Sermão preparado pelo pastor Jim Witteveen
Leitura: Eclesiastes 02.01-26
Texto: Eclesiastes 02.24,25

Amada Congregação de Nosso Senhor Jesus Cristo,

O que fará o homem que seguir ao rei? Só o que outros já fizeram.

O Rei Salomão era homen rico, poderoso, privilegiado. Ele herdou o trono de Israel do seu pai Davi, mas ele recebeu sabedoria de Deus – e muito mais. E enquanto ele recebeu este “muito mais,” ele decidiu usar esta sabedoria para fazer uma experiência – com ele como sujeito. Ele se provou com prazeres – e se nós realmente queremos entender esta passagem, precisamos notar bem do que ele diz em versículo 3: quando ele fez esta experiência grande, ele regeu-se pela sabedoria; e em versículo 9, onde ele afirma o mesmo: perseverou também comigo a minha sabedoria.

Depois de ler sobre o estilo de vida adotado por Salomão, é difícil acreditar que ele está perfeitamente honesto conosco aqui. Pensando em todas as atividades em que ele participou – o vinho, os escravos, o dinheiro, os cantores, as mulheres – temos dificuldade em acreditar que esta experiência da vida foi realmente regida pela sabedoria, e que ele não era, realmente, um homem rico tolo, caindo nos excessos que a riqueza extrema permitem. Mas precisamos aceitar a palavra dele. Isso foi uma prova. Ele era homem sábio, provando os limites de sabedoria, sabedoria que foi uma dádiva de Deus.

Ao longo dos séculos desde Salomão escreveu Eclesiastes, a grande maioria das pessoas que liam Eclesiastes nunca se aproximou da riqueza e dos prazeres terrenos que Salomão descreve aqui. Algumas pessoas dizem que a melhor maneira de aprender é pela experiência – mas não é verdade. A melhor maneira de aprender é a experiência dos outros. E aqui, com esta instrução, nós temos a oportunidade de fazer isso. Salomão nos ensina, e nos dá a oportunidade de aprender, sem ter que passar pela miséria que ele passou.

Agora temos duas coisas que são difíceis de acreditar – primeiramente, que Salomão não era simplesmente hedonista que usava sua riqueza para comprar o que seu coração desejava, simplesmente porque ele era glutão egoista. E, em segundo lugar, que Salomão ficou miserável. Você pode se perguntar: “Como é possível que alguém com a capacidade de fazer tudo o que seu coração desejava ficasse miserável?” E também você pode pensar, “Sim, certo – isso foi uma prova. Eu queria ter a oportunidade de provar a mim mesmo na mesma maneira!’

Mas no final das contas, Salomão chegou a estas conclusões:

  • a felicidade é vaidade
  • o riso é loucura
  • a alegria é inútil
  • o trabalho é vaidade e correr atrás do vento
  • não há nada a ganhar debaixo do sol

E esses pensamentos levaram a um pensamento final: “Pelo que aborreci a vida, pois me foi penosa a obra que se faz debaixo do sol; sim, tudo é vaidade e correr atrás do vento. Também aborreci todo o meu trabalho, com que me afadiguei debaixo do sol, visto que o seu ganho eu havia de deixar a quem viesse depois de mim.”

Então, no início desta mensagem eu citei a segunda metade de versículo doze: “Que fará o homem que seguir ao rei? O mesmo que outros já fizeram.” E precisamos considerar esta declaração; porque realmente, até o século 20, na verdade, poucas pessoas poderiam se relacionar ao que Salomão diz aqui. O que ele fez foi completamente estranho a eles. Mas agora, pense na grande prova que Salomão fez, se é realmente estranho no nosso mundo, no século 21.

  • Ele resolveu no seu coração se dar ao vinho
  • Ele edificou para si casas
  • Ele plantou para si vinhas
  • Ele fez jardins e pomares, e plantou árvores frútiferas de toda espécie
  • Ele fez açudes, para regar com eles o bosque em que reverdeciam as árvores
  • Ele comprou servos e servas
  • Ele tinha bois e ovelhas
  • Ele amontoou para si prata e ouro e tesouros de reis e de províncias
  • Ele empregou cantores e cantoras

Ele animou o seu corpo com vinho. Isso não significa que ele bebeu em excesso – mas a riqueza lhe deu a oportunidade de tornar-se conhecedor de vinhos finos, para importar as melhores safras no mundo.

Ele construiu casas. Uma casa de verão nas montanhas, onde ele poderia escapar o calor. Uma casa de inverno, onde ele poderia escapar o frio e a neve. Um refúgio de fim de semana, onde ele poderia passar alguns dias de folga, e relaxar.

