Pregação preparada pelo Pr. Abram de Graaf

Leitura: Cântico Dos Cânticos 01.06 – 02.07

Texto: Cântico Dos Cânticos 08.06-07

 

Queridos irmãos em Jesus Cristo,

Quem nunca ouviu uma música e logo se lembrou do lugar ou da época em que ouviu esta música; Às vezes isso acontece com certos cânticos, que se tornam bem conhecidos. Num certo ano esta música foi popularíssima, estava em primeiro lugar da lista das músicas populares, todos os dias podia ouvir esta música no rádio ou na televisão. Depois de algum tempo a sua popularidade passa, mas quando você a ouve depois de muitos anos de novo, automaticamente as suas lembranças voltam àquele ano, àquele lugar, e àquela ocasião.

Por muito tempo tinha essa experiência com a música “Desesperadamente apaixonada por você”. Um cântico antigo de 1978. No verão daquele ano esta música foi popularíssima. Cada dia ouvia-se pelo rádio. Foi a música de um musical, que se chamava “Grease”. Neste musical os personagens principais são um rapaz e uma moça. O rapaz, um cara amostrado com um casaco de coro preto, se apaixonou por uma moça tímida. E a história deste musical está ligada com esta pergunta: como eles se encontrarão? Dá para sentir a incerteza e a primeira paixão, que é tão típica para moços e moças, que se apaixonam pela primeira vez. Na primeira vez eles são completamente desorientados: embriagados de amor. A paixão te domina completamente. Não pode pensar em ninguém a não ser naquele rapaz ou naquela moça. Queres saber como é o nome dele, queres saber onde ela mora, o que ele faz; o rapaz fica inquieto e tenta localizá-la e quando encontra um sinal dela ou quando ela o encontra na rua e ele diz um simples ‘tchau’, o teu coração começa a bater mais forte, os bochechas se tornam vermelhas, pode sentir os nervos na sua barriga e não sabes que deve dizer por causa da timidez. Quem não reconhece isso?

Então, irmãos! Uma história igual a essa encontramos também na nossa bíblia. No livro Cânticos dos Cânticos. Neste livro encontramos duas pessoas. Um rapaz e uma moça. E os dois são profundamente apaixonados. Quem começa a ler este livro encontra primeiramente a moça: uma morena bonita. Uma moça do interior. Uma pastora. Acostumada a andar em baixo do sol, bronzeada e muito atrativa. Como um lírio entre os espinhos, assim ela é no meio das outras moças. O corpo dela é sem manchas e fino como um coqueiro. Ela tem cabelos compridos, ondulantes, de cor vermelho escuro e olhos bonitos; Os lábios dela são bem vermelhos. E os dentes são brancos. O hálito é fresco e doce como o cheiro de maça. Ela tem a figura de um violão e o perfume do corpo dela é delicioso. Atrás dela está a família dela: a mãe, com quem ela mora (8,2) e os seus irmãos sérios, que a controlam e protegem.

Também encontramos o príncipe dela: Salomão, o príncipe de Israel. Um rapaz da cidade. Criado no palácio. Protegido contra o sol. Branca é a pele dele. Um jovem atlético. Os cabelos compridos, e pretos. Ele tem olhos claros, braços fortes e pés como pilares. E encontramos mais pessoas: as filhas de Jerusalém. Um grupo grande das moças de Jerusalém. Elas sabem tudo e controlam os passos do príncipe cuidadosamente, como acontece normalmente em qualquer cidade. Os jovens sabem exatamente que rapaz está correndo atrás de qual moça; e qual moça está apaixonada por qual rapaz. E todos os amigos controlam tudo à distância.

