Pregação preparada pelo Pr. Julius VanSpronsen

Leitura: 1ª Coríntios 02.01-16

Sermão: Dia do Senhor 22

 

Amada congregação do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo,

Há muitas teorias sobre o que vai acontecer depois desta vida. Muitas pessoas negam a pergunta que acabamos de ler. Elas não pensam sobre os acontecimentos depois da morte e acreditam que a última coisa a acontecer é que a família e os amigos sepultem o corpo num buraco na terra. Outras ensinam que há reencarnação, quer dizer, depois da sua morte, você vai voltar ao mundo de forma diferente – e a honra da sua próxima forma (novo corpo) depende de como você viveu aqui – você pode voltar sendo um mosquito, ou pode voltar como um rei. Então, é importante ser uma pessoa agradável. Outras ensinam que cada pessoa vai perder a sua alma numa grande mistura das almas – a alma do morto é comparada a uma gota de água no oceano de existência (Nirvana). Outras dizem que se for fiel à sua religião, você vai reinar como um rei sobre seu próprio planeta. Outras falam sobre muitas mulheres bonitas e prazeres da carne. Outras falam sobre um período de provas pelas quais você pode ganhar os méritos necessários para entrar nos céus; e outras falam sobre um lugar que não é exatamente inferno nem céu, onde você estará em limbo – uma existência parcial. Temos aqui, apenas uma introdução, porque existem muitas outras teorias, mas todas essas teorias são imaginações dos homens; não podemos encontrá-las nas Escrituras.

No Credo Apostólico, confessamos algo que é completamente diferente sobre a vida depois da morte. “(…) expomos sabedoria entre os experimentados; não, porém, a sabedoria deste século, nem a dos poderosos desta época, que se reduzem a nada; mas falamos a sabedoria de Deus em mistério (…) que Deus no-lo revelou pelo Espírito; (…)” (1Coríntios 2.6, 7a, 10a). Tudo que podemos conhecer sobre o que vai acontecer depois desta vida encontra-se na Bíblia. E assim falamos, “não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais” (1Co 2.13). Aquilo que confessamos, pode ser crido somente pela fé – porque não existem testemunhas vivas que voltaram da morte para que possamos nos preparar. Sabemos apenas o que o Espírito Santo nos ensina, e essa mensagem é clara. A Bíblia diz que a alma é importante, o seu corpo é importante, a sua ligação com Cristo é importante, e sendo um cristão, não lamentará sua própria morte, pois o pouco que tem, não lhe será tirado. Paulo deixa claro que, depois da morte, haverá uma continuação da vida nesta terra – continuaremos a experimentar a união com Cristo, e continuaremos a partilhar em todos os seus tesouros e dons num ambiente onde poderemos louvar e glorificar o nosso Criador – Deus três em um (veja 1Tessalonicenses 4.17; 5.9-10). Prego o evangelho de Cristo sob este tema:

Tema: Nada poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus.

  • 1. O que podemos esperar;
  • 2. Como podemos ter certeza.

1. O que podemos esperar

Percebemos que a nossa confissão no Catecismo de Heidelberg explica de forma completa o que vai acontecer depois da nossa morte. E como estudantes da palavra do Senhor, temos grandes expectativas sobre todos os momentos que seguem a nossa última respiração. Lembrando os Salmos que falam sobre a nossa presença com Deus para sempre, e a revelação de Jesus Cristo a João, especialmente nos capítulos 21 e 22, que explicam os novos céus e a nova terra, e a nova Jerusalém que é a Igreja descendo com Deus no seu meio; cremos que há mais para nós depois desta vida. Entendemos que o nosso tempo nesta terra é só uma parte de todas as coisas que Deus preparou para nós. Falando de modo geral, essa é a nossa doutrina da ressurreição da carne.

