Sermão preparado pelo pastor Jim Witteveen
Leitura: Eclesiastes 07.01-13
Texto: Eclesiastes 07.01-13

Amada Congregação de Nosso Senhor Jesus Cristo,

Passou muito tempo recentemente pensando sobre a morte? Você considerou nos últimos dias que seus dias estão contados? Você meditou no fato que hoje você está um dia mais perto a sua morte do que ontem? Você pensou no fato que você poderia morrer esta noite?

Se isso parece um pouco deprimente, um pouco mórbido, até um pouco patológico, não estou surpreendido. A prática da meditação na morte não é exatamente o conteúdo dos livros Cristãos mais vendidos, ou ministérios bem-sucedidos. Mas não sempre foi o caso na história da igreja. Até existem algumas práticas culturais que são lembretes de uma época quando a meditação na morte, e a realidade da morte em geral, e para todos nós pessoalmente, foi pensado a ser uma disciplina cristã essencial.

Por exemplo, há a prática dos católicos romanos, na quarta-feira de cinzas, de aplicar cinzas na testa, enquanto as palavras: “Se lembre que você é pó, e ao pó você voltará,” sao recitadas. Claro, muitas pessoas fazem isso sem entendimento do significado desta atividade, só por causa da tradição. Mas a prática mostra reconhecimento da realidade da morte, e a importância de não viver em negação, como o mundo ao redor de nós vive, em geral.

A nossa sociedade tem relacionamento estranho com a morte – relacionamento de amor e ódio, pode dizer. Por um lado, vemos a verdade do que Salomao diz em Provérbios 8.35,36: “Porque o que me achar, achará a vida e alcança favor do SENHOR. Mas o que pecar contra mim fará mal a sua própria alma. Todos os que me odeiam amam a morte.” Vivemos numa sociedade que negocia na morte. A eutanásia e o aborto são mais e mais aceitas. A nossa cultura diverte-se com a morte no entretenimento – nos filmes, programas na televisão. Aqueles que odeiam Deus amam a morte – porque eles não tem a verdadeira vida que vem por viver em relacionamento vivo com Deus, e por natureza nós seres humanos amamos o que não deveríamos.

Mas ao mesmo tempo, a realidade da morte, e a sua realidade no nível pessoal, a sua realidade para mim como indivíduo, não é algo com que a nossa sociedade lida bem. Geralmente evitamos falar sobre a morte, e prefirimos não pensar no assunto. Ouvimos sobre perdas de vidas trágicas, e muitas vezes não consideramos que o tipo da morte que nós vemos muitas vezes nas notícias pode nos impactar também. Especialmente entre os jovens, existe um sentido de imortalidade, e pouca consideração do fato que as nossas vidas podem acabar num instante.

Então, quando Salomão diz que o dia da morte é melhor do que o dia do nascimento, quando ele nos diz que é melhor ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, que a mágoa é melhor do que o riso, que o coração do sábio está na casa do luto, mas o dos insensatos na casa da alegria, talvez temos dificuldades em entender.

Mas a primeira coisa que precisamos ver é como ele coloca as declarações prévias em perspectiva. “Boa e bela coisa é comer e beber e gozar cada um do bem de todo o seu trabalho.” Essas coisas são dons de Deus, ele disse repetidamente. Mas agora parece que ele está dizendo o contrário! Não se alegra – fique triste. Não ria – seja cheia de mágoa.

O que é que podemos fazer com isso? Isso é uma contradição? Salomão está mudando a sua mensagem? Ou talvez ele está falando ironicamente ou com sarcasmo aqui? Alguns comentadores fizeram estas conclusões sobre esta passagem. Mas veja a forma dos provérbios no nosso texto.

Melhor é a boa fama do que o unguento precioso.

Melhor é o dia da morte do que o dia do nascimento.

Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete.

Melhor é a mágoa do que o riso.

Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato.

Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio, o paciente do que o arrogante.

Todas estas declarações são relativas – e elas nos mostram que qualquer coisa que é boa nesta vida é somente relativamente boa – não o bem supremo. Boa fama, uma boa reputação, pode ser melhor do que unguento precioso, mas o que é unguento precioso? Na época de Salomão, foi perfume. E perfume é algo etéreo. Talvez pode ter o perfume mais caro no mundo, mas até aquele perfume não vai durar para sempre. Você usa perfume, e depois de duas horas, o cheiro desaparece. Então, ter uma boa reputação pode ser algo bom, mas só relativamente. Não é tudo e o final de tudo.