Neste musical, neste Cântico dos Cânticos, a pastora e Salomão são os personagens principais. Eles são apresentados alternadamente; um momento ela cochicha, o outro momento ele fala. E pelas palavras descobrimos que eles são completamente apaixonados. Ela está louca por ele. Não quer ouvir nenhuma palavra má contra ele. Ele é o mais formoso, o mais amável, o mais desejável, que uma moça pode querer. Ela fala muitos elogios dele. Ela fala orgulhosamente sobre ele no meio das suas amigas. E ele faz a mesma coisa. O primeiro capítulo está cheio de elogios. Um ultrapassa o outro com elogios e palavras doces. Em tudo isso, sentimos o amor forte, que está entre eles. Ela estava esperando ansiosamente para ele chegar e quando ele vem, ele vem com a velocidade de uma gazela, correndo e pulando sobre as montanhas. Ele também é ansioso, ele quer encontrar ela e por causa disso ele corre e pega o caminho mais direto, pelas montanhas. E quando ele está perto da casa dela, ele a chama para fora. Foi descrito de uma maneira muito bonita no capítulo 2,9. ELE está fora e ELA está dentro da casa, MAS ela já o viu, pois ela diz: “eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando pelas grades” e ela ouve a voz dele clamando: “Levanta-te querida minha, formosa minha, e vem”.

Maravilhosamente foi descrito o desejo dela no Capitulo 5. Naquele momento ELA está em casa e está deitada na cama dela e ela pensa que uma pessoa toca no contravento.

Ela ouve uma voz: “pssst, pssst, abre-me, querida minha”. O coração dela começou a bater fortemente. Tudo é muito cativante. E quando ela se levanta e abre a janela, ninguém está lá. Ela imaginou. Ela sonhou com ele. Ela não pode acreditar. Ela sai da casa, mas ele não está. O desejo dela por ele é tão grande que ela imagina as coisas.

Então, irmãos. Este desejo forte por ele, encontramos também em nosso texto, 8: 6-7. Lá ela fala. Ela fala com ele. Eles estão juntos. E parece que eles estão juntos sendo casados. Já no capítulo anterior recebemos esta idéia. Lá se fala sobre a beleza da noiva, quando ela apresenta a dança dela; isso foi um costume do casamento. Também a maneira de falar e como eles estão juntos, tudo isso da à idéia que eles já estão casados. Em Cap. 7: 10 ela diz: “Eu sou do meu amado e ele tem saudades de mim. Vem, ó meu amado, saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias. Levantemo-nos cedo de manhã para ir às vinhas; vejamos se florescem as vides, se abre a flor, se já brotam as romeiras; dar-te-ei ali o meu amor”. Estas palavras, não são palavras ditas ANTES do casamento, mas DEPOIS do casamento.

ANTES do casamento seria um escândalo fazer amor com o seu noivo durante a noite no campo ou na praia. Ela mesma já enfatizou isso algumas vezes. Ela avisou as outras moças e disse: “Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, que não acordeis, nem desperteis o amor, até que este o queira”. Antecipar a vida conjugal é proibido. Sentimos isso também nas palavras dos seus irmãos (8: 8-9). Eles controlam cuidadosamente a vida da sua irmã:
Temos uma irmãzinha que ainda não tem seios;
Que faremos a esta nossa irmã, no dia em que for pedida?
Se ela for um muro, edificaremos sobre ela uma torre de prata;
Se for uma porta, cercá-la-emos com tabuas de cedro”.

Os irmãos dela controlam a vida dela, para que ela não se comporte como uma prostituta e fazendo isso desonrará a si mesma e a sua família. Mas aqui em capitulo 7 nós não temos a impressão que isso está acontecendo. Ela é do seu amor e eles podem estar juntos sem problemas; eles podem gozar um do outro em paz. Só numa tal situação as palavras do nosso texto podem ser ditas. Podemos imaginar a situação assim como é descrito em 8,3 : Eles estão juntos no campo; eles estão deitados, o braço esquerdo dele está em baixo da cabeça dela. Ele está deitado no seu lado esquerdo e o braço direito está em cima dela. Ela está deitada e ele está inclinado em cima dela. Ela olha para ele e as mãos dela pegam a corrente dele com o seu selo. E fazendo isso, ele diz com voz baixa: “Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço…”