Ele plantou vinhas e criou jardins e parques com árvores frutíferas, com sistemas de irrigação para manter a vegetação.

Ele comprou escravos, e os escravos que ele comprou tinham filhos próprios, que se tornaram escravos junto com seus pais.

Seus rebanhos, de gado, de ovelhas, eram grandes, e suficientes para alimentar cidades inteiras.

Ele acumulou uma fortuna de ouro – um vaso de prata tornou-se o equivalente de um pedaço de cerâmica no reino dele.

E ele tinha acesso aos maiores músicos no mundo – cantores e tocadores, para mantê-lo entretido, 24 horas por dia, sete dias por semana.

E agora, pense na vida dos seus sonhos – a vida que muita gente no mundo hoje em dia tem a oportunidade a viver. Os ricos não tem escravos, mas todos nós temos pessoas que nos servem, diariamente. Talvez temos sonhos sobre casas grandes com terraços amplos, vinhas finas e comida rica, ferias na praia ou nas montanhas, viajens a locais exóticos. Salomão provou este tipo de vida numa época em que o homem médio não tinha a oportunidade a fazer nenhuma destas coisas. Mas agora, em muitos países, a pessoa média pode fazer a mesma prova – e muitos fazem, e muitos falham. Talvez não temos nossos próprios músicos, mas todos nós na nossa época tem acesso a um mundo de música na Internet – nunca precisamos viver um só momento em silêncio.

O que pode fazer o homem que vem depois do rei? Só o que já foi feito.

Plantamos os nossos jardins. Bebemos o nosso vinho e nos alegramos. Gostamos da música e da comida e das ferias e dos bens. Encontramos prazer no nosso trabalho, e temos certeza que merecemos todas as coisas que temos, ou talvez que merecemos coisas que não temos, porque, no fim das contas, nós fizemos o trabalho, e não há pecado em trabalho duro, né?

Mas Salomão fez tudo isso com coração dirigido por sabedoria. Há um tipo de melancólia nas ações de Salomão. É uma tentativa de voltar ao jardim, às condições do Paraíso – as grandes obras, as casas e os vinhedos, os jardins e os parques, as àrvores frutíferas, as piscinas, os rebanhos. Parece paraíso. Mas falta algo – algo que o leva a sua conclusão: tudo é vaidade, e tudo é vapor, névoa, muita fumaça. Não havia nada a ganhar com tudo isso, e no final, nem havia nada a ganhar com a sabedoria.

Porque você pode ser homem sábio ou tolo, mas não importa – esta vida chegará ao fim. O mesmo evento acontece com todos eles. Então, qual é o objetivo? Você pode ser sábio, ou você pode ser idiota, mas, de uma forma ou de outra, você vai parar de respirar, e o seu corpo será abaixado no chão. E quando você morre, o que acontecerá a todas as suas grandes realizações?

Você só tem que olhar para o que acontece às pessoas que herdam grandes riquezas para ver por si mesmo – um pai trabalha duro ao longo da sua vida, e toma decisões de negócios inteligentes, e torna-se rico. Ele deixa suas posses, seus negócios, e seu dinheiro para seus filhos. Mas o que eles vão fazer com isso? É provável que tudo que ele ganhou por meio do seu trabalho só será desperdiçado. E mesmo que não seja desperdiçado, o fato permanece: alguém que não fez o trabalho vai se beneficiar com o trabalho do pai. Vaidade.

Assim, a sabedoria de Salomão leva ao ódio – ódio à vida, ódio ao trabalho. Este homem rico e privilegiado descobre que os dias de uma pessoa estão cheios de tristeza. Seu trabalho é uma vexação. E, mesmo a noite, seu coração não encontra descanso.

Então, o que é que nós aprendemos disso? Entendendo que tudo isso é vaidade, que não há nada ganhado debaixo do sol, que nenhuma destas coisas vai providenciar o significado que precisamos na nossa vida, é a verdade que nós realmente precisamos odiar esta vida? Não devemos amar a vida, e desfrutar a vida? Devemos não odiar, né? Em resposta a esta pergunta podemos dizer que quando o Pregador disse que ele odiava a vida, ele se encontrou em boa companhia – a companhia dos sábios e fiéis: Jó, Asafe, e Davi.

Pense nas palavras de Jó, em Jó 3.2-5, onde ele “amaldiçoou o seu dia natalício”:

“Disse Jó: Pereça o dia em que nasci e a noite em que se disse: Foi concebido um homem! Converta-se aquele dia em trevas; e Deus, lá de cima, não tenha cuidado dele, nem resplandeça sobre ele a luz. Reclamem-no as trevas e a sombra de morte; habitem sobre ele nuvens; espante-o tudo o que pode enegrecer o dia.”

