Sermão preparado pelo pastor Jim Witteveen
Leitura: 1 Coríntios 09:01-27
Texto: 1 Coríntios 09:24-27

Amada Congregação de Nosso Senhor Jesus Cristo,

Imagine seu pastor começando um sermão nessa maneira:

“Não sou eu, porventura, livre? Não sou seu pastor? Vocês, minha congregação, são fruto do meu trabalho no Senhor. Não tenho o direito de comer e beber? Não tenho o direito de deixar de trabalhar? Os soldados não vão a guerra à sua própria custa. Os fazendeiros não plantam a vinha e não comem do seu fruto, ou apascentam um rebanho e não se alimentam do leite do rebanho. As escrituras dizem, ‘Não atarás a boca ao boi, quando pisa o trigo,’ e Deus está falando conosco – Ele é mais interessado nas pessoas do que os bois. Como o seu pastor, eu semeei coisas espirituais entre vocês, então, é meu direito de receber coisas materiais de vocês também.”

O que você pensaria que o pregador estava fazendo com esta mensagem? Pode imaginar ele  dizendo, “Porque eu tenho o direito a todas essas coisas, e porque este direito é explicado claramente nas Escrituras, e porque até o Senhor ordenou que aqueles que proclamam o evangelho devem ganhar seu sustento pelo evangelho, vocês precisam pagar. Não sejam mesquinhos comigo. Eu mereço seu apoio.”

Claro, tudo isso parecia um pouco de mau gosto, um pouco exagerado. Esta mensagem parece ser algo que você ouviria dos pregadores na televisão. Mas isso foi a aparência da mensagem de Paulo em capítulo 9:1-14. Ele reafirma, repetidamente, o mesmo ponto. Ele é livre. Ele é um apóstolo. Ele veio o Senhor Jesus pessoalmente. A Igreja em Corinto existiu por causa do seu trabalho no Senhor. Os outros apóstolos foram apoiados, conjunto com suas esposas, incluindo Pedro – então por que não Paulo e Barnabé?

Parece que Paulo estava mudando o assunto completamente neste capítulo. Ele escreveu sobre carne oferta aos ídolos, mas agora parece que ele está fazendo nada mais do que  construir uma defesa do seu chamado apostólico, e os direitos que acompanhavam este chamado.

E, de fato, capítulo 9 é muito importante em respeito do assunto da política da igreja. Nessa passagem aprendemos que os ministros da Palavra devem ser capazes de focar toda a sua atenção na sua vocação, sem a necessidade de trabalhar para se sustentarem. O exemplo de Paulo mostra que é possível pregar o evangelho enquanto trabalhando para ganhar o sustento através daquele trabalho. Mas sua mensagem faz claro que o exemplo de Paulo não precisa ser a norma.

Mas Paulo não exige o apoio dos seus ouvintes, mas vira o argumento na outra direção. Isso mostra que ele não está defendendo o seu ofício, ou seu direito ao apoio financial. Em capítulo nove, ele não muda o assunto – e em capítulo dez ele vai continuar falando sobre o mesmo assunto.  De fato, ele está fornecendo mais argumentos para apoiar o argumento de capítulo oito. Ele já forneceu dois argumentos contra os Coríntios que queriam continuar comendo carne oferta aos ídolos – que seu assim chamado “saber” não era tão impressionante quanto eles pensavam, e em segundo lugar, que eles deveriam ser prontos a colocar as vidas dos seus irmãos à frente dos seus próprios desejos.

E agora ele usa seu próprio exemplo para fortalecer o seu argumento. Ele explica, claramente, que ele tinha o direito de apoio no seu trabalho como apóstolo. Ele tinha o direito de não trabalhar na fabricação de tendas para ganhar sua vida enquanto ele vivia com os Coríntios. O Antigo Testamento falou sobre este direito, quando a lei disse, Não atarás a boca ao boi, quando pisa o trigo. Porque se isso for a verdade quanto um boi, quanto mais seria a verdade quanto um ser humano? Não é que Deus não cuida das vidas dos animais – mas a verdade é que Ele se preocupe muito mais com os seres humanos, criados à Sua imagem!

Os exemplos das outras vocações também apoiam os direitos de Paulo. O soldado não serve livremente, o agricultor desfruta os frutos do seu trabalho, e o lavrador trabalha com a expectação de compartilhar na colheita. Os sacerdotes, se os sacerdotes apontados por Deus para trabalhar no templo em Jerusalém, ou os sacerdotes dos deuses falsos que trabalhavam nos templos dos ídolos onde os Coríntios queriam comer – todos eles eram permitidos a compartilhar nas ofertas. E, como se não bastasse, recebemos o mandamento diretamente da boca do próprio Senhor Jesus. Quando Ele mandou os doze discípulos para proclamar as boas novas em Israel, Ele disse para eles, “Não vos provereis de ouro, nem de prata, nem de cobre nos vossos cintos; nem de alforje para o caminho, nem de duas túnicas, nem de sandálias, nem de bordão; porque digno é o trabalhador do seu alimento” (Mateus 10:9,10).

