Pregação preparada pelo Pr. Abram de Graaf

Leitura: 1ª Pedro 03:18-22

Texto: Dia do Senhor 16

 

Queridos irmãos em Jesus Cristo,

Hoje vamos falar sobre o inferno. Isso não é um assunto que falamos regularmente uns com os outros; isso também não é um assunto sobre o que os nossos pastores pregam regular-mente. Há outras igrejas aonde os pastores pregam regularmente sobre a condenação e o inferno, mas aqui não. Nas nossas igrejas os membros pensam sim sobre esses assuntos, mas não falam muito sobre isso. Não é diretamente uma realidade na nossa vida. O céu e o inferno existem no horizonte da nossa vida.

Somente por causa disso já é bom que falemos especialmente sobre este assunto. Não dá para negar este assunto ou para esquecer que o inferno existe. Há pessoas que dizem que o inferno não existe, mas o nosso Senhor Jesus Cristo fala sobre isso. Para Jesus o inferno existia realmente; ele falou sobre isso; ele avisou contra isso; ele viu o poder do inferno em redor dele; ele viu o poder do inferno aqui na terra; e ele lutou contra isso. Jesus Cristo falou sobre isso e por causa disso a igreja de Cristo não pode ficar calada; é por causa disso que a igreja fala sobre isso nesta confissão, dizendo que ‘Jesus Cristo desceu ao inferno’. Hoje queremos descobrir o que isso quer dizer, pois não é tão fácil para entender.

Tema: O significado da descida de Cristo ao Inferno

  • 1. Na História da igreja
  • 2. Nas suas mais duras tentações

1. Na História da igreja

Irmãos, esta parte é a mais complicada do nosso credo apostólico. Por causa dela havia muitas discussões na história da igreja. Há muitas opiniões diferentes sobre esta parte da doutrina.

Nas igrejas reformadas somos acostumados à boa explicação, que o nosso catecismo dá sobre a descida de Jesus Cristo ao inferno. Entendemos esta parte da doutrina conforme o que está escrito no catecismo. Mas é bom para saber que muitas pessoas não concordam com isso. Isso não é um problema atual, mas já foi um problema antigo.

Já na época, em que o catecismo foi escrito, uns 400 anos atrás, houve opiniões diferentes sobre o significado da descida de Cristo ao inferno. Houve uma diferença entre a igreja católica e as igrejas reformadas e houve também uma diferença de opinião dentre os reformados. O primeiro reformador Lutero tinha uma outra opinião do que o último reformador Calvino.

É bom para saber isso, pois sabendo isso, podemos entender melhor que não foi fácil para a igreja falar claramente sobre este assunto. E ainda não É, considerando o fato que não há claridade sobre este assunto nas nossas próprias igrejas. Pois no hinário das igrejas reformadas no Nordeste o Credo Apostólico fala sobre a descida AO REINO DOS MORTOS, mas o nosso Catecismo fala sobre a descida de Cristo AO INFERNO. Então até hoje não é claro o que confessamos neste ponto.

Já desde o início a igreja procurou as palavras certas para falar sobre a descida de Cristo ao inferno. Ela provou cuidadosamente os dados bíblicos, que indicam que Jesus Cristo desceu ao inferno. Por causa disso a igreja esperou muito tempo antes de colocar esta parte da doutrina no Credo Apostólico. No Credo Niceno, que foi feito em 325 depois do nascimento de Cristo, nós não lemos nada sobre a descida de Cristo ao inferno. Naquele momento estas palavras também não estavam no Credo Apostólico. Esta doutrina foi colocada dentro do Credo muito tempo depois.