E isso é verdade para qualquer coisa que seja boa nesta vida. Debaixo do sol, tudo é relativo nesta maneira. Pode ser melhor ter sabedoria do que não ter a sabedoria, pode ser uma vantagem para aqueles que vêem o sol, mas, como Salomão já disse, no final, o sábio e o tolo vão morrer. A sabedoria do sábio é um bem relativo, mas não é tudo. Como Salomão diz em versículo 7, “Verdadeiramente, a opressão faz endoidecer até o sábio, e o suborno corrompe o coração.” Então, esse é o primeiro lembrete que nós recebemos nesta passagem: “melhor do que” não é igual a “o melhor” – porque algo é melhor do que uma outra coisa não significa que é o melhor.

E o segundo lembrete é o seguinte: comer, beber, e se alegrar no seu trabalho, que Salomão recomenda repetidamente em Eclesiastes, não é o mesmo do que gastar todo o seu tempo na “casa da festa.” A alegria piedosa não é a mesma coisa que a risada que vem dos tolos reunidos na “casa da alegria.” A alegria cristã não é como a alegria mundana. A celebração cristã não é como a celebração mundana. Nós celebramos para lembrar – o mundo festeja para esquecer. Nós rimos porque temos razão para rir; o mundo ri para não chorar. Nós enfrentamos a realidade, com tudo que a realidade tem; não negamos nada disso. O mundo tem a tendência a evitar a realidade, a escapar, a se distrair da realidade, criando mundos de fantasia para viver.

Sim, Salomão nos diz que podemos nos alegrar e nos divertir. Mas ele também nos diz que o riso de tolos é como o crepitar dos espinhos debaixo de uma panela. Os espinhos secos queimam bem; eles fornecem muito calor para pouco tempo. Mas, ao contrário de madeira boa e sólida, os espinhos não fazem fogo bom e duradouro. Há uma instante de calor, há muito crepitar, mas o som não cozinha a comida. Isso é o riso tolo, a celebração sem sentido – no fim das contas, não tem nenhum propósito, e não tem valor. É como o “canção do insensato” que Salomão descreve em versículo cinco.

A casa da alegria, o lugar da celebração mundana, está cheia de canções tolas e sem sentido, que não fazem nada mais do que fornecer uma diversão momentânea. Esse é o objetivo final de tanta música popular – não construir, não ensinar, não encorajar, mas simplesmente providenciar uma distração. E as pessoas que criam a música popular sabem muito bem o que elas estão fazendo – elas têm um objetivo, que geralmente é simplesmente entreter. E eles fazem isso muito bem.

Mas, no fim das contas, é melhor ouvir a admoestação de um homem sábio do que ouvir a música dos tolos, não importa o quão divertida seja essa música. É melhor ser picado pelas palavras do sábio do que ser acariciado pelos elogios vazios dos tolos. É melhor dizer a verdade, mesmo que dói, do que ter seus sentimentos atenuados por alguém que não quer se magoar. Porque, a longo prazo, a dor vale a pena. Porque com a tristeza do rosto se faz melhor o coração, Salomão nos diz em versículo 3. Ser dito a verdade pode causar sofrimento, mas aquele sofrimento traz a vida.

Assim como ele fez quanto o trabalho em capítulo 6, Salomão destaque aqui que prazer, diversão, entretenimento, distração não são o princípio e o fim de tudo. Claro, é bom se alegrar, mas somente é bom se alegrar quando você tem razões corretas. É bom celebrar, mas apenas no contexto certo, com a motivação correta. É bom encontrar prazer nas bênçãos da vida, mas somente quando essas bênçãos são colocadas no seu devido lugar. Mas essas coisas não são o objetivo final da vida, e se elas são, você ficará constantemente desapontado. Eles só irão decepcioná-lo.

Então, isso serve como corretivo para quem quiser tornar o ensino prévio de Salomão um absoluto. Se somos naturalmente pessoas de coração leve, que não gostam do tipo de cristianismo severo que vemos nalgumas pessoas, rapidamente iremos à instrução anterior de Salomão, e o que ele vai dizer em Eclesiastes 9.8,9:

“Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes, e jamais falte o óleo sobre a tua cabeça. Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias de tua vida fugaz, os quais Deus te deu debaixo do sol; porque esta é a tua porção nesta vida pelo trabalho com que te afadigaste debaixo do sol.”

Então, o que podemos fazer é levar este ensino ao extremo, porque é isso que somos propensos a fazer. Se Deus diz que está certo para mim beber vinho e celebrar, deve estar certa para eu ficar bêbado. Se Deus diz que eu deveria festejar e me banquetear, então eu também poderia ser glutão, e eu nem deveria pensar em jejum. Se Deus quiser que eu me alegrar no meu trabalho, então é vou fazer isso – e é tudo que eu vou fazer.

