mas era alguém pró Síria. Então se este plano se concretizasse, seria o fim não só do reinado de Acaz, mas o fim da casa de Davi. Será que as promessas pactuais do SENHOR falhariam?

Diante de tal ataque, como reagiu o rei Acaz, o representante pactual, o descendente da casa de Davi?

No v.2, lemos que seu coração ficou agitado, como se agitam as árvores do bosque em uma tempestade, tremem e vergam. No v. 16, se diz que Acaz estava tremendo de medo. Diante disso, como ficou o coração do povo?

Se o homem mais poderoso de Judá, o rei Acaz, com exércitos à sua disposição, protegido por muralhas, dentro de um palácio cheio de guardas ficou com o coração agitado, quanto mais o homem simples da cidade ou do campo. O coração do rei se agitou, o coração do povo também.

Mas o SENHOR em Sua misericórdia, enviou ao rei Acaz, seu mensageiro, o profeta Isaías. O SENHOR disse a Isaías que fosse ao encontro de Acaz quando este estava olhando os suprimentos de água, uma das fraquezas de Jerusalém naquele momento.

Deus disse a Isaías que levasse consigo seu filho, cujo nome era “Um-Resto-Volverá”. O nome do filho de Isaías é um nome de significado profético.

No cap. 8, lemos que este filho também era um sinal de Deus. Era uma pregação ambulante. Queria dizer que o juízo haveria de cair sobre a casa de Davi e o reino de Judá, mas Deus havia guardado para si um restante, um remanescente fiel. Os fiéis seriam protegidos, o pacto seria mantido.

Mas qual a mensagem do SENHOR para Acaz? Seu conteúdo está a partir do v.4, onde encontramos inicialmente quatro verbos: “Acautela-te e aquieta-te; não temas, não desanime o teu coração”.

Acaz deveria vigiar a si mesmo, tomar cuidado para não se entregar ao pavor. Deveria encontrar tranquilidade e ânimo no SENHOR, e agir como pastor do povo de Deus, como o Ungido de Deus, como um membro da casa de Davi. Com firmeza e coragem, baseadas em confiança no SENHOR. Nesse contexto, ele simplesmente não deveria buscar nenhum apoio no rei da Assíria. Era só esperar o agir do Senhor.

O SENHOR promete que os planos de Rezim, rei da Síria e de Peca, rei de Israel, e notem que se destaca que ele é filho de Remalias, ou seja, lembra que ele não era um descendente real, mas um usurpador que matara o rei anterior. Deus diz, que seus planos não seriam concretizados: “Isto não subsistirá, nem tampouco acontecerá”.

Notem o contraste, de como Acaz e o povo temiam os dois reis como se fosse uma tempestade, e como Deus os vias, como dois tocos de tições fumegantes prestes a virar cinzas, os quais Acaz não devia temer.

Nos vv. 8 e 9, Deus diz que estes reis continuariam apenas como reis em seus próprios reinos, e que em setenta e cinco anos, Israel não seria mais um povo. Isto é uma profecia sobre a derrota de Israel, e a queda de sua capital, Samaria frente a Assíria. O que de fato se concretizou em setenta e cinco anos, mas começou a acontecer poucos anos depois dessa profecia.

Então Deus não somente prometeu a Acaz que a Síria e Israel não conseguiriam levar seu plano de tomar Jerusalém e extinguir a casa de Davi, mas que eles é que seriam destruídos.

A profecia menciona o reino da Síria, com a capital Damasco, com seu rei, Rezim, e o reino de Israel (Efraim) com a capital Samaria, com o rei Peca filho de Remalias. Mas, Acaz poderia preencher em sua mente: Judá, cuja capital é Jerusalém (onde estava o templo do SENHOR), cujo rei era ele, Acaz, filho de Davi. Em contraste ao reino da Síria e ao reino de Israel, o que firmava seu trono não era o poder militar e as estratégias políticas, mas as promessas pactuais do SENHOR.