O SELO foi uma coisa preciosa para um homem. O selo foi usado para fechar contratos e para assinar documentos. Se perdesse o seu selo, uma outra pessoa podia usar este selo para fazer contratos no seu nome. Podemos comparar isso com um cartão de crédito. Guardamos bem o nosso cartão de crédito. Colocamos este cartão na nossa carteira, ou num lugar seguro, para que ninguém possa roubar e tirar todo o seu dinheiro da conta do banco. O nosso cartão de credito é uma coisa preciosa, igual a um selo na época de Salomão. As pessoas ricas cuidavam bem do seu selo. Sempre estava com eles. No seu dedo como anel ou com uma corrente, que estava no pescoço ou no braço. Então, por causa disso a noiva diz: “Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço…”. Ela quer ser a coisa mais preciosa do seu marido; ela quer ficar perto dele. É uma coisa bonita, quando se ver este desejo, este amor; e quando um diz isso para o outro.
Muitas vezes somos testemunhos de tal amor no dia de um casamento.

Naquele momento o pastor faz perguntas aos noivos. Ele pergunta ao noivo
Se ele quer colocar a noiva sobre o seu coração; e se a noiva, quer colocar o noivo como selo sobre o seu braço. Bom, o pastor usa outras palavras, mas de fato é a mesma coisa, se ele lhes perguntar “promete jamais abandoná-la, sempre ser leal a ela, em dias bons e em dias maus, em riqueza e pobreza, em saúde e doença, até que a morte os separe

A noiva dos Cânticos fala sobre a mesma coisa. Ela quer ficar perto do seu marido e nunca o deixar. E nisso se mostra o verdadeiro amor: que você NUNCA se separará um do outro. Quero que os casais saibam muito bem o que prometeram no dia do seu casamento. Vocês prometeram que NUNCA se separarão; NUNCA. E essa promessa é santa, pois é feita aqui na casa de Deus, perante Deus e a sua congregação. Então pensem bem! Pois PROMETER ser fiel, não é difícil, mas FICAR fiel é. È muito difícil. Podemos ver isso em todos os lugares. Há muitas pessoas que PROMETEM ser fieis, mas há poucas pessoas que realmente CONSEGUEM FICAR fieis. Pois para ficar fiel, você precisa AMOR; UM AMOR QUE SE SACRIFIQUE, UM AMOR COM PACIÊNCIA, em dias maus, quando haverá tensões, ou quando haverá problemas financeiros, ou problemas físicos; quando um precisa da ajuda do outro; naqueles momentos verá se o amor do outro foi superficial ou se foi profundo; naqueles momentos se mostrará se o outro tem amor, que pode lhe ajudar. “Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço…até que a morte nos separe”. Só naquele momento vocês se separarão, e não antes disso.

E a noiva continua a falar e diz palavras que parecem doces, mas de fato não são. Se pensar bem sobre as suas palavras, vocês descobrirão, pois ela diz:
O amor é forte como a morte; e duro como a sepultura, o ciúme;
as suas brasas são brasas de fogo, são veementes labaredas”.

Forte como A MORTE. Duro como a SEPULTURA. As suas brasas são brasas de FOGO. Estas metáforas não são bonitas, irmãos. Pelo contrario! São metáforas ameaçadoras! A MORTE é um inimigo. Ninguém gosta de estar perto da morte; pois se a morte chegar, tudo acabará. E AS BRASAS DE FOGO são também uma ameaça. Bom, a fogueira de São João não é, mas aqui não se fala sobre as brasas de uma fogueira. Literalmente a noiva diz: as suas braças são RELAMPAGOS. O fogo do amor, as suas brasas são como relâmpagos!