Mas apesar de tudo isso, Paulo não escolhia aproveitar esse privilégio. Ele nunca usava nenhum desses direitos – e eles eram direitos verdadeiros, não direitos imaginados, ou auto-proclamados, mas direitos proclamados, exigidos na Escritura, garantidos pelo Senhor Jesus.

Mas Paulo não quer que os Coríntios pensarem que ele foi simplesmente buscando o apoio deles numa maneira bem sútil. Eu, porém, não me tenho servido de nenhuma destas coisas, e não escrevo isto para que assim se faça comigo; porque melhor me fora morrer, antes que alguém me anule esta glória (v.15). Paulo não era uma versão antiga de Benny Hinn, buscando dinheiro para viver como um rei. A única preocupação de Paulo foi o evangelho, e nada mais.

E se Paulo aceitaria pagamento dos Coríntios, isso iria, nalguma maneira, prejudicar a causa do evangelho. Em Corinto, como pregador, ele teria sido visto como um dos filósofos itinerantes.  Os Coríntios não tinham uma categoria mental como “ministro,” ou “pastor,” ou “missionário.” Eles teriam pensado em Paulo como membro de uma categoria já existente – o que é este homem? Ele é filósofo, como os sofistas. Os sofistas tinham a reputação de enganar os seus patronos, as pessoas que pagavam as contas. Um outro “escola” de filósofos, os cínicos, ganhavam a sua vida como mendigos, ou, nalgumas situações, por trabalharem com suas mãos. Paulo não queria se associar com os sofistas, ele não queria ser suspeito de ser apenas mais um ladrão filosófico, ou associado com os cínicos, enxergado como mendigo louco. Então, em vez disso, ele trabalhava, fazendo tendas.

E quando Paulo trabalhou com as mãos, ele era deliberadamente ficando fora da alta sociedade de Corinto. Isso poderia ter sido por que não muitos dos Cristãos Coríntios eram ricos, membros da classe alta – porque Paulo, trabalhando como artesão, trabalhando com couro, fazendo tendas, teria atraído outros artesãos, membros da classe trabalhadora, membros da classe baixa na cidade, e não as pessoas quem pensavam em si mesmas como membros de uma classe melhor. Elas queriam crescer em status, melhorar a posição na sociedade – mas por causa do evangelho, Paulo ficava inferior em status – economicamente e socialmente.

O ponto foi isso: Paulo nunca insistia nos seus direitos como apóstolo. De fato, ele renunciou aqueles direitos por causa da mensagem que ele estava proclamando. O evangelho veio no primeiro lugar, Paulo veio no segundo. A causa de Cristo veio no primeiro lugar; os direitos do Paulo não significaram nada em comparação. E isto foi a mensagem que Paulo tentou desesperadamente comunicar aos Coríntios que pensavam que eles poderiam comer carne oferta aos ídolos. Lembrem-se o que ele já disse em capítulo 4:16 – “Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores.” E mais tarde nesta seção ele vai repetir a mesma admoestação: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo.”

A vida de Paulo era exemplo pelos Coríntios. Eles não tinham que aprender somente das Escrituras, e eles não tinham que aprender somente das palavras de Paulo, se faladas pessoalmente ou escritas numa carta. Eles poderiam aprender do exemplo pessoal de Paulo – um homem que deixou tudo por causa de Cristo, que sacrificou a vida pelo evangelho.

Então, o chamado está aqui: abandonar tudo por causa do evangelho. Mas ao mesmo tempo, Paulo sabe que até isso pode ser uma armadilha. Pode tornar causa de orgulho – Olhe a mim, e tudo que eu abandonou por causa de Cristo! Olhe a mim, um mártir! Eu sou santo, não é? Eu sou um dos homens mais humildes no mundo!

Mas Paulo diz, até como alguém que tinha deixado seus próprios direitos para trás por causa do evangelho, ele não tinha razão para se orgulhar. Ele não escolheu ser apóstolo. Não era uma questão de preferência pessoal, ou uma escolha de carreira que ele tinha feito. É especialmente óbvio no caso de Paulo, quando pensam na sua experiência no caminho a Damasco, quando o Senhor Jesus lhe chamou a abandonar a perseguição da igreja, e começar a proclamar as boas novas do reino de Deus. Mas a mesma coisa é verdade para todos nós. Não temos razão para vanglória.