A mensagem de Isaías é concluída com Deus graciosamente chamando Acaz à fé em Sua palavra. No final do v.9, Isaías usa um jogo de palavras que quer dizer algo como: “se não estiveres firme, então não ficarás firme”. Se Acaz cresse, seu trono ficaria firme e seu povo seguro.

Amada igreja, este ataque foi uma tentativa de Satanás, usando a igreja apóstata (desviada) aqui representada por Israel, e as nações do mundo, aqui representadas pela Síria, para destruir a linhagem real da casa de Davi. Foi um ataque da serpente contra o descendente da mulher. Uma tentativa de impedir o nascimento do rei que viria da casa de Davi. É um ataque similar à matança dos meninos ordenada por Herodes, cujo objetivo era matar Jesus. Há aqui mais que uma guerra entre nações, há um confronto entre as duas sementes.

O plano era destruir a casa de Davi. Destruir o povo de Deus que ainda restava em Judá. E tudo estava caminhando nessa direção. Judá estava enfraquecido, muitos já tinham sido levados cativos, seu exército destruído. O rei estava cheio de medo e o povo também.

Parecia que as promessas pactuais de Deus feitas a Davi e a seus descendentes, falhariam. Parece que o rei, cujo reinado seria eterno não haveria de nascer. De fora o ataque de inimigos aliados, dentro um rei infiel, cheio de medo.

Mas amados, o SENHOR falou por meio de Isaías, que Ele estava com seu povo, os planos dos inimigos falhariam, e a promessa pactual seria mantida. Ele haveria de intervir na história a favor do seu povo. Eles deveriam crer em Sua Palavra. Não havia razões para se assustarem, o SENHOR estava com eles.

Igualmente nós devemos nos agarrar ao que aprendemos aqui. Deus é fiel em manter Suas promessas. Mesmo que se juntem todos os reis da Terra, eles não podem prevalecer contra o SENHOR. Devemos acalmar nossos corações, e ter ânimo no SENHOR. Deus nos chama a crer em Sua palavra, a confiar em Suas promessas, a lembrar que Ele está conosco.

Acaz foi chamado a crer na palavra de Deus. Mas ele não respondeu com fé. Por isso, o SENHOR, Deus da Aliança, para tirar-lhe toda dúvida lhe ordenou pedir um sinal. Um sinal que poderia ser tanto nas profundezas da terra ou nos céus. Por exemplo, ele poderia pedir que houvesse um eclipse.

Mas Acaz, não quis pedir nenhum sinal. Ele alegou motivos piedosos, ele não queria tentar o SENHOR Deus. Mas o que lei dizia sobre isso, não se aplicava a esta situação. Pelo que lemos em 2 Crônicas 28 e 2 Reis 16, a razão da recusa de Acaz em pedir um sinal, foi que ele já havia decidido pedir ajuda a Tiglate-Pilaser rei da Assíria. Em vez de confiar em Deus, ele preferiu confiar em uma nação inimiga. Acaz recusou pedir um sinal, porque ele não queria um sinal que o obrigasse a crer. Por isso, Isaías lhe diz que ele estava cansando não só os homens (Isaías e os fiéis de Judá), mas o próprio Deus.

Então o próprio Senhor promete dar um sinal. Notem o plural, “Vos dará”, seria um sinal não só para Acaz, mas para a casa de Davi e todo Judá.

Qual o sinal? “eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel”. Qual o significado deste sinal? Há alguns que acreditam que se trata apenas de uma profecia a respeito do nascimento de Cristo. De fato, temos aqui um anúncio do nascimento de nosso Salvador. Mateus 1.23, confirma isso.

Mas tal nascimento, ocorrido cerca de 700 anos depois, não serve como sinal específico para Acaz.