Mas antes isso já foi discutido muito nas igrejas. Foi um assunto importante. Eles falaram mais sobre isso do que nós hoje. Nos sermões os pastores falaram regularmente sobre a descida de Cristo ao inferno. E eles queriam dizer o seguinte: Eles confessaram que Jesus Cristo, DEPOIS DA sua morte e ANTES DA sua ressurreição, ENTÃO NO PERÍODO EM QUE ELE ESTAVA NO SEPULCRO, desceu fisicamente no reino dos mortos: o lugar aonde os mortos do antigo testamento (justos e injustos) estavam. Eles explicavam assim: Cristo desceu ao reino dos mortos para declarar a todos os crentes do Antigo Testamento que a hora da sua libertação chegou; ele chegou lá para levá-los do reino dos mortos para o paraíso.

Os padres da igreja defenderam esta doutrina com a bíblia na mão. Especialmente 1 Pedro 3, 19-20 foi muito importante. (Vamos ler este texto agora!) [leitura] Neste texto, irmãos, Pedro fala sobre Jesus Cristo, “ que morreu na carne, mas foi vivificado no espírito, no qual também foi E pregou aos espíritos em prisão, os quais noutro tempo foram desobedientes”.

Quem lê este texto deve decidir o que Pedro quer dizer com estas palavras “NO QUAL TAMBÉM FOI”. “Ele morreu na carne, mas vivificado no espírito, NO QUAL TAMBÉM FOI. Antigamente as pessoas pensavam que Jesus Cristo foi para o reino dos mortos para pregar lá. MAS se vocês lêem cuidadosamente, vocês descobrirão, que esta idéia não concorda com o texto. Pois, PRIMEIRAMENTE Pedro disse que Jesus MORREU NA CARNE. Isso significa a sua morte. DEPOIS DISSO Pedro disse que Jesus foi VIVIFICADO NO ESPIRITO: isso é a sua ressurreição!!!! E FINALMENTE ele disse: NO QUAL TAMBÉM FOI: isso significa a sua ASCENÇÃO!!!! Podemos comparar isso com versículo 22. Lá Paulo continua falar sobre a ascensão de Cristo. È sobre isso que Pedro está falando. Sobre a ASCENSÃO de Jesus Cristo. Esta ascensão foi uma mensagem para toda humanidade: os vivos e os mortos. Esta ascensão mostrou a todos os mortos quem seria o JUIZ que julgaria os vivos e os mortos. Naquele momento todos os mortos sabiam que eles seriam julgados por Cristo. Todos os mortos, também todos os mortos desobedientes da época de Noé, que não tinham obedecido a pregação de Noé. Todos eles e todos os outros espíritos desobedientes e descrentes. A ascensão de Cristo foi o inicio do seu julgamento. Sobre isso fala Pedro: sobre a ASCENSÃO de Cristo PARA O CÉU e não sobre a DESCIDA AO INFERNO.

Isso é uma outra explicação de 1 Pedro 3, irmãos. Também uma explicação antiga. Mas foi uma explicação importante e legitima. E por causa disso a igreja se tornou cuidadosa falando sobre este assunto. Os autores do nosso catecismo, sabendo disso, não tinham a liberdade para dizer que Jesus Cristo realmente desceu ao inferno no momento que ele estava no sepulcro.

Também por causa de alguns outros textos. Vou dar um exemplo: O que Jesus disse ao assassino, que estava ao seu lado e que se arrependeu? Ele disse: HOJE estarás COMIGO…no PARAÍSO. Quer dizer: Jesus lhe disse: EU vou ao meu pai, ali no céu, ainda hoje; e tu estarás comigo. Ainda hoje! Sexta feira Santa! Estarei lá… NO CÈU! E não ali…. NO INFERNO. E pouco tempo depois disso Jesus disse: Pai, nas TUAS mãos entrego o meu espírito.

Se meditarmos sobre essas palavras, deveremos chegar nesta conclusão: Cristo, depois da sua morte, subiu ao céu espiritualmente para CELEBRAR a sua vitória; e não desceu ao inferno para EXIGIR a sua vitória.