O que a noiva quer dizer, irmãos? Ela está ameaçando o noivo? Ou ela ameaça outras pessoas? Parece que ela ameaça outras pessoas; Ela gosta do seu noivo, do seu amor; Para ela este amor é doce e agradável, mas o amor dele pode ser irritado; este amor pode mudar, como um fogo pequeno se muda num incêndio enorme. O amor pode mudar em ciúme; e ciúme é um amor irritado; Ciúme é amor misturado com inveja. Isso acontece se uma outra pessoa se apresenta. Isso irrita o amor. Num tal momento o amor pode se tornar perigoso. E a noiva avisa todas as pessoas contra isso. Tem cuidado!
O AMOR É FORTE… COMO A MORTE!
O CIUME É DURO… COMO A SEPULTURA!
AS SUAS BRASAS SÃO… BRASAS DE FOGO!
SÃO VEEMENTES LABAREDAS!
Tem cuidado! Para não queimar os seus dedos!
Não pense que podes apagar este fogo!
AS MUITAS ÁGUAS NÃO PODERIAM APAGAR O AMOR;
NEM OS RIOS, AFOGÁ-LO;
AINDA QUE ALGUÉM DESSE TODOS OS BENS DA SUA CASA PELO AMOR,
SERIA DE TODO DESPREZADO.
O verdadeiro amor não pode ser apagado;
O verdadeiro amor não pode ser comprado;
Bom, há um tipo de amor, que pode ser comprado. O amor de uma prostituta, por exemplo. Mas isso não é um verdadeiro amor. Este amor é falso. Este amor não vem do coração. Cada carinho é uma mentira. Tudo o que acontece é engano. E finalmente o homem está fora do motel sem sentimento e sem dinheiro. Aquele amor pode ser comprado, mas o verdadeiro amor não. Nem com ouro. E por causa disso, ela diz: nunca entra no casamento dos outros, pois será a sua morte!

Isso é a mensagem dessa passagem e há um outro trecho na bíblia que confirma isso. Encontramos este texto em Provérbios 6. Lá fala um pai e ele avisa o seu filho para não se meter no casamento de uma outra pessoa. Ele é avisado para não tocar uma mulher casada, pois queimará os seus dedos. Quem faz isso, ele brinca com fogo.

Tomará alguém fogo no seio, sem que as suas vestes incendeiem?
Ou andará alguém sobre brasas, sem que se queimem os seus pés?
Assim será com o que se chegar à mulher do seu próximo;
Não ficará sem castigo todo aquele que a tocar. [-]
O que adultera com uma mulher está fora de si;
Só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa.
Achará acoites e infâmia, e o seu opróbrio nunca se apagará.
Porque o ciúme excita o furor do marido;
E não terá compaixão no dia da vingança.
Não se contentará com o resgate, nem aceitará presentes, ainda que sejam muitos”.

Estas palavras são claras. Quem olha à mulher do seu próximo e quem tenta seduzir-la, ele é um burro. Pois ele colherá a vingança do seu marido. Ele provoca o amor dele. Ele deixa o marido com ciúme e isso não fica sem conseqüências. Isso se torna numa fonte de ódio. Uma pessoa pode esconder os seus sentimentos por muito tempo, mas quando a oportunidade chegar, ele matará sem misericórdia. Pode implorar por misericórdia, mas não ajuda; pode oferecer todo o seu dinheiro, todos os seus bens, mas não ajuda em nada. Já é tarde demais, pois o ciúme é duro como a sepultura. O Ciúme é cego, o ciúme é surdo; o ciúme não considera os motivos. O ciúme só quer uma coisa: justiça ou vingança!

Se colocarmos as palavras da noiva neste contexto, entenderemos melhor o que ela quer dizer. Ela fala palavras fortes ameaçando todos os outros. E isso combina muito bem com o resto da bíblia. Pois Deus mesmo faz a mesma coisa. O casamento é precioso nos olhos de Deus. Ele criou o homem e a mulher e os uniu em amor. É uma coisa bonita se acontecer; se duas pessoas, um rapaz e uma moça ficam apaixonados, e é impressionante se eles conseguem MANTER ESTE AMOR. Se descobrir depois de 25 ou até 50 anos, que o amor deles durante todos estes anos cresceu e ficou mais profundo. Às vezes dá para ver, se visitar um casal idoso. Você sente a união, o respeito que eles têm um para o outro; respeito para as fraquezas que cada um deles tem; dá para ver que eles se sentem dependente um do outro; eles se adaptaram para viver juntos. Um não pode viver sem o outro. E se um deles falecer, muitas vezes o outro segue pouco tempo depois.