Então temos aqui uma profecia que tem um cumprimento em futuro imediato e um cumprimento em futuro distante. O termo usado para virgem aqui em Isaías, em um termo usado para falar de uma jovem em idade para casar-se, então pode se referir a uma virgem, mas também é um termo usado para falar de uma jovem recém-casada. Assim tanto podia se aplicar a uma jovem recém-casada nos tempos de Isaías, quanto a Maria, a virgem da qual nasceu nosso Salvador.

Não sabemos exatamente como o sinal cumpriu-se nos tempos de Isaías. Alguns sugerem que seria uma referência a Ezequias, filho de Acaz, mas alguns detalhes da profecia não combinam. Outros sugerem que seja referência ao filho de Isaías sobre o qual lemos no cap. 8. Maer-Salal-Has-Baz (Rápido-Para-Saquear-Veloz-Para-Despojar). E é bem provável que seja assim.

Mas de qualquer forma, a ideia é que uma jovem nos tempos de Acaz, uma jovem do remanescente fiel, ficaria grávida (por meios normais), e ela com um coração cheio de fé, chamaria seu filho de Emanuel, cujo significado é “Deus conosco”. Esta jovem confessaria, que Deus está com seu povo. Poderia até ser uma jovem da casa de Davi. Alguém conhecida de Acaz e de Isaías.

O filho da jovem, recém-casada quando tivesse seus três ou quatro anos, que é o provável significado de ser capaz de desprezar o mal e escolher o bem, comeria manteiga (coalhada) e mel. Como vocês sabem esses termos falam de bênção, muitas vezes ouvimos sobre a terra de Canaã como sendo uma terra que mana leite e mel. Eram alimentos bem básicos. Essa dieta tem relação com a dieta do remanescente fiel que lemos nos vv.21,22. Isso quer dizer que o menino seria um do remanescente fiel que o SENHOR protegeria.

Deus diz a Acaz, que antes que este menino tivesse seus três a quatro anos, a terra dos dois reis que ele tanto temia, ficaria desamparada. O que aconteceu quando a Assíria derrotou Israel e a Síria.

Então este menino, Emanuel, seria um sinal de que Deus está com Seu povo. Um sinal de que Ele mantém fielmente as suas promessas pactuais.

Essa fidelidade do SENHOR, também é destacada a partir do v. 17. O SENHOR reafirma sua Soberania ao dizer que Jerusalém não cairia diante de Rezim e Peca, mas uma outra nação, chamada Assíria iria ser instrumento do juízo de Deus sobre Judá. Notamos a repetição da expressão “naquele dia”, ou seja, no dia do juízo do SENHOR sobre Judá e a casa de Davi.

Naquele dia além do exército Assírio, haveria também a ameaça egípcia. Deus chamaria os exércitos dessas nações como se fossem insetos. Eles iriam encher a terra de forma que não haveria nenhum lugar para se esconder.

Naquele diz, o SENHOR usaria a Assíria como uma navalha alugada. A ideia aqui é que assim como Acaz confiou na Assíria, pagando-lhe tributo para que esta nação o defendesse, Deus usaria a Assíria para trazer juízo sobre ele. Assíria é comparada uma navalha com a qual Judá seria rapada. A ideia aqui é de vergonha.

Naquele dia, o gado seria escasso, não haveria grandes rebanhos. Mas também haveria poucas pessoas para desfrutar dos produtos desses rebanhos, de forma que haveria abundância de leite, e portanto de manteiga (coalhada). A ideia é também que o SENHOR sustentará um remanescente na terra, e que este comeria manteiga e mel. Deus cuidaria dos fiéis.

Naquele dia, as terras cultivadas se tornariam cheias de espinhos e ervas daninhas. De tal forma que só animais e homens armados entrariam nessas terras.

Amados irmãos, Isaías 7, é um anúncio claro da fidelidade de Deus. O menino Emanuel era um sinal de que o Senhor está com seu povo. Mas aquele menino era apenas uma sombra daquele menino em quem esta promessa de Isaías ganha pleno cumprimento.

