Sermão preparado pelo pastor Iraldo Luna
Leitura: Dia do Senhor 21
Textos: Mateus 16:16-18; Efésios 4:15-16 ; Tito 2:13-14

Meus irmãos,

A palavra igreja aparece 74 vezes em todo o NT; e a primeira vez em que ela aparece é neste texto que nós lemos em Mt. 16:18. Depois, ela aparece novamente no capítulo 18, mas foi no livro de Atos que não só a palavra, mas também o entendimento acerca da vida da igreja se espalhou.

A partir de então, este nome se espalhou ao longo dos anos. A cada momento a igreja, como instituição, se tornava mais conhecida. E, em pouco tempo, acabou se tornando uma das instituições mais conhecida no mundo. Por séculos, foi a Igreja que controlou a vida em muitos lugares.

Entretanto, em nossos dias, essa ideia de “igreja” praticamente se perdeu. Nós conhecemos hoje “igrejas”, devido à pluralidade de igrejas que vemos hoje. Se você for procurar fazer uma lista de igrejas só aqui no Brasil, você certamente terá uma lista sem fim de nomes de igrejas diferentes, com doutrinas e práticas diferentes. Existe igreja de todo tipo e de todo gosto, com os nomes mais estranhos que você possa imaginar; como uma que se denomina de “Igreja Cuspe de Cristo”, fazendo referência à cura do cego de nascença, que Cristo fez com o seu cuspe.

Além disso, houve uma mudança também no função da igreja. Nos séculos passados, a igreja, se boa ou se má, era tratada como um dos pilares da sociedade. Ela passou a fazer parte da vida do povo. Isso já muito cedo. No século 4º, no reinado de Constantino, o cristianismo passou a ser a religião oficial do império romano, mais ou menos no mesmo período em que foi feito o Credo Niceno. A sociedade sem a igreja não seria mais a mesma.

Em nossos dias, as coisas mudaram. A igreja é só mais um item na lista de atividades das pessoas. Poderíamos dizer que, para a maioria das pessoas, a igreja se tornou quase uma academia, ou um ponto de encontro, para onde as pessoas vão para conversar e se descontrair.

A pessoa não deixa de fazer as coisas que comumente faz, incluindo as coisas pecaminosas, e vem geralmente no domingo à tarde ou noite, porque pela manhã tem outras coisas para fazer, para passar o tempo numa atividade que o livra de um problema de consciência. A igreja em geral deixou de fazer parte da vida das pessoas para ser apenas mais um produto, dentre tantos, que serve para aliviar a consciência do pecador.

Por causa disso, a igreja se tornou a igreja do indivíduo. No mercado de igrejas, nós podemos escolher a da nossa preferência. Há igrejas mais agitadas, ou mais quietas; outras, com mais louvor, ou outras que só cantam hinos. A igreja virou uma oferta; e consegue mais pessoas a que pode oferecer mais.

Entretanto, esse não é o ensino das Escrituras. a igreja, ela tem diferenças no que diz respeito à época, região, cultura e costume, mas não podemos dizer com isso que a igreja está dividida em vários tipos de igreja. Ela pode ter várias formas, naquilo em que há liberdade pelas Escrituras, mas ela sempre será uma só igreja, que tem um só Senhor.

Além disso, a igreja não é uma oferta, como se fosse um produto. Ela é uma questão de vida ou morte. Ser igreja diz respeito à nossa condição espiritual e eterna. Não é uma questão de preferência, mas de necessidade urgente. Tendo dito isto, eu vou pregar nesta manhã sobre o que é a igreja. Vou destacar três aspectos da igreja:

1. ela é universal
2. ela é o corpo de Cristo
3. ela é a assembleia dos remidos

1. a igreja é universal
A palavra igreja, nos tempos do NT, era uma palavra conhecida. Tanto os gregos, os pagãos, quanto os judeus entendiam o que essa palavra significava. Era um termo comum usado para as reuniões e assembleias públicas.

Com o passar do tempo e com a regularidade das reuniões, como podemos ver no livro de Atos, esse termo se tornou mais restrito ao cristãos. Mas o que nos chama à atenção não é o modo como essa palavra foi se desenvolvendo. O que nos chama à atenção é o modo como o Senhor Jesus usa essa palavra. Cristo disse: “Edificarei a minha igreja”.

Estas palavras de Jesus surgem de uma declaração de Pedro de que Jesus era o Cristo, o Filho do Deus vivo. Duas precisam ser destacadas aqui. Uma é que a igreja está fundamentada na rocha, no Filho de Deus. Este é o seu sólido fundamento, o senhorio do Filho de Deus.

A igreja existe porque o Filho de Deus é Senhor. Não é uma simples reunião de pessoas. Mas são os servos de Cristo reunidos. Nós reunimos aqui não apenas porque queremos compartilhar coisas, mas porque temos um Senhor. As palavras de Cristo ecoam aqui neste lugar: “A minha igreja”.