Chamamos à doutrina da ressurreição, um consolo, embora sabemos que o conforto da confissão da ressurreição pertence somente aos que fazem parte da Igreja. A doutrina da ressurreição da carne não é um consolo para os que ficam fora de Cristo e a união com ele. E a nossa pregação hoje, é explicar o consolo da doutrina da ressurreição da carne, e, ao mesmo tempo, uma urgente advertência aos que não estão vivendo nesta comunhão com Cristo. Veja bem, a nossa esperança, conforto, paz e alegria eterna, começam aqui nesta terra, na nossa união com Cristo. Não deixe arrependimento para um outro dia – a ressurreição dos ímpios será um dia terrível, e os que vivem sem Cristo e fora da Sua Igreja nesta terra experimentarão não somente o sofrimento eterno das suas almas, mas também o sofrimento eterno do corpo, no fogo do inferno, debaixo do ódio profundo do diabo, numa solidão horrível. Não se engane – o inferno não será uma continuação da festa terrena com sexo, cerveja, mulheres e liberdade – os ímpios vão ressurgir para uma vida de solidão, dores, lágrimas, brigas e ódio.

Pela graça do SENHOR, cristãos não temem esta punição, porque Cristo promete muitas bênçãos para eles; bênçãos que começam imediatamente depois desta vida. Por que temos esta esperança? Porque Cristo pagou pelos nossos pecados uma vez por todas, e a nossa morte não é um pagamento para os nossos pecados. A nossa dívida foi paga, somos santos que ganharam a vida eterna em Cristo, e a única coisa que impede a nossa comunhão com Deus, já neste momento, é os pecados que ainda permanecem nas nossas vidas. Por isso Paulo chama a morte o último inimigo a ser destruído (1Coríntios 15.26). E uma vez que Cristo já pagou tudo para nós, confessamos que a morte não nos mata, mas ela põe fim aos nossos pecados e é a entrada para a vida eterna (DS 16, p-r 42). A nossa morte não impede a nossa união com Cristo, ao contrário, os laços com Ele são fortalecidos. Por isso, Paulo diz em Filipenses 1.21: “(…) o viver é Cristo, e o morrer é lucro. O cristão que parte desta vida estará com Cristo (23). O Senhor Jesus diz ao malfeitor ao seu lado na cruz: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23.43). Jesus diz, “hoje” – isso significa que não haverá um período de estar em limbo, nem um período de prova antes de entrar nos céus. Cremos também, que depois dessa vida, as nossas almas serão levadas imediatamente para Cristo, nosso Cabeça.

Mas, como estaremos com Cristo imediatamente? O corpo do malfeitor não desapareceu da cruz no mesmo dia; quando alguém morre, o seu cadáver fica aqui na terra e é enterrado. Podemos ver que não há uma ressurreição imediata do corpo, apenas a nossa alma será levada imediatamente para Cristo. Percebemos que depois da morte há uma separação do corpo e da alma do homem – morte é o último inimigo, que mostra a última consequência da queda, porque morte divide o que Deus criou de estarem juntos. A divisão causa muita tristeza para os vivos, e com razão, porque isso é necessário somente por causa do pecado do homem. Quando vemos o cadáver, percebemos que o nosso amado não está ali mais não – há um vazio – e isso causa muita tristeza nos nossos corações. Mas, para onde foi a alma? A Bíblia diz que a alma dos que creem em Cristo, irá estar com Cristo – em nossa consciência estaremos com Cristo e seremos libertados da tristeza, choro e dores desta vida. Mas, ao mesmo tempo, confessamos que nos céus as almas ainda estão aguardando e esperando (cf. Apocalipse 6.13); as almas dos que morreram estão esperando junto com vocês, e junto com a Igreja de Cristo de todos os séculos e lugares no mundo, pela restauração plena de todas as coisas. É bom reconhecer que, embora os cristãos que esperam nos céus não sofram, eles não são completos – eles não têm corpos – e não têm uma forma para se expressar. Deus criou o homem com um corpo e uma alma – somos mais do que almas, e não acreditamos que os nossos corpos limitam as nossas almas negativamente – os nossos corpos são necessários para que possamos glorificar Deus plenamente. Os nossos corpos são tão importantes que Deus decidiu que é necessário que serão ressuscitados – a doutrina da ressurreição da carne afirma o valor dos nossos corpos.

