Pregação preparada pelo Pr. Abram de Graaf

Leitura: Hebreus 10 e 11

Texto: Gênesis 22: 1-19

Irmãos,

A historia do holocausto de Isaque é uma das melhores narrativas na Bíblia. É uma narrativa famosa e por isso é um pouco difícil pregar esta história, pois quase todo mundo já conhece o fim dessa narrativa. Com certeza as crianças já ouviram essa historia na escola dominical. Muitas crianças gostam de ouvir sobre Abrão, que foi chamado por Deus para queimar o seu filho Isaque; Ele preparou o seu jumento e tomou consigo dois dos seus servos e a Isaque, seu filho. Quando chegou ao lugar, ele subiu com Isaque; Ele preparou o altar, amarrou Isaque, o deitou no altar; TOMOU O CUTELO; O LEVANTOU… E OUVIU A VOZ DO ANJO, QUE SALVOU ISAQUE. Uma narrativa com muita tensão, mas o final é bom.

Assim conhecemos esta narrativa, mais ou menos. Gostamos de ouvir, mas não sabemos a importância dessa historia para nossa vida. O que essa narrativa nos quer dizer? Não está escrito na Bíblia para nos informar somente sobre um momento com muita tensão na vida de Abrão e mais nada. Se fosse assim, esta narrativa não teria mais valor do que um conto de fadas, como Chapeuzinho Vermelho ou Pequeno Polegar. Narrativas irreais para divertir crianças. Mas a Bíblia não é assim. Não é um livro com contos de fadas. Mas é a Palavra de Deus. Como Paulo disse em 2 Tm. 3,15: “Toda a escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para repreensão, para correção, para educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra”.

Então! E AGORA! Qual é a importância dessa narrativa para vocês, irmãos?! Devemos imitar Abraão e sacrificar os nossos filhos num altar? Não? Por que não? [podem surgir varias respostas]. E se não, qual é a importância dessa historia para nós? Para descobrir isso quero ler essa historia com vocês no contexto geral da Bíblia. Vamos primeiramente prestar atenção ao que aconteceu antes.

O texto mesmo já mostra que isso é importante. O momento em que Deus tentou a fé de Abraão é importante. O texto chama a nossa atenção dizendo no versículo 1 DEPOIS DESSAS COISAS, DEUS PÔS ABRÃO À PROVA. “Depois dessas coisas”, então isso quer dizer que Deus escolheu deliberadamente o momento em que Ele ia provar Abraão. Antes disso muitas coisas já aconteceram; coisas importantes na vida de Abraão.

Deixe-me refrescar as suas memórias, irmãos.

Quem vai ler a biografia de Abraão, vai descobrir que especialmente uma coisa dominava a vida de Abraão: A PROMESSA DE DEUS. Deus lhe prometeu uma terra e uma grande descendência (Gn. 12). Essa promessa significava uma mudança completa na vida de Abraão. Ele tinha confiança nessa promessa e por isso ele saiu de Harã, junto com a sua esposa Sarai. Sem itinerário específico Abraão viajou até que chegou em Canaã. Lá o Senhor aparece de novo e promete-lhe que a descendência dele herdaria ESTE país. Dessa maneira uma parte da promessa já ficou mais real: a terra prometida seria Canaã; mas a outra parte da promessa de Deus ainda não foi realizada, pois Abraão e Sarai não tinham crianças…

Tinha Abraão setenta e cinco anos (Gen. 12,4) quando saiu de Harã com Sarai. E desde aquele momento os anos passavam. E Abraão começou a se perguntar o que havia acontecido com a promessa que Deus lhe tinha dado. Pois, para receber uma descendência grande, primeiramente deve nascer um filho! E isso não acontecia. Sarai não dava à luz filhos. Então, as dúvidas chegavam na cabeça de Abraão. Podemos ler sobre isso em Gênesis 15, quando veio a palavra do Senhor a Abraão numa visão, dizendo: “Não temas, Abrão, Eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande”. Abrão ouvindo isso, logo fala sobre o que está preocupando ele. Ele disse: “Senhor Deus, que me haverás de dar, se continuo sem filhos e o herdeiro da minha casa é Eliézer, o meu servo de Damasco? A mim não me concedeste descendência, e um servo nascido na minha casa será o meu herdeiro”.