Os ministros da Palavra têm um cargo especial em relação ao evangelho. Mas isso é verdadeiro, numa maneira mais geral, para todos nós na igreja. Todos nós fomos chamados, todos nós fomos separados, para servir o Senhor, em qualquer contexto em que nós somos – se como empresário, ou como aluno, ou como trabalhador, ou como mãe, ou como missionário. Como Paulo, não importa nosso papel na sociedade, na família, na escola, estamos chamados a abandonar os nossos direitos por causa do evangelho, e especialmente por causa de nossos irmãos na igreja. E, como Paulo, se nos fizermos isso, não temos razão para nos orgulhar. Porque sabemos que o amor de Deus para conosco é central – não nosso conhecimento dEle, não nosso amor para Ele, não nossa obediência a Ele. O melhor que podemos dizer, se nós fazemos isso, é: Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devíamos fazer (Lucas 17:10).

Paulo entendeu o seu dever como se fazer escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível. Em Cristo, ele era livre. Mas sua liberdade não foi liberdade para viver conforme o pensamento egoísta do mundo, onde meus direitos são os mais importantes, onde meus desejos devem ser realizados. Ele tinha a liberdade de sujeitar si mesmo – sabendo que a subjeção nesta vida serve propósito muito maior – propósito eterno, para ele, e para os seus ouvintes.

Então, para com os judeus, ele se tornou como judeu, como alguém sob o regime da lei, para ganhar judeus para Cristo. Para com os Gentios, fora da lei, ele se tornou como alguém fora da lei, para ganhar eles para Cristo. Não é que Paulo era hipócrita, como Pedro, em Gálatas 2 – Pedro comia com os gentios, mas quando chegou um grupo de judeus, “afastou-se e, por fim, veio a apartar-se, temendo os da circuncisão” (2:12). A prática de Paulo não foi algo como o comportamento de Pedro. Ele não escondeu a realidade sobre si mesmo, e ele nunca ensinava os outros a fazer coisas que ele não era disposto a fazer. Mas, por causa do evangelho, ele estava disposto a viver numa maneira flexível.

A flexibilidade de Paulo foi limitada por sua obediência a Cristo. Ele não mudou a substância da sua mensagem, conforme a sua audiência, para não ofender certos grupos ou indivíduos. Ele não comia num templo com idólatras, por exemplo, para ganhar eles para Cristo. Ele nunca diz, “Eu me tornei adultério aos adultérios.” Mas, em outras áreas da sua vida, não teológicas ou éticas, Paulo usava flexibilidade. O que ele fez foi isso: colocar as suas preferências pessoais no lado, por causa deles.

Mas em seguida ele diz algo um pouco diferente sobre os fracos. Ele não diz, Fiz-me como fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Ele não está fingindo ser fraco – ele diz, Fiz-me fraco! Agostinho disse isso: “Uma pessoa que ajuda um doente se torna, num sentido, doente si mesmo – não por fingir estar doente, mas por pensar simpaticamente como ele queria ser tratado se ele mesmo estiver doente.”

E também, ele não diz, “Para com os fortes, fiz-me forte.” E isso é vital ao seu argumento – porque as pessoas que se consideravam sábias, que se consideravam mais fortes do que os outros, elas foram o objeto do seu argumento. Paulo sabia a sua própria fraqueza. E ele sabia que, na sua fraqueza, o poder de Deus conseguiu aparecer mais e mais claramente, nele, por meio dele. Ele se identificou com o seu Salvador, que se identificou com o seu povo, por causa deles. Tudo na vida de Paulo foi dirigido a Ele. Cada decisão. Cada escolha em respeito do comportamento, não importa o contexto. Ele era pensativo, ele fez tudo deliberadamente. Ele estava completamente envolvido na luta da causa de Cristo, não apenas como trabalho a tempo parcial, mas sempre, cada momento de cada hora de cada dia. Para Paulo, isso foi o que definou a sua vida. E isso foi o que ele queria dos Coríntios. Isso é o que Deus quer de nós também, irmãos.

Então, Paulo termina esta seção do seu argumento usando uma metáfora bem-conhecida, a metáfora de competição atlética. A cada dois anos, os jogos ístmios aconteciam em Corinto, e assim os Coríntios entenderiam a comparação. Eles sabiam o tipo de treinamento que os atletas deveriam fazer para competir, e o treinamento exigido para ganhar o campeonato. Eles sabiam o tipo de auto-sacrifício exigido por esses homens, como eles deveriam desistir dos seus próprios desejos, como eles deveriam se disciplinarem, como eles deveriam sofrer tratamento difícil para ter a chance de ganhar. Foi necessária a dedicação completa, e os atletas modernos sabem isso também, vemos isso nos jogadores de futebol aqui.

E por quê? Por que lutar ao longo da sua vida, negando seus desejos pessoais, gastando todo o seu esforço? Em versículo 25, Paulo escreve sobre a recompensa dos atletas. Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível. E as coroas dos jogos Ístmios foram corruptíveis demais. Pode imaginar que os ganhadores recebiam uma coroa gloriosa, de ouro ou prata, algo como isso, algo impressionante e belo, como fruto dos seus labores.