Mas precisamos lembrar estas afirmações que dizem, “É melhor fazer isso do que fazer aquilo,” e precisamos nos lembrar de evitar os extremos – ao reagir contra a vida ascética, a vida que rejeitar o mundo completamente, não devemos nos deixar cair na vala do outro lado da estrada. Como Paulo disse em 1 Coríntios 10.23, “Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam.”

Um copo de vinho pode ser bom – mas isso não significa que duas garrafas de vinho são igualmente boas. “O festim faz-se para rir, e o vinho alegra a vida,” Salomão diz em Eclesiastes 10.19; mas isso não nos dá a permissão a usar estas boas coisas em excesso. Quando caímos em excesso em qualquer uma destas áreas – seja comer, ou beber, ou no nosso trabalho, nós mostramos que não entendemos de verdade o bem relativo destas coisas. Nós somos levados a abusar dos bons dons de Deus, para usá-los excessivamente, quando os usamos por razões erradas. Existe uma grande diferença entre regozijar-se na presença do SENHOR, como os israelitas foram ordenados a fazer, e compartilhar a alegria dos tolos na casa da festa. Podemos nos alegrar porque não somos chamados na Escritura a viver como monges. Mas isso não nos dá a liberdade a viver como os hedonistas deste mundo.

Então, Salomão escreve uma série de provérbios em Eclesiastes 7, que mais uma vez nos advertem contra a absolutização das suas conclusões nos capítulos anteriores. E ele também nos lembra que somente por meio da compreensão da natureza da vida e da realidade da morte, podemos realmente apreciar as boas dádivas que recebemos, “debaixo do sol.”

A mortalidade, e a nossa consciência de nossa própria mortalidade, são essenciais para a mentalidade cristã. Gerações anteriores de cristãos tinham uma prática de possuir coisas chamadas “Memento Mori” – que é uma frase latina que significa, “Lembre-se de que você vai morrer.” Os puritanos eram muito fortes nessa área; não porque eles fossem as criaturas mórbidas que as gerações subsequentes pensaram, mas porque eles sabiam o quão importante é viver sob a sombra da morte – e eles acreditavam fortemente em “morrer bem.”

Estes homens entenderam a oração de Salmo 90.12. Em Salmo 90, o salmista diz:

“Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melho deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos. Quem conhece o poder da tua ira? E a tua cólera, segundo o temor que te é devido? Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio.

Contarmos os nossos dias nos dá coração sábio; é reconhecimento que vamos morrer; da brevidade da vida; da importância de cada dia; e nos dá o que precisamos para viver conforme a vontade de Deus, a entender o mundo, e nosso lugar dentro o mundo.

Jonathan Edwards escreveu a resolução seguinte, que ele se lembrou a ler uma vez por semana:

“Pense muito, em toda ocasião, da minha própria morte, e das circunstâncias que vem com a morte.” Sobre esta declaração, um biógrafo de Edward escreveu: “A memória da morte, entretanto, não levo Edwards ao fatalismo. Em vez disso, foi uma motivação ao ativismo, à dedicação à religião e a Deus.”

Este autor acrescenta: “O puritanismo é descrito como ‘o medo persistente que alguém, nalgum lugar, poderia ser feliz.’ Mas todo esta auto-regulação não foi feito por si mesmo, nem porque Edwards não encontrou prazer na vida. Não, precisamos entender a meta maior: a rendição completa do ego para a glória de Deus, que foi tudo para Edwards. Muito da fé pessoal de Edwards, mesmo como a sua teologia formal, pode ser entendida através desta declaração: O propósito de Deus na criação e na redenção do mundo é a Sua própria glória, a comunicação da essência de Deus.”

Portanto, esta não é a morbidade por causa da morbidade, ou algum tipo de obsessão com a morte. Salomão não diz que precisamos nos tornar como os jovens que pintam os seus rostos brancos e andam nas ruas com a aparência de cadáveres. Nem ele significa que precisamos desistir do mundo, porque de qualquer maneira todos nós vamos morrer. Isto é, como escreveu o biógrafo de Jonathan Edwards, “um impulso para a ação.” Quando nos lembramos que a vida é curta, e a eternidade é longa, vemos a vida na sua própria perspectiva. Quando lembramos que cada dia pode ser nosso último, queremos fazer algo significativo de cada dia.

Quando consideramos a nossa própria mortalidade, e o fato que as circunstâncias de nossa morte estão inteiramente fora do nosso controle, devemos ser levados a confiar no Senhor, que tem a vida e a morte nas suas mãos. Quando consideramos a morte, somos levados a estar preparados para a morte – estar preparados para encontrar Deus. Seremos levados a nos perguntar: “Estou pronto? Estou pronto para ficar diante o tribunal de Cristo? Tenho confiança de que, quando fico ali, que Deus me acolhe na presença dele, não por minha causa, mas por causa de Cristo, aquele em quem eu confio?” E quando nos entristecemos pela morte, como deveríamos ser, somos lembrados do pecado e as suas consequências.