Abraão já pensou muito sobre o futuro da sua casa e ele já fez os SEUS planos. Ele já resolveu as coisas. Se não viesse um filho, ele não teria uma outra opção a não ser nomear Eliézer como herdeiro.

Mas Deus não concorda. Deus renova a promessa que deu a Abraão, dizendo: “Não será assim Abrão; Não será esse o teu herdeiro; mas aquele que será gerado de ti será o teu herdeiro”. E depois dessas palavras Deus o mostrou as estrelas. Tantas estrelas, Abrão, numerosa assim será a sua descendência!

E de novo os anos passavam e Sarai…? Sarai ficava infértil. Embora Deus dissesse: O seu próprio filho será o seu herdeiro. Mas Sarai não dava à luz um filho; Então, poderia ser assim, que a promessa só havia sido destinada a Abrão? Poderia ser assim que Deus prometeu a Abrão um filho e não a Sarai? Não sabemos os pensamentos de Abrão e Sarai, mas conhecemos as palavras de Sarai. Num certo momento ela disse a Abrão:

“Eis que o Senhor me tem impedido de dar à luz filhos, toma, pois, a minha serva, e assim me edificarei com filhos por meia dela”. E pois é, a serva ficou grávida e deu à luz um filho: Ismael (Gn. 16:15-16). Abrão era de oitenta e seis anos.

Parece que Ismael foi o filho da promessa. Mas treze anos depois (Gn 17) – Abraão já tinha noventa e nove anos – o Senhor lhe apareceu de novo. Deus renovou a aliança e o mandou circuncidar todos os membros na casa dele. Deus mudou o nome de Abrão para Abraão e Deus disse também (Gn. 17:15) “A Sarai, tua mulher, já não lhe chamarás Sarai, porém Sara. Abençoa-la-ei e DELA te darei um filho”.

Abraão não podia acreditar no que seus ouvidos ouviam e se riu, e disse consigo: “A um homem de cem anos há de nascer um filho? Dará à luz Sara com seus noventa anos?” Abraão não podia acreditar. Quem já recebeu a noticia dum nascimento, quando o pai e a mãe têm mais do que noventa anos? Isso não existe. E por isso Abraão disse: “Tomara que viva Ismael diante de ti”. Por que complicar a situação se já existe um filho?

Não! Disse Deus, SARA, TUA MULHER, te dará um filho, e lhe chamarás Isaque. Estabelecerei com ELE a minha aliança. ELE será o filho da promessa.

Não sabemos se Abraão falou sobre essas coisas com Sara. Parece que não, pois o Senhor visitou Abraão de novo junto com dois anjos (Gn. 18). Enquanto Sara estava preparando o almoço, ela ouviu o homem, falando com Abraão. O homem disse: “Sara, tua mulher, onde está? Abraão respondeu: Está aí na tenda. E agora o homem disse: Certamente voltarei a ti, daqui a um ano; e Sara, tua mulher, dará à luz um filho”. Sara, que podia ouvir tudo, não acreditou no que este homem estava dizendo. Ela se riu e no seu íntimo disse consigo mesma: “Este homem acha que eu ainda tenho vinte anos; Ele deveria saber. Já sou velha, e velho também é Abraão; Já faz, não sei quando tempo, que acabou a minha menstruação. Não posso mais dar à luz filhos. E ela se riu”.
Mas no mesmo momento ela ouviu o homem dizer (Gn. 18:13): “Por que Sara riu? Por que disse que está velha demais para Ter um filho? Será que para o senhor há alguma coisa impossível? Pois, como eu disse, no ano que vem virei visitá-lo outra vez. E nessa época Sara terá um filho”.

