Sermão preparado pelo pastor Jim Witteveen
Leitura: Romanos 08.18-39
Texto: Eclesiastes 01.01-11

Amada Congregação de Nosso Senhor Jesus Cristo,

Em 1926, o escritor Ernest Hemingway publicou um livro chamado em Inglês “The Sun Also Rises,” “O Sol Também Se Levanta,” em Português. Na inscrição deste livro os versículos 4 a 7 de Eclesiastes 1 são citados:

“Geração vai e geração vem; mas a terra permanece para sempre. Levanta-se o sol, e põe-se o sol, e volta ao seu lugar, onde nasce de novo. O vento vai para o sul e faz o seu giro para o norte; volve-se, e revolve-se, na sua carreira, e retorna aos seus circuitos. Todos os rios correm para o mar, e o mar não se enche; ao lugar para onde correm os rios, para lá tornam eles a correr.”

O livro de Eclesiastes se encontrou na cultura popular em muitas maneiras – mas esta citação é especialmente importante, porque este livro descreveu a vida da assim-chamada “geração perdida” – a geração que viveu na Europa nos anos depois da Primeira Guerra Mundial. O autor foi citado dizendo, “A vida de todos os homens acaba na mesma maneira. Só os detalhes sobre como ele viveu e como ele morreu servem para distinguir um homem do outro.”  E cedo da manhã, no segundo dia de julho, 1961, Ernest Hemingway encontrou sua espingarda e suicidou-se com um tiro.

Talvez você ouviu o nome deste autor. Os livros dele são estudados em escolas e universidades no mundo inteiro.  Mas são duas coisas sobre o trabalho dele, e sobre a vida dele, e, na verdade, sobre o trabalho e a vida de todos nós que são verdadeiras:

Primeiramente, ele realizou nada novo.

E, em segundo lugar, ele vai ser, e já tem sido, entre a maioria das pessoas no mundo, esquecido.

“Vaidade de vaidades, diz o Pregador; vaidade de vaidades; tudo é vaidade.”

Estas são as palavras de Salomão, o Pregador. A mensagem do Pregador tem sido desentendida e abusada, e, muitas vezes, porque a mensagem parece tão negativa, tão desesperada, ignorada. Mas Eclesiastes, a mensagem do Pregador, fala a nossa cultura, a nossa geração, numa maneira que é completamente única. Este livro é um dos livros mais notáveis já escrito, e nele o rei que recebeu a sabedoria do Senhor revela a vida debaixo do sol como é na verdade: “Vaidade de vaidades.”

Mas antes de entrar profundamente na mensagem de Salomão, precisamos entender esta declaração, o tema do livro: “Vaidade de vaidades.” O que é que esta frase significa? É uma pergunta fundamental, porque uma falta de entendimento desta declaração vai levar a desentendimento do livro inteiro.

Encontramos a palavra “vaidade” pela primeira vez na Bíblia em Gênesis 4.2, como nome – o nome do filho de Adão e Eva, Abel. Isso é o nome dele – “Vaidade,” conforme a nossa tradução. O significado literal desta palavra, “hebel,” a palavra Hebraica, é “névoa,” ou “vapor.” É importante destacar em primeiro lugar que esta palavra não significa “sem sentido,” ou “sem significado,” ou “inútil.”

Nem significa “vaidade” na maneira em que nós pensamos nessa palavra, geralmente. Conforme o meu dicionário, vaidade significa “qualidade do que é vão, vazio, firmado sobre aparência ilusória,” ou “valorização que se atribui à própria aparência, ou quaisquer outras qualidades físicas ou intelectuais, fundamentada no desejo de que tais qualidades sejam reconhecidas ou admiradas pelos outros.” Alguém que é vão passa muito tempo na frente do espelho. E a outra definição de vaidade, “vazio, firmado sobre aparência ilusória,” não realmente captura o significado ta palavra tampouco. Mas se você pensa em vaidade como vapor, ou névoa, isso aproxima o que Salomão está dizendo ao longo do livro de Eclesiastes: “Vapor de vapores, diz o Pregador, vapor de vapores. Tudo é vapor.”

Quando combinamos esta declaração com o que Salomão diz nove vezes no resto do livro, “Eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento,” recebemos uma idéia mais clara sobre o que ele está dizendo aqui nesta declaração tão importante. A vaidade é vapor, névoa, fumaça, e correr atrás do vento significa tentar a capturar algo que, por sua própria natureza, não pode ser capturado.

E “vaidade de vaidades” é um tipo de expressão usada muitas vezes na Bíblia. Pense na área do tabernáculo chamada o Santo dos Santos – o lugar mais santo no tabernáculo ou no templo. O pense em Jesus – o rei dos reis, Senhor dos senhores. Significa o máximo – Jesus é o rei máximo, e o Santo dos Santos é o lugar mais santo. E “vapor de vapores,” ou “névoa de névoas” é o máximo em vapor, o máximo em névoa. É algo que não pode ser segurado na mão, ou guardado.