Lutero pensava assim. Ele fez alguns sermões antes da festa da Páscoa e pregou sobre este assunto. E nestes sermões ele concordava com as idéias que muitas pessoas e crianças tinham sobre a descida de Jesus Cristo ao inferno. Lutero pregou com muita fantasia e falou sobre Jesus Cristo que desceu ao inferno com a sua bandeira na mão. Ele empurrou as portas do castelo infernal e os anjos voaram dentro depressa para libertar Abrão, Isaque, Jacó e toda a descendência deles; os demônios fugiram em pânico e pularam pelas janelas. Dessa maneira, com muita fantasia, Lutero pregou, irmãos. Ele podia falar sobre o inferno como ele tinha visitado uma vez. Assim as pessoas pensavam antigamente. Eles pensavam sobre o inferno com desenhos da realidade atual. O inferno não estava no horizonte da vida deles, mas foi uma realidade com que eles viviam todo o dia.

E é exatamente isso o que Calvino e os autores do Catecismo aprenderam. A idéia antiga que Jesus Cristo fisicamente teria descido ao inferno DEPOIS DA SUA MORTE E ANTES DA SUA RESSURREIÇÃO, não foi adotada, pois eles descobriram que esta idéia não tem um fundamento bíblico. 1 Pedro 3 não fala sobre A DESCIDA AO INFERNO, MAS sobre A ASCENSÃO AO CÉU!! Mesmo assim, eles não negaram o fato que a bíblia fala sobre a descida ao inferno, MAS DUMA OUTRA MANEIRA QUE A IGREJA PENSAVA ANTIGAMENTE. A Bíblia fala sobre o poder do inferno e sobre o poder do reino dos mortos. Mas estes poderes não são notáveis DEPOIS DA MORTE de Cristo, mas ANTES DA morte de Cristo!!!!

Pensem por exemplo nos evangelhos, irmãos. Parece que os poderes do inferno crescem quando Cristo aparece. O assassinato das crianças em Belém, as tentações do diabo no deserto, os demônios, que Jesus encontrou e expulsou; a resistência e inimizade contra Jesus, o espírito do anti-cristo, tudo isso se mostra nos evangelhos. Tudo isso aparece e se concentra em redor de Jesus. Ele desceu do céu para a terra, o nosso mundo. Tudo acontece aqui, na terra. Desde o momento que Jesus Cristo nasceu, acordou o dragão do inferno e estendeu as garras dele para pegar o filho de Deus.

O que a bíblia nos mostra; o que Jesus Cristo e os seus apóstolos nos mostram e nos passos deles também João Calvino e o nosso Catecismo, é isso: O inferno não está no horizonte da nossa vida, numa grande distância daqui, MAS o inferno está em redor de nós (1 Pedro 5,8) e as vezes está dentro de nós, no nosso coração (Mt 16,23). O PODER do inferno está presente aqui na terra. Jesus nos mostra, quando anda em Israel; naquele momento o diabo estava mobilizando o seu exercito para assassina-lo. O Apóstolo Paulo nos mostra como está com a realidade. Ele disse em Rom. 5,21: aqui na terra governa o pecado no corpo de todas as pessoas, por causa disso o poder da morte é tão grande aqui na terra; em Gálatas 1,4 Paulo fala deste mundo perverso; e em Col. 1,13 ele disse que Cristo nos arrancou o poder das trevas. Assim o apóstolo caracteriza o nosso mundo. Cristo desceu ao mesmo mundo para libertar os filhos de Deus do pecado e do poder da morte e para arranca-los do poder do diabo e das trevas;

O campo de batalha é aqui, irmãos, aqui na terra. Duma certa maneira podemos dizer: o inferno está aqui na terra. Às vezes o inferno está sentado em frente de você! Às vezes o seu coração é o inferno… para o seu inimigo. Cristo sentiu isso: ele viu o inferno nos olhos dos seus inimigos; ele sentiu o poder do inferno na vida dos seus amigos: ele sofreu inexprimíveis angústias, dores e terrores. TODA A SUA VIDA e ESPECIALMENTE NA CRUZ.