700 anos depois da profecia de Isaías, uma virgem da casa de Davi, encontrou-se grávida por obra do Espírito Santo.

Foi um sinal maravilhoso para o povo de Deus, um verdadeiro milagre. Uma virgem, sem a intervenção de um homem, ter um filho.

Por isso, Mateus nos diz que quando Maria deu à luz a Jesus, o sinal foi dado em sua plenitude. O sinal que proclama em alto e bom som, que Deus é fiel em cumprir suas promessas. A primeira promessa em Genêsis 3.15, de que viria um descendente da mulher que esmagaria a cabeça da serpente, a promessa que foi ampliada na profecia de Isaías, o filho de uma virgem. Tem seu pleno cumprimento no Senhor Jesus Cristo. O descendente da casa de Davi.

Amados a lembrança a respeito do nascimento do Senhor Jesus Cristo, deve encher nosso coração de certeza, de ânimo, de coragem. O rei prometido por Deus já nasceu, Ele assumiu a natureza humana da carne e do sangue da virgem Maria, para ser nosso Salvador. Para assumir sobre si a dor, a angústia, o sofrimento e a morte que merecíamos por causa de nossos pecados.

Nunca devemos nos esquecer, a razão de seu nascimento, a razão da encarnação do Filho de Deus. Ele nasceu para identificar-se conosco, para ser nosso substituto na cruz.

Mas este filho, também é Deus. Ele é “Emanuel”, é Deus que esteve entre os homens. Por isso, o anjo disse a Maria, que Ele será chamado Filho do Altíssimo.

Esse filho, que é homem e Deus, é o nosso rei. O prometido descendente da mulher, o prometido descendente da casa de Davi. Ele é o Amém de Deus, pois nEle se cumprem as promessas de Deus. Ele é o sinal de que Deus está conosco.

Nós não pedimos um sinal, mas um sinal nos foi dado. Então não tenha dúvidas, o filho da virgem, é a garantia infalível de que Deus está conosco. Então que alegria, que certeza podemos ter?

Satanás continua tentando destruir a Igreja de Deus. Ele usa os ímpios, a igreja apóstata, e até as nossas próprias fraquezas, mas amados a boa notícia do evangelho é que temos um rei cujo coração não treme diante de seus inimigos.

O coração do nosso rei é firme, não oscila, não treme. Então não há razões para temer, não há razões para se desesperar.

Então se você se sentir triste, se seu coração estiver agitado, se as forças lhe faltam, se o presente lhe deixa conturbado, e se você teme o futuro, se inimigos lhe afligem, lembre-se de seu rei, O Emanuel, o rei que sinaliza que Deus está conosco.

Igreja de Cristo, coragem, firmeza. Confiai no Senhor. Suas promessas não podem ser impedidas. Seus planos não podem ser frustrados. Ele é Fiel. Olhai para manjedoura e vereis o sinal, Deus está conosco. Olhai para cruz e vereis sinal Deus está conosco. Olhai para a ressurreição e vereis, Deus está conosco. Olhai para a ascenção e ouvireis a voz do próprio Emanuel dizer: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos”.

Então não temais rebanho de Cristo. Deus está conosco. Está agora. Estará em 2017. Estará em todos os dias de nossas vidas.

Sua fidelidade nunca falha. Seu amor não oscila, seu trono está firme. Em Cristo Jesus, Deus nos diz que está conosco! E quando formos chamados ao seu encontrou, estaremos com Ele para sempre.

Glória a Deus nas maiores alturas por Sua fidelidade, por seu amor pactual, por suas promessas maravilhosas.

Glória a Deus nas maiores alturas, por Emanuel, O filho da virgem, por meio do qual temos a certeza: Deus está conosco.

Amém!

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** Este sermão foi originalmente escrito para uso do pastor e não passou por correção ortográfica ou gramatical.

Pastor missionário da Igreja Reformada em Imbiribeira, trabalhando na congregação em Paulista-PE.