Eclesiastes é livro de sabedoria. E precisamos de sabedoria, precisamos de entendimento, para viver e suceder num mundo cheio de loucura, de insensatez, para viver e lutar contra a nossa natureza pecaminosa, que é tola em si. Precisamos de sabedoria para entender o significado da vida, o propósito de nossa existência – por que estamos aqui. E isso é a mensagem de Eclesiastes.

E a primeira área da vida que recebe a atenção do Pregador é a área de trabalho – a labuta. Ele faz uma pergunta no versículo três: “Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho, com que se fadiga debaixo do sol?” E é uma pergunta que espera uma resposta específica – “Nada.” Primeiramente, não realizamos nada novo, e em segundo lugar, o nosso trabalho não será lembrado.

Problema Número Um: Não há nada novo debaixo do sol.

Pense nisso: “Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Não! Já foi nos séculos que foram antes de nós.” Eu tenho um exemplo pessoal: este sermão era novo quando eu o preguei pela primeira vez – eu o escrevi na semana antes da primeira pregação. Eu fiz a pesquisa, eu trabalhei para entender o texto, e escrevi uma mensagem que eu esperei ajudaria e encorajaria o povo de Deus. Mas estou dizendo algo novo? Não – nem sequer dizendo algo novo em comparação com os últimos sermões que eu preguei nas últimas semanas, e nada que não foi pregado sobre este capítulo ao longo dos séculos passados. Sermões não são nada novo, e este sermão, novo para mim, e novo para vocês, não é nada novo tampouco. Não há nada novo debaixo do sol.

Alguém escreve um romance. Talvez é um grande romance, uma obra amada pelos críticos, recebida por leitores com alegria. É algo novo? Não é. Desde o início do mundo, pessoas contam histórias. Isso não é nada novo. A forma pode mudar. Pode ser publicado eletronicamente, não escrito por mão em rolos de papel. Mas a forma não é nova. As personagens na história podem ser diferentes, e o que acontece às personagens pode ser único. Mas existe uma maneira de escrever uma história que é completamente nova? Não é possível. A história permanece a mesma coisa – só há poucas formas que um autor pode usar. Você pode escrever o melhor livro na história do mundo, e, na verdade, não vai ser nada novo.

Alguém desenvolve uma nova tecnologia. O que é? É um iPad. É novo. Então, o que é que esta maquina pode fazer? Bem, pode assistir filmes. Mas… isso não é novo. Pode usar para ler livros. Ah, nem isso é novo. Pode usar o iPad para brincar. Também, nada novo. Pode usar como calculadora. Ah, alguém inventou o ábaco há milhões de anos. É realmente algo novo? Não, não é.

Alguém escreve uma nova música. Parece como uma outra música – as notas musicais são as mesmas notas usadas para escrever todos os outros cânticos já escritos. Talvez é uma canção de amor – como um milhão de outras canções. Ou uma música que expressa a angústia do adolescente – como milhares de outras. Etcetera. Não é nada novo.

A mensagem aqui é que você tem, como seu objetivo, a idéia que você vai realizar algo novo, ou que você vai fazer algo que nunca foi feito no passado, você vai falhar. Se você pensar nisso, pode pensar em algo que pode parecer novo. Neil Armstrong era astronauta Americano, o primeiro homem a andar na lua. Foi evento único que aconteceu em 1969. Mas, essencialmente, Neil Armstrong era desbravador. Adão era o primeiro desbravador, e ele fez isso seis mil anos atrás. Neil Armstrong era apenas um viajante. Ele viajou a um lugar que ninguém visitou antes dele – mais ele precisava caminhar, passo por passo, mesmo que todos nós. Ele caminhou, respirou, falou, explorou, viajou – e tudo isso foi feito por milhões de pessoas antes dele.

É vaidade de vaidades – vapor de vapores. E por isso muitos artistas incrédulos – músicos, autores, atores, caiem em desespero. Porque eles querem desesperadamente a criar algo novo – há algo dentro deles que os leva a se expressar, e a tentar fazer isso numa maneira nunca realizada no passado. Mas quando você entende que isso não é possível, o propósito da sua vida é perdido. O sucesso não fornece o que foi prometido, porque o sucesso nunca foi destinado a fazer isso. Tentar encontrar significado no seu trabalho é vapor, porque você nunca vai ser capaz de fazer nada novo.