Sentimos um pouco a inabilidade para caracterizar o sofrimento de Jesus Cristo, o Filho de Deus. Podemos imaginar o que Jesus sofreu? Podemos, irmãos? Já é muito difícil para entender o sofrimento das outras pessoas que encontramos na nossa vida. Podes sentir as dores, que uma vitima da guerra sofreu? Podes sentir a angustia duma moça que foi abusada pelo pai; Podes imaginar esta dor, irmão? Isso já é muito difícil. E agora, no caso de Jesus Cristo, que foi sem pecado e sem culpa, machucado profundamente na sua alma, que foi pura como Deus. Os sentimentos de Deus, vendo o pecado, nós não podemos sentir; a angústia de Jesus Cristo é inexprimível, pois Jesus Cristo conhece o poder do inferno. Nós não conhecemos o inferno, e por causa disso nós não podemos saber as angústias de Jesus Cristo. Cristo conhecia o inimigo. Por causa disso a angústia dele é inexprimível POR NÓS e por causa disso os tormentos são infernais. Nós não sentimos isso como ele sentiu, mas mesmo assim recebemos uma grande consolação sabendo disso.

2. Nas suas mais duras tentações

Podemos sentir, irmãos, nesta parte do Catecismo, que este livrinho foi escrito para nos consolar. Os autores querem ensinar, querem dar conhecimento da bíblia, mas não somente isso. Eles querem dar mais. Eles foram sábios e sabiam que os crentes têm o seu lado fraco; há momentos que temos duvidas; há momentos que temos perguntas; há momentos que não recebemos respostas; há momentos que não temos respostas; ficamos nervosos; Deus realmente existe? Porque Ele não me responde? Porque não recebo um sinal? Creio duma maneira certa? A promessa de Deus é para mim? Todas essas perguntas podem surgir no coração dum crente; isso pode intimidar uma pessoa; pode dar medo. Medo de si mesmo ou medo de Deus; medo do futuro, medo do inferno.

Os autores conheciam as suas congregações e sabiam o que estava nos corações dos irmãos. Podemos sentir isso, nesta parte. Por causa disso eles escreveram: que tu podes ter uma certeza profunda, até nas tuas tentações mais fortes, que o Senhor Jesus Cristo te libertou da angústia e do tormento do inferno.

Eles falam sobre ANGÚSTIA. Toda pessoa conhece isso. Há angustia em várias formas. Há angústia… para morrer; angústia por falhar; angústia por causa do futuro; por causa de uma cirurgia; por causa da dor. Angústia para ir ao trabalho; angústia para pegar o telefone; angústia para vir à igreja: – o que as pessoas pensam de mim?

Há varias angústias; TENTAÇÕES são angústias duma certa forma. Eles deixam uma pessoa desesperada; elas levam duvidas; elas levam uma pessoa ao desespero; Deus ainda me ama? Porque Deus me deixou sozinho…? Este sentimento pode entrar no coração dum crente. E não somente num coração depressivo. Muitos crentes conhecem este sentimento de salmo 22: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”; muitos crentes conhecem a agitação de salmo 42 e com isso a saudade por Deus; Ou o sentimento miserável de salmo 130: Das profundezas clamo a ti Senhor.

Em todos estes salmos – e há muito mais salmos – fala de um crente, que é provado na sua fé; um crente com angústias, e duvidas; ele sente falta de Deus; São pessoas normais como tu e eu. Quer dizer: toda igreja está ligada com isso. Antigamente, mas hoje também. E a todos que sofrem por causa disso, o catecismo mostra O Cristo. Nós não somos as únicas pessoas que sofrem neste mundo. Jesus Cristo sofreu também. Já é uma grande ajuda saber que nós não somos as únicas pessoas que sofrem. Já é uma ajuda saber que Cristo sofreu inexprimíveis angústias, dores e terrores. Ele sofreu tudo isso para nos libertar.