Mas a realidade não era tão impressionante. A coroa dos atletas foi feita com talos de aipo, murchados, tecidos juntos. Um dia, ou talvez dois dias no máximo, e a experiência do herói com coroa de aipo seria completa, quando o aipo vai no caminho de todas as verduras. Em realidade, o que foi que eles receberam? Um momento no palco, um momento de glória, um chance de ser herói, e isso é tudo. Provavelmente vocês sabem histórias dos atletas aposentados – muitas vezes deprimidos, desesperados, infelizes, sabendo que os melhores dias são no passado, e não há nada mais para eles no futuro que pode comparar com a glória da vitória. É triste, na verdade.

Nós somos como aqueles atletas. Paulo não está nos encorajando a bater os nossos corpos, ou nos machucar; esses versículos foram mal interpretados para apoiar a pratica de auto-abuso dos monges na idade média. É uma metáfora. Como aqueles atletas, precisamos ser dedicados. Precisamos de foco determinado, da determinação absoluta que é maior do que cada outro desejo na nossa vida. Estamos correndo numa corrida. Aquela corrida tem objetivo claro. Para chegar ao objetivo, para ganhar a corrida, precisamos treinar – não somente por um período breve, mas ao longo da nossa vida. Porque a corrida é contínua. O treinamento é contínuo. A disciplina, o auto-sacrifício, não termina até nossa respiração termina.

Mas a corrida de vida é muito mais importante do que qualquer competição atlética, não importa o nível de glória mundana que um atleta pode receber nessa vida. Porque não estamos trabalhando para ganhar uma grinalda feita com aipo murchado. Nossa meta e receber uma grinalda imperecível, uma coroa imarcescível, que nunca vai desparecer. Isso é a vida do Cristão. No contexto dos Coríntios, isso significou que eles não poderiam simplesmente continuar nos seus caminhos antigos, com suas metas antigas, com seu sistema de valores antigo. Isso seria como desferindo golpes no ar, e nada mais.

Eles não poderiam ser irresolutos na sua dedicação, irresolutos na sua devoção, irresolutos na sua auto-disciplina, irresolutos no seu foco – porque um atleta que competa irresolutamente, que não treina, que come muito pizza e hambúrguers, que bebe cerveja cada dia, nunca vai cumprir a corrida. E um Cristão que não quer se dar completamente por causa do evangelho não vai receber a coroa incorruptível de glória, a glória de viver em eternidade na presença amorosa do Senhor Jesus Cristo, junto com o Seu povo.

Porque a nossa corrida não é somente uma corrida individual, eu contra o mundo. Nós corremos nessa corrida juntos. E um aspeto importante dessa corrida é que precisamos trabalhar juntos para que os outros corredores possam cruzar a linha de chegada conosco. Se você verdadeiramente amar seus irmãos, vai quer nada mais do que eles receberem a coroa juntos com você. Esse é o tipo de amor mostrada por Jesus. Ele já tinha a coroa, mais Ele deixou essa coroa no lado, para que o seu povo pudesse receber sua própria coroa. Não ganhamos essa coroa – Ele nos dá. Mas quando Ele nos dá a coroa, Ele também nos dá a habilidade, e o desejo, de deixar para trás cada desejo egoísta, de deixar para trás nosso desejo para glória e prestígio nessa vida, para sucesso mundano, para que nós possamos viver numa maneira em que nós possamos ajudar os nossos irmãos a cruzar a linha de chegada eles mesmos.

Se você não for treinando como deve, se você não for se disciplinando, o que é incrível sobre esta corrida é que você pode estar correndo mal, ficando para trás, mas você pode alcançar rapidamente. Mais não podemos adiar correr, porque não sabemos quando a corrida vai acabar para nós. Correr nessa corrida não será algo que você vai querer adiar se o Espírito Santo está trabalhando dentro de você.

Todos nós precisamos começar com arrependimento. Precisamos arrepender-nos por nossa falta de disciplina, nossa falta de foco, nossa falta de determinação dedicada a Deus e o evangelho de Jesus Cristo. E tendo arrependido, precisamos voltar à academia, recomeçar o nosso treinamento, e treinar com força, com o objetivo final na nossa mente. E por fim, vai valer a pena. Porque as bênçãos que vamos compartilhar, em Cristo, fazem cada sacrifício que precisamos fazer uma pequena coisa em comparação com a obra de Cristo, e com a grande recompensa que iremos receber – o dom maior, imerecido, dado livremente, em amor, através de Cristo.

Amém.

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** Este sermão foi originalmente escrito para uso do pastor e não passou por correção ortográfica ou gramatical.

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Pr. Jim Witteveen

Pastor missionário das igrejas reformadas do Brasil e diretor do Instituo João Calvino.