Problema #2: Não há lembrança das coisas que procederam

Mas a segunda coisa que Salomão nos diz sobre o nosso trabalho é que não será lembrado. Claro, existem exceções que podemos mencionar – o trabalho de Leonardo da Vinci ainda é lembrado. As obras de Miguel Angelo são lembradas e admiradas. Muitas pessoas conhecem Dom Quixote, o livro famoso de Miguel Cervantes, e ele faleceu quatro centos anos atrás. Mas como Ernest Hemingway, até a memória destas personagens famosas é mantida viva por um grupo de gente limitado – e quantos anos esta memória vai permanecer? Quem lembra o nome do engenheiro que construiu o Canal do Panamá? Quem lembra o outro homem que foi na mesma viagem à lua com Neil Armstrong? Quem lembra o nome do presidente de Alemanha depois de Adolf Hitler?

Um dos melhores poemas já escrito é Ozimândias, por Percy Bysshe Shelley. E a grandeza deste poema fica na maneira em que a mensagem concorda com a mensagem de Eclesiastes:

Ao vir de antiga terra, disse-me um viajante:

Duas pernas de pedra, enormes e sem corpo,

Acham-se no deserto. E jáz, pouco distante,

Afundando na areia, um rosto já quebrado,

de lábio desdenhoso, olhar frio e arrogante

Mostra esse aspecto que o escultor bem conhecia

Quantas paixões lá sobrevivem, nos fragmentos,

À mão que as imitava e ao peito que as nutria

No pedestal estas palavras notareis:

“Meu nome é Ozimândias, e sou Rei dos Reis:

Desesperai, ó Grandes, vendo as minhas obras!”

Nada subsiste ali. Em torno à derrocada

Da ruína colossal, areia ilimitada

Se estende ao longe, rasa, nua, abandonada.

“Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas posteriores também não haverá memória entre os que hão de vir depois delas.”

O que Salomão diz aqui nega tudo que o mundo incrédulo quer acreditar: e isso também é nada novo. Num texto antigo Egípcio, “A imortalidade dos Escritores,” somos ditos: “O homem apodrece, o cadáver dele é pó, todos os seus parentes faleceram; mas um livro o causa a ser lembrado. Num outro antigo texto dos Egípcios, podemos ler, “A vida na terra não é longa. Feliz aquele que é lembrado.”

Isso foi a busca da imortalidade dos antigos Egípcios – incorporada nos monumentos e nas tumbas dos Faraós. As pirâmides permanecem. A esfinge permanece. Mas os homens que construíram estes monumentos, e os homens para quem estes monumentos foram construídos, tem sido esquecidos. Se isso é a verdade sobre estes homens grandes dos séculos passados, quanto mais verdadeiro será sobre nós, pessoas médias, aqui esta noite? As estrelas do século passado são esquecidas. É dito que pessoas podem experimentar 15 minutos de fama – e parece que isso é a duração da fama. Os grandes atletas são esquecidos. Os músicos que encantam uma geração sao esquecidos pela próxima. E quantos pessoas se lembram hoje que John Lennon uma vez disse que os Beatles foram mais populares do que Jesus Cristo?

Quando você pensa no seu trabalho, na sua labuta, você está pensando nalgo que é uma grande parte da sua vida. O seu trabalho é o que se define como uma pessoa. Quando nós encontramos uma pessoa pela primeira vez, muitas vezes a nossa primeira pergunta é, “Qual tipo de trabalho você faz?” Então, precisamos pensar em nosso trabalho sabiamente. Precisamos nos lembrar que o nosso trabalho é vapor. No final das contas, não vamos realizar nada novo, e qualquer coisa que realizamos será esquecida – logo, não séculos no futuro.

Então, se aquelas motivações são inúteis, se trabalho para realizar estes propósitos vai, no final, somente levar a desespero, o que é que podemos fazer?

  1. A Solução: Jesus Cristo

E aqui precisamos ir além de Eclesiastes, àquele que disse estas palavras:

“A rainha do Sul se levantará, no Juízo, com esta geração e a condenará; porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis aqui está quem é maior do que Salomão.” Em 1 Coríntios 1.24, o Apóstolo Paulo o chama “o poder de Deus e a sabedoria de Deus.” E logo no mesmo capítulo ele escreve, “Vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção.”

Nele, toda a literatura de sabedoria do Antigo Testamento, incluíndo Eclesiastes, encontra a sua realização. Nosso texto nos diz que não há nada novo debaixo do sol. Ouvimos que o que foi é o que há de ser; o que se fez, isso se tornará a fazer. Não existe alguma coisa de que se possa dizer, “Vê, isto é novo.” Mas em Marcos 1.25, lemos sobre a expulsão de um demônio pelo Senhor Jesus: “O espírito imundo, agitando-o violentamente e bradando em alta voz, saiu dele. Todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si: Que vem a ser isto? Uma nova doutrina! Com autoridade ele ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!”