Ele nos libertou da angústia e do tormento do inferno. Não somente da angústia antes do inferno, mas também do tormento do inferno. Podemos ser angustiados por causa de alguma coisa. Angústia por causa do dentista. Você tem medo que o homem descubra os buraquinhos nos seus dentes; você tem medo que ele fure, pois dói. Não é agradável e por isso tem medo. É um tipo de angústia. Uma dor psicológica. Mas há também a dor de furar ou tirar o dente. Esta dor é uma dor física. Pode separar os dois entre angústia e dor.

Podemos fazer isso também neste caso. Jesus Cristo nos libertou da ANGÚSTIA do inferno, mas também da DOR, do TORMENTO do inferno. Como ele fez isso? Ele conseguiu fazer isso para nos mostrar a misericórdia de Deus; para nos mostrar que há remissão dos pecados; para nos mostrar que Ele pagou pelos nossos pecados; ele tomou a maldição; ele tomou o castigo; ele fez isso morrendo na cruz. Ele morreu duma forma que foi maldito por Deus. Ele fez tudo isso para nos mostrar que ele tirou a ira de Deus para se mesmo, como um pára-raios tira o relâmpago para si mesmo.

Jesus Cristo experimentou a ira de Deus, no momento que Deus se afastou. Deus o deixou quando ele estava pendurado na cruz. Abandonado por todos os seus amigos, cercado de todos os seus inimigos; o ódio deles explodiu; eles gritaram e zombaram de Jesus. Deus deu toda liberdade ao diabo. A ‘fumaça do inferno’ subiu pela cruz; e Deus não reagiu; Ele se afastou. Assim foi o castigo de Deus; Ele foi desamparado por Deus. Isso é o inferno; No inferno o homem é completamente e profundamente desamparado por Deus.

Por causa disso a bíblia chama o inferno de “ÀS TREVAS”; Isso é uma metáfora. Uma metáfora da solidão completa. Uma pessoa pode entender isso, se estiver num lugar escuro. Completamente escuro. Sem nenhuma luz. Isso quer dizer: sem nenhum sinal de vida; realmente só. Completamente só. Completamente cega. Isso terroriza qualquer pessoa.

Podemos comparar isso com o que crianças experimentam, quando se acordam no meio da noite e quando está completamente escuro no quarto delas. Não há barulho. Tudo é calado, então parece que eles são abandonados na casa. Elas não podem ver nada; elas não ouvem nada. Onde estão papai e mamãe? E se começarem chamar e não ouvirem uma resposta, elas ficam em pânico e começam a chorar.

Angústia de ficar sozinho; todo filho tem isso; Também os filhos de Deus. E os filhos que amam mais a Deus, sofrem mais. Quanto mais forte o amor, tanto mais forte a tentação. Cristo sofreu tudo isso. Podemos nos lembrar de Jesus Cristo e saber o que está escrito na forma da santa ceia: Ele foi amaldiçoado a fim de que nós fôssemos abençoados. Ele foi desamparado por Deus a fim de que nós nunca mais fôssemos desamparados por ele. Acredite nisso, irmãos, até nas tentações mais fortes. Quem acredita nisso, pode cantar nas tentações mais fortes, este hino: Castelo forte é nosso Deus; Espada e bom escudo; Com seu poder defende os seus; Em todo transe agudo.

Amém.

 

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** Este sermão foi originalmente escrito para uso do pastor e não passou por correção ortográfica ou gramatical.

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Pr. Abram de Graaf

O pastor Abram de Graaf é “Doctorandus” (Drs) em Teologia e um dos professores do Instituto João Calvino (Aldeia, Camaragibe-PE). Ele é pastor da Igreja Reformada de Hamilton, Canadá, enviado como missionário às Igrejas Reformadas do Brasil, desde o ano 2000. É Diretor do Projeto Dordt-Brasil. Ele mora em Maceió e também desenvolve projetos nessa cidade.

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