Por isso, podemos afirmar com toda certeza que a igreja de Cristo não começou nem em nossos dias, nem nos dias das Reforma, nem no NT, mas a igreja existe desde o início do mundo, porque o Filho de Deus é o Senhor eterno. Desde a fundação do mundo, a igreja está aos pés do Cristo. A igreja já está lá com os nossos primeiros pais.

É verdade que alguns questionam a existência da igreja antes do NT. Ele usam até esse texto de Mt. 16 para argumentar dizendo que Cristo disse: “Edificarei”, ou seja no futuro, como se a igreja não existisse antes. Mas o verbo no futuro só indica que a obra que o Cristo, o Filho de Deus, iria fazer ainda seria realizada; mas as promessas de salvação da igreja, bem como o senhorio de Cristo já existiam.

Cristo não passou a ser senhor da igreja somente quando realizou a obra de salvação. Se fosse assim, o que iríamos dizer dos que viveram antes da primeira vinda de Cristo? Foram eles salvos no Filho de Deus? Claro que sim.
Por isso, dizemos que a igreja é universal, porque ela existe desde Adão e Eva, os quais já adoravam o Filho de Deus, como Senhor. Cristo mesmo disse: “Antes que Abraão existisse, Eu sou”. E foi por isso mesmo que os judeus quiseram condená-lo, porque reconheceram que ele estava falando de eternidade, da eternidade divina.

A igreja, ela existe desde início e está espalhada em todos os lugares nos quais estão os que professam e adoram o Filho de Deus. Por isso, ela não pode estar confinada a nenhum lugar ou tempo, porque a sua universalidade está baseada no que Cristo disse: “A minha igreja”.
A segunda coisa que precisa ser destacada aqui é que a igreja não só está fundamentada no senhorio de Cristo, mas está também alicerçada no poder que ele tem de edificá-la. Assim como ele é o Senhor eterno é também o poderoso Senhor.

A igreja, antes de ser uma atividade humana, é uma atividade de Cristo. Ele é quem reúne os seus eleitos espalhados pelo tempo e pelo espaço. A igreja vem de Cristo não do homem, e por isso ela é universal e única. Porque, se só temos um senhor, que reúne os seus servos, não podemos ser mais que uma igreja. Embora as igrejas estejam separadas pelo tempo e pelo espaço, elas estão sob o domínio do único senhor.

Isso já diz muito sobre esse turbilhão de igrejas que vemos. Pessoas que abrem uma igreja da noite para o dia, que abrem por conta própria. São ministérios humanos, não divinos, porque muitas dessas igrejas são uma agressão à universalidade não só da igreja, mas do senhorio de Cristo.

Está aí a grande diferença entre essas igrejas de mercado e a igreja de Cristo: a igreja de Cristo ultrapassa as barreiras do tempo e do espaço. Enquanto essas igrejas do ministério do pastor “tal” vivem conforme o campo de atuação do pastor “tal”, a igreja de Cristo existe desde a criação e está espalhada pelo mundo.

As falsas igrejas não têm qualquer segurança, porque não são sustentadas pelo poder de Cristo. Elas morrem quando o homem morre. Há vimos o que é isso, quando dois líderes de uma dessas igrejas foram pegos e presos. A igreja se acabou. Basta aquela igreja fechar e tudo se acaba.

Aqueles que são apenas membros dessas igrejas, não têm qualquer garantia de que chegarão até o final. Tudo é uma ilusão. Não é assim com Cristo e a sua igreja. Ele garantiu que, pelo seu poder, a sua igreja chegará até o fim, porque “Eu edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. Ele irá reunir os seus eleitos e os fará chegar até o fim, à vida eterna.

Cristo prometeu aos seus discípulos que eles não seriam órfãos (ler Jo 14:15-19,25-26). Isso é específico aos apóstolos, mas o princípio que encontramos aqui, de que Cristo guardará a sua igreja pelo Espírito e pela palavra é para todos.

É o modo como o bom pastor nos protege e preserva. Ele não permite que os lobos as tomem de sua mão. O mercenário entrega as ovelhas aos lobos, mas Cristo é o bom pastor, que, com o seu cajado, protege as suas ovelhas.

Por isso, quando falamos de igreja universal, estamos falando do reinado de Cristo. Como a confissão Belga diz: “Cristo é Rei Eterno que não pode ficar sem súditos. Essa santa igreja é preservada por Deus contra o furor do mundo inteiro, mesmo que por um tempo pareça, aos olhos do homem, mui pequena e quase extinta.” (CB, art. 27).