A igreja, então, confessa que quando Cristo voltar, serão reunidos a alma e o corpo, para que possamos glorificar a Deus segundo a Sua vontade. E, naquele dia, todo sepulcro será aberto, e todo corpo será levado na grande ressurreição (cf. Ap 20)! Cremos na ressurreição do corpo, e confessamos, “também essa minha carne será reunida à minha alma”. A carne que é tão fraca, pecaminosa, e corruptível; a carne que falta entendimento, discernimento e que sempre se rebela contra Deus – essa carne deve ser baixada na terra. Mas a carne do homem não fica lá no sepulcro – acreditamos que a mesma carne será levada na forma glorificada. O Espírito Santo diz: “Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1Co 15.51-52). “(…) se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus.” (2 Co 5.1 e diante). O catecismo cita Filipenses 3.20, 21 para nos ensinar sobre a nossa transformação: “Pois nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória”. Na ressurreição da carne, a nossa carne será feita à semelhança do corpo glorioso de Cristo. Na grande ressurreição, os nossos corpos não sofrerão debaixo das tentações, das paixões e dos desejos pecaminosos do diabo. Serão libertados das doenças crônicas, enfermidades, feridas, tristezas, ansiedades, frustrações, lágrimas – serão libertados de todo sofrimento físico. “Semeia-se o corpo na corrupção, ressuscita na incorrupção. Semeia-se em desonra, ressuscita em glória. Semeia-se em fraqueza, ressuscita em poder. Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual” (1Co 15.42-44).

Junto com Jó, sabemos que o nosso Redentor vive e, por fim, se levantará sobre a terra (Jó 19.25). E também todos os cristãos podem dizer: “Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei por mim mesmo, os meus olhos o verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração dentro de mim” (Jó 19.26-27). Sendo seres humanos com corpos e almas, nos colocaremos de pé perante o nosso Redentor. Com corpo e alma permaneceremos com Ele para sempre! Vocês, assim como são, menos o pecado, viverão para sempre nos braços do seu Pai gracioso.

Não sentiremos falta de nada que Deus nos concedeu na criação – confessamos que obteremos a perfeita bem-aventurança – viveremos na alegria e bênção. Mas, ao mesmo tempo, confessamos que não compreendemos todos os detalhes. Confessamos com Paulo em 1 Coríntios 2.9, numa citação de Isaías 64.4: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam”. Oh! não podemos imagina a glória plena, mas falamos com certeza: só naquele momento experimentaremos verdadeira alegria e paz, sendo uma alma sem pecado e um corpo restaurado – os dois, unidos para sempre!

2. Como podemos ter certeza

A confissão da Igreja sobre a ressurreição da carne é uma coisa bonita, e percebemos que a Igreja confessa esta verdade com grande certeza e confiança. Certeza é a “mãe” da paz. Mas de onde vem essa confiança e certeza na confissão? Perguntamos isso porque acontece que membros da Igreja experimentam incerteza e ansiedade ao pensar sobre a morte, especialmente quando consideram os pecados que cometeram nesta vida. Sempre consideramos a advertência de Jesus em Apocalipse 21.8: “Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idolatras, e a todos os mentirosos, a parte que lhe cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte”. Pecamos… Então, como podemos ter certeza sobre nosso próprio futuro depois desta vida?

Encontramos a resposta na natureza da Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Em Deus temos a certeza, porque Ele nunca muda. Ele criou as criaturas e, “a cada uma delas, concedeu o ser, a forma, e a aparência; e a cada uma, a função específica para servirem ao seu Criador”. Ele também governa as criaturas “para que sirvam ao homem, a fim de que o homem possa servir ao seu Deus” (Artigo 12, Confissão Belga). Deus pretendeu que o homem serviria a Ele de corpo e alma – e o propósito d’Ele não pode ser impedido pelo pecado do homem. A morte não pode ser o fim do homem, porque Deus não pode ser vencido pelo maligno. Ele nos criou para servi-Lo eternamente… e, depois da queda, embora tendo perdido essa capacidade e desejo, Deus prometeu que restauraria esta verdade. Na promessa do SENHOR em Cristo, ouvimos que voltaremos para a situação de criação e perfeição. De onde vem essa certeza? Da revelação do SENHOR sobre o seu propósito de criação; da promessa do SENHOR de transformar pecadores indignos em serem santos; e, do poder de Deus Pai, Filho e Espírito Santo em alcançar os seus propósitos. Temos certeza, porque a nossa transformação tem a ver com a glorificação do nome do SENHOR.