Ou as palavras do salmista em Salmo 77.2,3:

“No dia da minha angústia, procuro o Senhor; erguem-se as minhas mãos durante a noite e não se cansam; a minha alma recusa consolar-se. Lembro-me de Deus e passo a gemer; medito, e me desfalece o espírito.”

Ou as palavras de Davi em Salmo 69.20:

“O opróbio partiu-me o coração, e desfaleci; esperei por piedade, mas debalde; por consoladores, e não os achei.”

E então considere as palavras do Senhor Jesus em Lucas 14.26:

“Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.” Muitas vezes nós focamos na parte sobre “pai e mãe e mulher e filhos e irmãos e irmãs” – mas presta atenção ao que o Senhor diz: “Se alguém vem a mim e não aborrece a sua própria vida, não pode ser meu discípulo!

Agora, recebemos vários exemplos na Escritura de homens que odiavam as suas próprias vidas por causa da depressão e da auto-comiseração. Elias queria morrer, porque ele acreditava que ele era o único homem fiel em Israel, e todos o odiavam. Jonas queria morrer, porque ele não queria pregar o evangelho à gente que ele não amava.

E também ouvimos sobre o ódio insensato – os tolos odeiam outras pessoas, eles odeiam a sabedoria, o amor, a verdade, e o conhecimento, Salomão nos diz em Provérbios. Mas o que Salomão está expressando aqui em nosso texto é um ódio sábio – e como ele continuará a dizer no próximo capítulo, há um tempo para odiar. Salomão não diz aqui que ele odeia a Deus – mas que ele odeia o que esta vida se tornou. Não importa quanto esforço você use, não importa quantos recursos você tenha, não importa quão rico você seja, não importa quanta sabedoria você possui, os portões do Éden ainda são guardados pelos querubins e a espada flamejante que se muda em todas as direções para proteger o caminho à arvore da vida.

Não importa o que você faça – esta vida não fornecerá o que fez antes da queda no pecado. Um homem sábio percebe isso – entende-se, e continua com a vida a partir daí. Quando dizemos que Salomão odeia a vida, não dizemos que ele sempre fez, ou que ele sempre o fará. A vida de Salomão não pode ser definida por esta única frase ou este único tempo, mas ao caráter e à história de Deus em relação a Salomão e ao mundo.

E podemos ver a verdade disso na última frase de Salomão, a frase que Martin Lutero leio como o ponto central de Eclesiastes: “Nada há melhor para o homem do que comer, beber, e fazer que a sua alma goze o bem do seu trabalho. No entanto, vi também que isto vem da mão de Deus, pois, separado deste, quem pode comer, ou quem pode alegrar-se?”

“Coma, beba, e faça que a sua alma goze o bem do seu trabalho.” É conselho simples, realista, e sólido. E o conselho é acompanhado por uma declaração importante que a qualifica: Isto vem da mão de Deus. De onde vem o nosso pão de cada dia, as necessidades da vida? De Deus. Sem a Sua benção, nem o nosso cuidado, nem o nosso labor, nem mesmo os Seus dons, podem nos fazer bem algum.”

Precisamos odiar o que a vida se tornou por causa do pecado. Precisamos lamentar o estado do mundo, e o estado de nós mesmos. Precisamos lamentar o fato que a vida debaixo do sol é muito distante do que deveria ser. Precisamos entender que não podemos encontrar significado e propósito, debaixo do sol. Mas quando lembramos que tudo que temos é dom de Deus, um dom para ser desfrutado, e usado, no seu lugar apropriado, com a atitude correta, podemos, e de fato, somos exigidos, a beber e comer e encontrar a alegria no nosso trabalho.

Deus é verdadeiramente gracioso. Esta vida não é um inferno, apesar do que merecemos, e até as exigências de Deus, de adoração e serviço e dedicação completa, são exigências graciosas. Ele dá – e quando nós lembramos que Ele dá, e damos graças por essas dádivas, podemos nos alegrar nessas dádivas. Vemos isso em Deuteronômio 14.22 e seguinte, onde Moisés dá este mandamento a Israel sobre a sua adoração:

“Certamente, darás os dízimos de todo o fruto das tuas sementes, que ano após ano se recolher do campo. E, perante o SENHOR, teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos do teu cereal, do teu vinho, do teu azeite e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer o SENHOR, teu Deus, todos os dias. Quando o caminho te for comprido demais, que os não possas levar, por estar longe de ti o lugar que o SENHOR, teu Deus, escolher para ali pôr o seu nome, quando o SENHOR, teu Deus, te tiver abençoado,

então, vende-os, e leva o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar que o SENHOR, teu Deus, escolher. Esse dinheiro, dá-lo-ás por tudo o que deseja a tua alma, por vacas, ou ovelhas, ou vinho, ou bebida forte, ou qualquer coisa que te pedir a tua alma; come-o ali perante o SENHOR, teu Deus, e te alegrarás, tu e a tua casa.”