2. ela é o corpo de Cristo
Essa é a linguagem do NT para a igreja. Em Ef. 4:12, Paulo diz que Cristo deu os dons para a edificação do corpo de Cristo. E nos versos 15-16, fala que Cristo é o cabeça desse corpo. Dois pontos aqui precisam ser destacados.

Primeiro, a quem estamos unidos? Um corpo precisa de vida, mas de onde procede essa vida? Do ponto de vista bíblico, da cabeça. A cabeça é o centro de comando, dela flui as funções vitais. É neste sentido que Paulo diz: “Cresçamos em tudo naquele que é o cabeça, Cristo”.

Crescemos como um corpo ligado a ele. Não podemos viver à parte dele. Ele como o cabeça não só é a nossa origem, mas também a nossa fonte de vida. Essa é a direção dada por este texto de Efésios. Perceba que no verso 7, ele diz: (ler). A graça foi concedida a cada um segundo a proporção do dom de Cristo. No verso 10, diz que “Aquele que subiu acima de todos os céus, para encher todas as coisas”. Claramente é Cristo que está agindo no seu corpo.

Por isso confessamos que temos comunhão com ele e participamos de todos os seus bens. É por meio do seu Santo Espírito que ele transfere a nós todos os seus bens celestiais. Como a Escritura diz em 1 Co 12:13: “A todos nós foi dado beber do mesmo Espírito”. É por meio desse Espírito que Cristo nos comunica os seus benefícios. Só somos justos e santos porque Cristo é. Só seremos glorificados porque Cristo foi. E só podemos chegar à vida eterna porque estamos ligados a ele.

A segunda verdade que precisamos destacar é que estamos unidos ao cabeça como um corpo. É bem verdade que somos membros individualmente desse corpo mas estamos ligados uns aos outros, e assim ligados a Cristo. Nós recebemos os seus benefícios para vivermos como um corpo. Por isso confessamos que a igreja é a comunhão dos santos.

Somos a comunidade dos santos. Nós já temos comunhão em Cristo. Nós não nos esforçamos para ter comunhão uns com os outros no sentido de que devemos criar essa comunhão. A verdade é que já temos essa comunhão. Nós devemos é por essa comunhão em prática.
Quando incentivamos a comunhão na igreja, não é para que a comunhão seja criada como se estivéssemos separados precisando de comunhão. Se temos comunhão com o cabeça, necessariamente teremos comunhão com o corpo. O que devemos fazer é expressar no corpo essa comunhão que temos com o cabeça.

Por isso a Bíblia diz que não podemos odiar o nosso irmão. Porque, se temos comunhão com Cristo, e dele recebemos perdão e amor, como podemos odiar alguém que é membro do mesmo corpo? Não que devemos fazer nascer o amor entre nós; ele já tem que existir, é só exercitá-lo.

A nossa comunhão procede de Cristo, e lógica bíblica é simples: se temos Cristo, temos amor, se não temos, não temos amor. Essas são as condições para a comunhão dos santos. João diz em sua primeira carta em 1:6-7: “Se dissermos que mantemos comunhão com ele, e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado”. Quem quebra a comunhão com os irmãos, quebra a comunhão com Cristo, ou nunca teve comunhão com ele. Não há como separar.

Com isso, devemos aprender que a comunhão na igreja tem um propósito. É bom termos momentos em que podemos desfrutar da companhia dos irmãos em Cristo para juntos vivermos bons momentos. Mas a nossa comunhão vai além de bons momentos. Ela se concretiza no serviço do amor.

Na passagem de Efésios 4:16b, lemos que o corpo efetua o seu crescimento para a edificação de si mesmo em amor. Está aqui mais uma das grandes diferenças entre a igreja e outros grupos sociais. Não estamos unidos a Cristo e uns aos outros para sermos servidos, para nos sentirmos bem.

Você não faz parte da igreja para ser senhor ou ser servido, mas para dar a sua vida para o benefício dos outros. Facilmente nos esquecemos disso. E às vezes, quando alguma coisa não acontece como pensamos ou queremos na igreja, o primeiro pensamento é: “Não vou mais para aquela igreja”.

Isso não podemos aceitar. É uma sugestão maligna para acabar com a comunidade dos santos. Mas isso pode mudar, quando conformamos nossa mente à mente de Cristo, quando alimentamos nossa mente com o seu amor. Então, veremos quem nós somos na comunhão dos santos: servos, que amam a Cristo e que, por isso, amam seus irmãos.

3. ela é a assembleia dos remidos
Já vimos que a igreja de Cristo é universal, porque está alicerçada no seu senhorio. Em segundo lugar, vimos que a igreja é a comunhão dos santos, e a Cristo está unida como o seu corpo. Agora veremos que Cristo é o firme fundamento da igreja por causa da sua obra de redenção.