E também somos lembrados, quando consideramos a morte, de Cristo e da Sua morte, e a Sua obra vivificante. Nós afligimos quando nossos queridos morrem; a casa do luto permanence a casa do luto, e o sofrimento não é apenas normal, também é apropriado e correto se afligir. Mas quando nos entristecemos por amados que morrem em Cristo, não temos que sofrer como aqueles que não têm esperança; porque a morte não é o fim para nós, mas um novo começo.

A morte acaba o pecado e o sofrimento, os resultados do pecado, e nos transforma, nos leva à presença do nosso Senhor. A morte é uma realidade neste mundo caído, e a tristeza e o luto também são realidades. Lamentamos a morte, mas não temos que temê-la; porque quando confiamos na Palavra de Deus, sabemos que a morte não marca o fim da nossa existência – não é uma entrada em nada. Nem é uma passagem para a próxima rodada num ciclo sem fim de mortes e renascimentos, que finalmente termina em nada.

Quando confiamos no Verbo feito carne, em Jesus Cristo, não temos que temer a punição – porque a punição que nós merecemos foi recebido por nosso Salvador. Não precisamos evitar pensarmos na morte porque não queremos pensar no inferno – porque somos salvos do inferno por Ele que sofreu o tormento do inferno na cruz.

Mais uma vez, nós vemos os dois lados, e somos lembrados a não sermos pessoas unidimensionais. Somos lembrados de algo sobre a natureza da vida Cristã – a vida daqueles que choram, mas que recebem a consolação, e, no mesmo tempo, a vida daqueles que sempre regozijam no Senhor. Nós sabemos como podemos lamentar, pelas razões certas; e também nos sabemos como podemos nos alegrar. O nosso luto é feito significativo em Cristo, e a nossa alegria também é uma verdadeira alegria nEle.

O Apóstolo Paulo se descreve, e descreve os seus companheiros, como homens “desconhecidos e, entretanto, bem conhecidos; como se estivéssemos morrendo e, contudo, eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo” (2 Coríntios 6.9,10).

Então, nós celebramos, mas não somos frívolos. Lamentamos, mas não somos desesperados. Deus nos revelou o significado e o propósito da vida – e enquanto é muitas vezes incompreensível a nós, e os planos de Deus são escondidos de nós, e o futuro é desconhecido por nós, recebemos a sabedoria e entendimento pelo Espírito Santo. E precisamos crescer naquela sabedoria – crescer em entendimento, ter o coração do sábio, aplicar essas coisas ao nosso coração.

Por isso um funeral é melhor professor do que um nascimento; por isso, sepultar alguém no cemitério é mais instrutivo do que festejar sem motivo. Porque reconhecer a realidade da morte, em todos os seus aspetos, na consideração séria da realidade, meditando nela, nos ajuda a ver a realidade da vida com mais clareza.

A morte orienta o homem para a vida autêntica, e não falsa. O fim da vida é, por assim dizer, o fundamento do ser. A morte deve ser plenamente aceita para viver a vida boa, por mais mínima que possa parecer.”

Então, finalmente, precisamos ser levados a levar a vida a sério. Precisamos ser mais pensativos sobre a vida do que costumamos ser. Nós precisamos ser mais contemplativos, mais conscientes do que o mundo ao redor de nós, que é tão superficial. Precisamos pensar profundamente sobre a natureza da vida, sobre a brevidade da vida, sobre o fim da vida. E quando fazemos isso, não é que nos obsessemos com a morte. Em vez disso, nos tornamos mais habilitados em viver – em viver a vida para a glória de Deus, a vida dirigida por e para Jesus Cristo, a vida “debaixo do sol,” com o conhecimento de que a vida debaixo do sol não é tudo que existe.

A vida é dom de Deus, dom precioso, dado a nós para que nós possamos usá-la para glorificar a Ele. E podemos fazer isso. Podemos celebrar a vida. Podemos viver no caminho de Deus, quando entendemos a morte, quando reconhecemos a nossa própria mortalidade. Que nós, os vivos, em Cristo, apliquem esta sabedoria ao nosso coração. Amém.

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** Este sermão foi originalmente escrito para uso do pastor e não passou por correção ortográfica ou gramatical.

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Pr. Jim Witteveen

Pastor missionário das igrejas reformadas do Brasil e diretor do Instituo João Calvino.