E conforme essas palavras se realizou. Sara ficou grávida e deu à luz um filho. E Abraão o chamou Isaque. Ele era o filho da promessa; Ele era o inicio da descendência grande que Deus prometeu a Abraão. A vida de Abraão começou com nada: só palavras; só uma promessa de Deus. Ele teve que esperar muitos anos para ver a realização dessa promessa. Mas agora, muitos anos depois, cheio de dúvidas; cheio de tentações, e com muito paciência, finalmente Abraão podia ver o resultado da promessa de Deus: Isaque.

Seu sangue, seu filho. Abraão não confiou em Deus infrutuosamente; a fé dele não se envergonhou. Deus é fiel. Abraão descobriu isso. [E se ele estivesse vivo agora, ele ia cantar conosco o Hino 7: Tu és fiel Senhor. Vamos cantar este Hino.]

1a parte: A PROMESSA DE DEUS.
2a parte: A PROVA DE DEUS.

Irmãos, prestamos muito atenção à vida de Abraão, antes da sua prova. Assim, vocês descobriram como durante muitos anos Abraão aprendeu a confiar em Deus. Deus lhe deu um filho. E com esse filho uma grande promessa. Uma descendência grande. E vocês podem imaginar como isso foi uma alegria na casa de Abraão. Sara podia rir de novo. Ela mesma disse (Gn. 21:6): “Deus me deu motivo de riso; e todo aquele que ouvir isso vai rir-se juntamente comigo”. Que alegria na casa de Abraão. E assim decorriam os anos, até a noite horrível em que Abraão acordou.

”Abraão!” Abraão acordou. Ele reconheceu a voz do Senhor. Ele já a ouviu várias vezes e ele aprendeu a confiar nesta voz. A voz continuou: TOMA TEU FILHO… TEU ÚNICO FILHO… ISAQUE… A QUEM AMAS,… E VAI-TE À TERRA DE MORIÁ… OFERECE-O ALI…EM HOLOCAUSTO…SOBRE UM DOS MONTES, QUE EU TE MOSTRAREI… Palavras esmagadoras, irmãos. Imagine uma mensagem assim. Como tu ias reagir? Parece que Abraão emudeceu. Como ele reagiu quando ouviu a notícia que Deus ia destruir Sodoma e Gomorra? Abraão suplicou várias vezes para que não se fizesse isso. E agora, por que Abraão ficou calado? Por que ele não disse nada? Por que ele não suplicou a Deus para salvar a vida de Isaque? Nós não sabemos exatamente; lemos quase nada sobre os pensamentos de Abraão.

Mas lemos tudo sobre os seus atos. E os seus atos nos mostram que Abraão reagiu firmemente. Ele não mostrou nenhuma dúvida. Ele apressou-se para cumprir a ordem de Deus. É marcante a pressa nessa narrativa. Abraão se levantou de madrugada, despertou dois servos e Isaque, arreou o seu jumento, cortou lenha para o sacrifício e saiu. Os três dias depois passaram tão rápido que nós não lemos nada sobre estes dias.

Talvez vocês possam imaginar isso. Como é a situação se um dos nossos queridos vai sair e nós não gostamos disso; Sabemos que depois de três dias ele vai embora. Presta atenção: estes três dias passam rápido. Quando estamos esperando uma coisa com tensão, o tempo passa voando. Num momento assim você queria parar o teu relógio, mas o tempo anda sem clemência. E quando estás andando em um lugar sinistro, já podes ver duma grande distância, pois estás se concentrando nas coisas que vão acontecer.  Assim também com Abraão. Ele estava ligado com o que ia acontecer. E por isso está escrito: “No terceiro dia, Abraão viu o lugar, de longe”.