Às vezes duvidamos da realidade da nossa ressurreição, porque pensamos sobre a vida eterna de forma egoísta – pensamos que vida eterna é uma recompensa nossa, e que vida eterna tem a ver com os nossos prazeres. Na verdade, alguns almejam a vida eterna só porque querem festa, querem falar com outros santos, querem ver o fim da tristeza. Pensando assim, esquecem o propósito da vida eterna. Pois, em primeiro lugar, Deus não nos criou para nós mesmos, mas fomos criados para que glorificássemos a Ele com corpo e alma. Esse é o fundamento da alegria na doutrina da ressurreição da carne – chegará a hora em que louvaremos e glorificaremos o nome do SENHOR com corpos e almas perfeitos – sem nenhum impedimento ou pecado! O SENHOR usa a morte para tirar o impedimento do pecado, para que possamos cumprir o mandato original da criação. Deus ressuscitará os nossos corpos e almas para que O adoremos! A ressurreição da carne tem a ver com o SENHOR, e não conosco. Estamos ansiosos para a vida eterna, porque reconhecemos as nossas limitações – estamos como o coxo em Atos 3 que só era capaz de louvar o nome do SENHOR parcialmente… Mas queremos louvar o Seu nome com todas as nossas capacidades – também andando e pulando!

Irmãos, a mensagem da graça é que a perfeita bem-aventurança nos deixará usar todas as nossas capacidades para a glória do nome de Deus. Foi o propósito do SENHOR desde o princípio da criação – em Cristo, este propósito do SENHOR será cumprido. Podemos ter certeza.

Em segundo lugar, temos certeza da nossa ressurreição, porque somos unidos com Cristo “a Cabeça”. O corpo e a cabeça pertencem um ao outro. Onde vai a cabeça, também vai o corpo. Se pertencem a Cristo, em corpo e em alma, então os dois ficarão com Ele também na eternidade. Se Cristo, a Cabeça, está nos céus, a Igreja, o Corpo d’Ele, estará com Ele também. Se há unidade entre o Salvador e a Sua Igreja – como membros da Igreja de Cristo, podemos ter certeza sobre a ressurreição da nossa carne.

Em João 17.3 o Senhor Jesus diz que a vida eterna é conhecer Deus. Vocês conhecem Deus? Então, já experimentam o princípio do gozo eterno! E este princípio nos dá certeza sobre a eternidade. O catecismo afirma que: “Já agora sinto em meu coração o princípio do gozo eterno, pois depois dessa vida obterei a perfeita bem-aventurança”. Por que fala assim o catecismo? Porque a Bíblia fala assim – os que têm a parte, experimentarão a plena. O Espírito Santo diz por meio de Paulo em 1Coríntios 13.9-13: “(…) porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos. Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino. Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor”. Confessamos que por causa do nosso conhecimento de Deus, agora, em parte, temos o princípio do gozo eterno, e podemos ter a certeza de que Deus permanecerá conosco até O conhecermos plenamente!

Paulo fala sobre isso, de novo, na carta dele aos Efésios 1.13-14, quando diz: “(…) tendo nele [em Cristo] também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, até ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória”. O Espírito Santo nos nossos corações e o Seu fruto – o qual é visível na nossa vida – são a garantia da perfeita bem-aventurança que experimentaremos. Deus não permitirá que os Seus eleitos se percam (Cânones, v. 6), e temos essa certeza vinda do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Não vamos duvidar destas palavras!

Temos certeza de que Deus será glorificado pelas criaturas dele. O Espírito Santo nos promete em Romanos 8: “Porque aos que de antemão conheceu, também os predestinou (…) [29]. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou. [30] (…) Se Deus é por nós, quem será contra nós? [31] (…) Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angustia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? [35] (…) mas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” . [37-39]. Cremos na ressurreição da carne com uma confiança inabalável, porque nada pode separar-nos de amor de Deus que está em Cristo Jesus.

Amém.

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** Este sermão foi originalmente escrito para uso do pastor e não passou por correção ortográfica ou gramatical.

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Pr. Julius VanSpronsen

Pastor da Igreja Reformada em Surrey, Colômbia Britânica. Desde 2008, serve as Igrejas Reformadas do Brasil como plantador de igrejas. B.A. Trinity University, M.Div. Theological College of the Canadian Reformed Churches.

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