Vimos que Cristo congrega a sua igreja para a vida eterna com o seu poder, mas ele sela isso com sua obra de redenção, na qual ocorre a remissão dos pecados. Foi na sua obra de redenção que Cristo nos deu e garantiu a vida eterna. Só somos uma igreja para a vida eterna porque Cristo satisfez as exigências de Deus. Com isso, podemos dizer que somos a assembleia dos remidos.

A redenção ocorre com um pagamento. Efésios 1:7 diz que Cristo nos redimiu com o seu sangue. Esse foi o pagamento, o seu sangue, para que tivéssemos a remissão dos nossos pecados. Foi como uma dívida paga. Só que a nossa dívida com Deus eram os nossos pecados, como Paulo escreve em Tt. 2:14: “O qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade, e purificar para si mesmo um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.”

A remissão acontece quando Cristo nos deixa livres da culpa e limpos da dívida. Em outras palavras, a remissão dos pecados é o perdão de Deus. É quando Deus perdoa a nossa culpa e nos considera livres da dívida contra ele.

Biblicamente, na redenção em Cristo, não fomos apenas comprados como objetos, mas recebemos de Deus o perdão. Em Cristo, Deus nos recebe como propriedade de Cristo, seu Filho, e, por isso, nos perdoa.

Então, irmãos, falar de igreja e não falar de pecado, de condenação e de perdão é contar a história pela metade. E, se é pela metade, a história não foi contada. Não houve um desfecho, um final. Quando falamos de igreja, não falamos apenas de uma reunião, mas também de remissão.
A história é muito mais longa do que apenas se assentar num banco para cantar alguns cânticos e ouvir a pregação. Parece ser cômodo às vezes se sentar neste banco junto com outras pessoas, e depois ir embora para viver a outra parte da vida, mas isso não é ser igreja.

Se você é membro desta igreja e acha que é membro somente porque vem no domingo para se assentar no banco para participar de um momento. A verdade é que você não sabe o que é ser membro da igreja, e é bem possível que você nem seja membro dela.

Ser membro da igreja começa com o perdão de Deus. Começa em você reconhecer quão pecador você, quão mau e perverso é o seu coração, capaz de pensar e tramar coisas horríveis e vergonhosas; e então, você clamar a Deus por perdão, clama para que a justiça perfeita de Cristo seja imputada para a sua salvação. Não podemos separar o perdão dos pecados da igreja, porque a igreja só existe com a promessa do perdão de Deus.

Se você já é membro da igreja a tanto tempo e nunca parou para pensar que ser igreja diz respeito antes de mais nada a receber de Deus o perdão, você precisa avaliar que tipo de membro você está sendo. Talvez você esteja sendo membro desta igreja o tanto quanto você entende sobre ser membro de igreja, como apenas estar presente nas atividades desta igreja. O meu apelo a você nesta manhã é que você reavalie o seu pensamento sobre ser membro da igreja de Cristo. Reavalie se sua vida condiz com o que a Bíblia fala sobre perdão de pecados, sobre arrependimento e mudança de vida.

Isso também serve para você que já frequenta, namora a igreja, a tanto tempo e nunca se tornou membro dela. Isso deve ser um alerta para você, porque não ser membro da igreja é não receber o perdão de Deus. Então, imagine o que é viver nesta vida sem o perdão de Deus. Mas imagine mais ainda o que é viver no mundo vindouro sem o perdão de Deus. É eterna condenação.

Por outro lado, para você que é membro da igreja, que se tornou membro porque reconhece os seus pecados e a sua incapacidade de se livrar dessa situação, o seu consolo é que, em Cristo, há perdão, há o perdão de Deus para os seus mais horríveis pecados. E esse perdão acontece de tal maneira que Deus não se lembrará mais de nenhum dos seus pecados. Que consolo temos da parte de Deus.

Essa promessa também é para vocês que são batizados mas que não fizeram sua profissão de fé, Deus também promete a vocês o perdão dos pecados, mas esse perdão tem que ser abraçado pela fé, pela fé em Jesus Cristo, que no seu sangue nos redime de todo pecado. Querer permanecer na aliança com Deus, na sua igreja sem fé, é se desviar da verdade. Deus só perdoa os arrependidos. Por isso, arrependa-se dos seus pecados e receba o perdão de Deus, a justiça de Cristo.

Com o seu sangue, Cristo Foi a plena satisfação das exigências de Deus. Ele nos libertou da culpa diante de Deus. Foi nessa redenção de Cristo que Deus nos prometeu o perdão. É o testemunho das Escrituras em Hb. 10:10-18.
Graças a essa perdão de Deus, nós somos a igreja de Cristo, o seu corpo, a assembleia dos remidos.

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** Este sermão foi originalmente escrito para uso do pastor e não passou por correção ortográfica ou gramatical.

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Pr. Iraldo Luna

Pastor na Igreja Reformada em Maragogi.