E de novo sentimos a pressa de Abraão. Pois quando chegou, ele não esperou preparar a tenda e demais coisas. Nada disso! Logo ele deu as ordens aos seus servos, pegou a lenha para o sacrifício e pôs nos ombros de Isaque. Pegou uma faca e fogo e ASSIM CAMINHAVAM AMBOS JUNTOS. Dá para ver. Abraão e o seu filho, subindo. ASSIM CAMINHAVAM AMBOS JUNTOS. O “último passeio” juntos. ASSIM CAMINHAVAM AMBOS JUNTOS. Essas palavras estão escritas duas vezes (vs. 6 e 8) e entre isso ouvimos a conversa trágica entre pai e filho. Os dois subindo… sem dizer nada…. cada um com seus pensamentos… de repente Isaque disse: “Meu pai!”  “Que foi, meu filho?” “Pai, nós temos a lenha e o fogo, mas onde está o carneirinho para o sacrifício?” Uma pergunta pesada.  Como Abraão vai reagir? “Deus dará o que for preciso; ele vai arranjar um carneirinho para o sacrifício meu filho”. ASSIM CAMINHAVAM AMBOS JUNTOS.

Parece um filme de terror. A tensão cresce a cada minuto. Todos os detalhes são horríveis. Quando chegaram ao lugar que Deus havia indicado, Abraão fez um altar… arrumou a lenha em cima dele… depois amarrou Isaque… o colocou SOBRE O ALTAR… EM CIMA DA LENHA… EM SEGUIDA PEGOU A FACA… PARA MATÁ-LO!!!!!!

Mas nessa instante: “ABRAÃO, Abraão!” A voz do anjo quebra o silencio e termina esta tortura.  “Não machuque o menino e não lhe faça nenhum mal, pois agora sei que você teme a Deus, pois não me negou o seu filho, o seu único”.

Então, Deus queria ver se Abraão realmente temia a Ele. E para ver isso Deus o pôs à prova. Abraão conseguiu. E agora, o que essa historia quer nos ensinar? Devemos sacrificar os nossos filhos para mostrar a nossa fé; Devemos seguir o exemplo de Abraão?

3a parte: O EXEMPLO DE ABRAÃO.

Sim, irmãos! Abraão é um exemplo para nós. Isso ficou claro se pegarmos Hebreus 11. Lá se fala sobre OS EXEMPLOS DE FÉ. Abraão é um deles. Hebreus 11, 8-19 nos mostra a fé de Abraão. Abraão acreditou que Deus tinha dito a verdade, quando Ele lhe disse que “em Isaque será chamada a tua descendência”. Isaque foi o filho da promessa. Pelo seu filho Isaque Deus ia realizar as suas promessas. Abraão cria nisso. E por causa dessa fé Abraão considerou que Deus era poderoso até para ressuscitá-lo dentre os mortos. Isso explica a pressa de Abraão para cumprir essa tarefa. Abraão não teve dúvidas sobre o fim. Ele ia voltar com Isaque.

Abrão revelou isto no momento em que deu ordens aos seus servos (22:5). Ele lhes disse: “Esperai aqui, com o jumento… eu e o rapaz iremos até lá e, havendo adorado, VOLTAREMOS para junto de vós”. VOLTAREMOS, disse Abraão. Ele se enganou? É um lapso de língua? Não, irmãos! Não é um lapso de língua de Abraão. Nessas palavras ele mostrou a sua confiança em Deus. Ele cria: COM CERTEZA eu vou voltar para minha casa com Isaque! Abraão não tinha dúvidas sobre isso. Por isso ele correu para cumprir esta tarefa. Por isso ele não demorou; por isso nós não ouvimos nada sobre as suas preocupações. Nada.

Já ouvi esta historia várias vezes, e me tocou que muitas vezes os professores estavam falando sobre os sofrimentos de Abraão, sobre as suas dúvidas, sobre a sua fé fraca; o coração pesado, a mão tremendo, lágrimas nos olhos; Mas a bíblia não diz nada sobre isso. NADA, irmãos. A bíblia nos mostra a fé forte de Abraão; Com mão firme e decidida Abraão teria feito este holocausto, porque ele estava completamente convencido de que Deus falou a verdade. Deus ia lhe dar uma grande descendência pelo seu filho Isaque.