E, na nossa celebração da Santa Ceia, o SENHOR nos dá os meios para fazer a mesma coisa – a comer e beber, e a encontrar a alegria na Sua presença. Nós celebramos juntos – e aquela celebração é algo dada a nós, como decreto de Deus. Buscamos nossa comida e nossa bebida de Deus, em fé, confiando que Ele vai providenciar tudo que precisamos – talvez não tudo que queremos, mas tudo que é necessário.

E damos graças a Deus, por tudo que temos. E precisamos fazer isso enquanto nós estamos colocando todas esses dons no seu lugar apropriado. Eles são destinados a ser aproveitados, mas eles não são permanentes. Eles são destinados a ser usados, mas eles não providenciam o significado às nossas vidas. Eles são destinados a providenciar prazer, mas eles não podem providenciar o prazer supremo. Eles são bênçãos – mas eles não são a benção maior.

Como devemos viver? Paulo nos diz em 1 Timóteo 2 que devemos viver vida “tranquila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador.” E em 1 Timóteo 6, ele nos diz que “de fato, grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento. Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes.”

E em 1 Tessalonicenses 4: Vos exortamos a diligenciardes por viver tranquilamente, cuidar do que é vosso e trabalhar com as próprias mãos, como vos ordenamos; de modo que vos porteis com dignidade para com os de fora a de nada venhais a precisar. E finalmente, em 2 Tessalonicenses 3, trabalhe tranquilamente, coma o seu próprio pão.

Realmente, irmãos, não é tão complexo. Não é um bicho de sete cabeças. Mas o fato que isso é possível, tendo em consideração o estado do mundo, tendo em consideração o que o homem fez à boa criação de Deus, é um milagre – um milagre operado através de Cristo. Ele transforma a vida. Ele transforma o mal no bem. O Catecismo Maior de Westminster descreve a vida sob o sol como um mundo caraterizado por cegueira do entendimento, sentimentos depravados, fortes ilusões, dureza de coração, remorso na consciência e afetos baixos; e todos os outros males que caem sobre nós em nossos corpos, nossos bens, relações, e empregos – juntamente com a morte. É bom ser lembrado desta realidade, especialmente quando tudo está correndo bem na nossa vida; porque somos facilmente enganados, e é fácil esquecer; e por isso não odiamos a natureza degradada deste mundo como devemos.

Mas neste mundo, cheio de sofrimento e mal, cego, coberto em escuridão, Deus enviou o Seu Filho, a luz. Através dos olhos de fé podemos ver a realidade deste mundo, e odiar esta realidade – e amar o nosso Salvador por causa do que Ele fez. E pelo poder do Espírito Santo, que habita em nós, devemos lembrar o que João diz em 1 João 2.15-17, e deixar estas palavras formar a nossa atitude sobre esta vida:

“Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente.”

Essa perspectiva precisa guiar a nossa vida. Não podemos realizar nada nesta vida que Salomão não realizou já milhares de anos atras. Isso já foi feito. Repita a experiência ao seu próprio risco. Você não vai aprender nada mais do que Salomão já nos ensinou. Deus deu a sabedoria a Salomão, e permitiu ele a entender esta vida, e todos os aspetos desta vida, na perspectiva certa. Então, aproveite a esta vida. Busque o que você precisa dEle; lembre-se que as coisas mais simples, e mais necessárias, nosso pão de cada dia, não vão a nós por acaso, mas da mão paternal de Deus. Ele é a única fonte de todo o bem. Não é nosso trabalho. Não são as nossas habilidades. Não é o curso natural da vida. Não é o governo, ou o sindicato, ou a família. É Deus que dá, e é Deus que precisamos pedir. Lembrando isso, podemos gozar os dons de Deus – a comida, a bebida, e o trabalho que Ele nos dá para fazer. Mas lembre-se: não são as coisas deste mundo que têm significado – é o dom de Deus em Jesus Cristo, nosso Senhor.

Amém.

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** Este sermão foi originalmente escrito para uso do pastor e não passou por correção ortográfica ou gramatical.

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Pr. Jim Witteveen

Pastor missionário das igrejas reformadas do Brasil e diretor do Instituo João Calvino.