Isso foi algo verdadeiramente novo, e, claramente, as obras do Senhor Jesus serão lembradas para sempre. E isso significa que nosso trabalho debaixo do sol não é feito em vão. Sim, claro, não vamos realizar algo realmente novo. E sim, quandos nossos corpos são enterrados, depois de uma ou talvez duas gerações, seremos esquecidos. Mas fazemos o nosso trabalho, como o Apóstolo Paulo disse em Efésios 6.5-8, obedecendo os nossos senhores segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade de nosso coração, como a Cristo, não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus; servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens.” Em Cristo, o nosso trabalho se torna significativo – quando fazemos o nosso trabalho por Ele, lembrando o significado de nosso trabalho, e o que nosso trabalho vai, e não vai, nos providenciar.

E quanto a ser lembrado, pense na história notável em Mateus 26. Jesus estava em Betânia, na casa de Simão, o leproso, e “aproximou-se dele uma mulher, trazendo um vaso de alabastro cheio de precioso bálsamo, que lhe derramou sobre a cabeça, estando ele à mesa. Vendo isto, indignaram-se os discípulos e disseram: Para que este desperdício? Pois este perfume podia ser vendido por muito dinheiro e dar-se aos pobres. Mas Jesus, sabendo disto, disse-lhes: Por que molestais esta mulher? Ela praticou boa ação para comigo. Porque os pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes; pois, derramando este perfume sobre o meu corpo, ela o fez para o meu sepultamento. Em verdade vos digo: Onde for pregado em todo o mundo este evangelho, será também contado o que ela fez, para memória sua. O nome desta mulher não é mencionado, mas a obra dela é. Porque foi uma obra feita para o Senhor.

Então o Senhor Jesus Cristo transforma o nosso trabalho, e nos transforma numa nova mão-de-obra, trabalhando por Ele. Como Paulo diz em 1 Coríntios 3, precisamos construir no fundamento de Cristo. Podemos construir com oro, ou com prata, ou com pedras preciosas, ou com madeira, ou palha, ou feno. Construir com oro, prato, e pedras preciosas é nosso trabalho quando trabalhamos por Cristo, para a glória dEle. E aquele trabalho é trabalho que vai permanecer.

Então a mensagem desta primeira seção de Eclesiastes é que nós precisamos lembrar o verdadeiro propósito de trabalho, e não esperar que nosso trabalho vai nos fornecer algo que não pode, algo que o trabalho nunca foi destinado a fazer. Se você encontra seu significado no trabalho, você pode antecipar ser desapontado. Se sua vida é seu trabalho, como um fim em si, você está correndo atrás do vapor, da névoa, você está tentando a apanhar o vento. E o único resultado possível é falha, desapontamento, depressão, frustração, e, em fim, a morte.

Se for honesto consigo mesmo, a única conclusão a que você pode chegar é a conclusão dos filósofos existencialistas – que disseram que esta vida realmente não tem significado – que não há nenhuma razão por que nós continuamos a existir. Estamos aqui por acaso, a vida não tem propósito, nós não somos mais importantes do que as plantas, as rochas, ou os animais.

O significado da vida não pode ser encontrado em trabalho – só podemos encontrá-lo em Cristo. E é Cristo que faz nosso trabalho significativo. Talvez nós nunca vamos realizar nada incrível ou memorável na nossa vida. Talvez vamos ser esquecidos por homens. Mas quando nós trabalhamos para Cristo, podemos saber que aquele trabalho vai ser lembrado por aquele que realmente importa – por Deus mesmo, que escreveu os nossos nomes no Livro da Vida.

Isso é o caminho de sabedoria. A sabedoria exige pensamento – pensamento sobre a natureza da realidade – o que é isso tudo? Por que estamos aqui? O que é o significado de tudo isso?

A sabedoria também exige aceitação – a aceitação que haverá muitas coisas que não vamos entender, e a aceitação que o caminho de Deus é o caminho de sabedoria. A sabedoria significa não buscar significado e satisfação debaixo do sol – mas sim buscar significado no Senhor. Aceite a sabedoria que Deus providencia, e aplique-la. O resto é vapor, névoa, fumaça. Não pode agarrá-lo, não pode possuí-lo, porque cai entre seus dedos. Mas você pode agarrar-se a Cristo. E quando você faz isso, tudo na vida, inclúindo seu trabalho, vai, na verdade, ser significativo – não somente agora, mas para sempre.

Amém.

___________________________________

* Exceto onde o contrário esteja explícito, todos os conteúdos deste site estão licenciados sob uma Licença Creative Commons “Atribuição – Não Comercial – Sem Derivados 3.0 Não Adaptada“.

** Este sermão foi originalmente escrito para uso do pastor e não passou por correção ortográfica ou gramatical.

Compartilhe!

Pr. Jim Witteveen

Pastor missionário das igrejas reformadas do Brasil e diretor do Instituo João Calvino.