É uma coisa muita bonita: este amor que une duas pessoas; este amor fiel. Deus quer proteger este amor. Deus avisa qualquer pessoa, que quer quebrar o casamento do seu vizinho. Deus proíbe isso. E Jesus Cristo disse a mesma coisa (Mt. 19,6): “O que Deus ajuntou não o separe o homem”. Quem fizer, perderá a sua vida. Ele queimará no fogo eterno. Neste sentido, irmãos, nós reconhecemos neste livro claramente o Espírito de Deus. Houve pessoas que criticaram este livro, pois o acharam muito superficial. Fala-se muito sobre o amor entre homem e mulher e pouco sobre o Senhor Deus.

Na primeira vista parece que há pouca diferença entre um musical do mundo como “Grease” e este musical “Cântico dos Cânticos”. Em ambos se trata de uma moça e de um rapaz, que se apaixonaram. O tema é igual. E também o convívio tem paralelos. Mas assim é a vida. Pode ler este livro e comparar esta história com o seu grande amor; quem faz isso reconhece muitos paralelos. Pode ser que a vida muda; pode ser que vivemos numa outra época e numa outra cultura, mas somos todos homens e os nossos sentimentos são iguais.

O que é especial neste livro, que descobrimos que estes noivos não passaram os limites. Podemos sentir o desejo dos dois e também a luta para viver em santidade. A história nos mostra que há limites. É o refrão deste livro: “Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, que não acordeis, nem desperteis o amor, até que este o queira”. Isso é dito em Capitulo 2,7, em capitulo 3,5 e aqui em capitulo 8,4. Até três vezes. E exatamente naqueles momentos quando o desejo para estarem juntos é o mais forte. Exatamente naqueles momentos em que o público ia pensar: AGORA acontecerá; AGORA chegaram ao limite; AGORA é o momento perigoso; Exatamente naqueles momentos a mensagem de Deus é: “Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, que não acordeis, nem desperteis o amor, até que este o queira

Considerando tudo isso, devemos dizer que este livro contém muita sabedoria. Num lado se fala abertamente sobre o namoro. Concretamente se fala sobre o desejo e sobre a paixão dos dois, tanto do moço, quanto da moça. O Espírito de Deus sabe que este desejo existe e que este desejo leva os namorados até o limite, até o que é intolerável nos olhos de Deus. Mas eles não passaram estes limites. E exatamente neste ponto que Deus nos quer ensinar como devemos viver ANTES e DEPOIS do casamento. A idéia atual do mundo é essa: faça amor com três: quer dizer: EU, VOCE e A CAMISINHA! Assim terá um amor seguro! Tanto antes quanto depois do dia do casamento; A mensagem dos Cânticos dos Cânticos é diferente: FAÇA AMOR COM TRÊS: EU, VOCÊ COM UM AMOR QUE É SANTIFICADO POR DEUS. ESTE AMOR É SEGURO, TANTO ANTES QUANTO DEPOIS DO DIA DO CASAMENTO.

Amém.

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** Este sermão foi originalmente escrito para uso do pastor e não passou por correção ortográfica ou gramatical.

*** Encontre mais sermões do Pr. Abram de Graaf em: bramdegraaf.com

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Pr. Abram de Graaf

O pastor Abram de Graaf é “Doctorandus” (Drs) em Teologia e um dos professores do Instituto João Calvino (Aldeia, Camaragibe-PE). Ele é pastor da Igreja Reformada de Hamilton, Canadá, enviado como missionário às Igrejas Reformadas do Brasil, desde o ano 2000. É Diretor do Projeto Dordt-Brasil. Ele mora em Maceió e também desenvolve projetos nessa cidade.

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