Não devemos colocar a nossa fé fraca em Abraão. As pessoas que estão dizendo que Abraão estava com dúvidas, com medo, com lágrimas e mais coisas que poderiam mostrar a fraqueza da sua fé; essas pessoas mesmas têm essas dúvidas; essas pessoas mesmas sentem esta falta de fé.

Não vou dizer que nós devemos sacrificar os nossos filhos. Deus não quer isso. Há mandamentos que mostram claramente que Deus não quer holocaustos de crianças. Então, nós não devemos seguir o exemplo de Abraão neste ponto, mas Abraão é um exemplo para nós. A confiança dele deve ser um exemplo para nós.

Deus pode nos chamar para uma tarefa difícil. Vou dar alguns exemplos:

Deus pode chamar uma pessoa para seguir Jesus Cristo. Mas para fazer isso essa pessoa deve mudar a sua vida; e essa mudança pode ter conseqüências fortes para sua vida; uma pessoa pode perder a amizade com os seus amigos descrentes; uma pessoa pode perder os contatos com a sua família; uma pessoa pode ser obrigada a quebrar as suas relações íntimas, pois essas relações não são conforme a vontade de Deus. Então uma tal pessoa vai sofrer, deve mudar a sua vida e não sabe o que vai acontecer depois. Mas, preste atenção. Deus chamou Abraão de Ur, a cidade dos seus pais e dos seus amigos, e lhe prometeu: sou teu Deus. Abraão foi e descobriu: Deus é fiel. Ele cumpriu as suas promessas.

Sei que essas promessas foram especiais para Abraão; mas Deus nos deu outras promessas. Jesus mandou os seus apóstolos para nos ensinar a sua promessa (Mt 28:20): “Estou convosco todos os dias até a consumação do século”. O Deus de Abraão é o nosso Deus, pelo sacrifício de Jesus Cristo. Jesus Cristo renovou a aliança de Deus; Deus não nos promete a terra de Canaã; mas ele nos prometeu um lugar no reino de Deus. Na Nova Terra. Quando ele voltar, ele vai nos levar para este lugar. Ainda não chegou este momento e devemos esperar para ver a realidade dessa promessa. E o apóstolo disse a todos nós (Hb. 10:35-39):

“Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão;
Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus,
Alcanceis a promessa”.

Então, para alcançar a promessa, devemos fazer a vontade de Deus. E o que é a vontade de Deus?
O que Deus quer que você faça? Como podemos servir a Deus com nossa vida? Pode ser que Deus nos chame para servir; pode ser que este serviço não seja fácil, pode ser que venhamos a perder família, bens, prazer, mas ganhamos a promessa de Deus. “Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque ainda dentro de pouco tempo aquele que vem virá e não tardará; todavia, o meu justo viverá pela fé. Mas se uma pessoa voltar atrás, eu não ficarei contente com ela.

Nós não somos pessoas que voltam atrás e se perdem! Pelo contrário, temos fé e somos salvos!”

Nós devemos seguir a Jesus Cristo e não desistir. Neste caminho podemos encontrar tentações, mas devemos mostrar perseverança e confiança em Deus. O nosso futuro pode ser escuro, a palavra de Deus não é. O nosso futuro pode parecer inseguro, mas Deus não é. Pois quem fez a promessa é fiel.

Amém.

___________________________________________________________________________________________________

* Exceto onde o contrário esteja explícito, todos os conteúdos deste site estão licenciados sob uma Licença Creative Commons “Atribuição – Não Comercial – Sem Derivados 3.0 Não Adaptada“.

Compartilhe!

Pr. Abram de Graaf

O pastor Abram de Graaf é “Doctorandus” (Drs) em Teologia e um dos professores do Instituto João Calvino (Aldeia, Camaragibe-PE). Ele é pastor da Igreja Reformada de Hamilton, Canadá, enviado como missionário às Igrejas Reformadas do Brasil, desde o ano 2000. É Diretor do Projeto Dordt-Brasil. Ele mora em Maceió e também desenvolve projetos nessa cidade.

Leave a Comment