Sermão preparado pelo pastor Jim Witteveen
Leitura: 1 Coríntios 02:01-03:04
Texto: 1 Coríntios 02:01-03:04

Amada congregação de nosso Senhor Jesus Cristo,

Esta noite, a mensagem que vocês vão ouvir é uma mensagem de sabedoria verdadeira. O máximo em sabedoria. A mensagem mais sábia que você já ouviu.

Quando você ouve uma introdução como essa, pode questionar a humildade do pregador. Como pode esse ministro ficar de pé em frente de nós, e declarar que a mensagem que ele está proclamando é uma mensagem de sabedoria perfeita?

Mas é verdade. E é verdade não por causa do homem proclamando a mensagem agora. Hoje, em todo o mundo, homens estão proclamando a mesma mensagem. Homens fracos. Homens falíveis. Homens que erram, homens que pecam. Homens que não sempre vivem em acordo com a mensagem que estão proclamando. Homens que falham cada dia. Os homens proclamando esta mensagem não são necessariamente os mais inteligentes, os mais educados. Eles poderiam ter lutado para se formar do seminário, para aprender grego e hebraico, teologia sistemática, hermenêutica. Eles podem ser palestrantes pobres. Eles podem tropeçar nas certas palavras. Eles podem ter dificuldades expressando os conceitos grandes que eles querem comunicar aos ouvintes. Eles podem faltar confiança. Eles podem estar assustados pela ideia de falar aos outros em público, especialmente sobre assuntos tão sérios, as coisas de Deus, assuntos com consequências eternas.

Mas até mesmo, alguém que proclama a mensagem do evangelho fielmente pode ficar diante da congregação e proclamar que ele está compartilhando sabedoria – a sabedoria de Deus segreda e escondida – sabedoria que é completamente distinta da sabedoria de qualquer outra fonte. Porque esta sabedoria é a mesma sabedoria sobre que o apóstolo Paulo está falando no nosso texto – é a sabedoria de Deus, fundada na palavra perfeita de Deus.

Paulo já escreveu na introdução a essa carta que, enquanto os judeus querem manifestações, e os gregos querem sabedoria, Paulo e os seus companheiros pregavam Cristo crucificado, uma pedra de tropeço aos judeus, e loucura para os gentios. Os Coríntios pensavam em si mesmos como procuradores de sabedoria. Os arrivistas sociais de Corinto admiravam a habilidade retórica dos filósofos sofistas, que poderiam manipular as massas com grande carisma e talento em discurso público.

E eles tinham levado esta paixão por essas exibições mundanas de sabedoria com eles, na igreja. Então, algumas pessoas declararam lealdade a Apolo, o sucessor de Paulo, enquanto outros declararam lealdade a Paulo, e aos outros. A paixão dos Coríntios por sabedoria, e exibições crassas de sabedoria mundana, levou ao crescimento de divisões dentro da igreja. Mas agora, tendo encorajado aos Coríntios a viver na unidade de Cristo, Paulo continua explicando a natureza de sabedoria verdadeira – a sabedoria segreda e escondida de Deus.

Então, vamos considerar quatro pontos sobre essa sabedoria:

  1. O conteúdo dessa sabedoria.
  2. A fonte dessa sabedoria.
  3. Os recipientes dessa sabedoria.
  4. A aplicação dessa sabedoria.
  1. O conteúdo dessa sabedoria

No primeiro lugar, o conteúdo dessa sabedoria não é igual ao conteúdo da sabedoria dessa época, ou dos príncipes dessa época.  A sabedoria que proclamamos é “a sabedoria de Deus em mistério, outrora oculta, a qual Deus preordenou desde a eternidade para a nossa glória.” Essa sabedoria não vem necessariamente num pacote atraente. Pode faltar estilo.  Mas tem substância. Tem conteúdo verdadeiro, significativo – a verdade. É, como Paulo já escreveu, a palavra da cruz, a mensagem de Cristo crucificado. Esta sabedoria derruba todos os pressupostos. Vira o mundo de cabeça para baixo. Proclama Jesus Cristo como Senhor – como Paulo diz seis vezes em dez versículos em capítulo um, que mostra a centralidade da Senhoria de Jesus à sabedoria de Deus.

É a mensagem do crucificado – ele que sofreu a morte vergonhosa nas mãos dos governantes daquela época, ele que é, contrário a cada expectação humana, cada noção humana, o Senhor de tudo, o mestre de tudo, o rei de tudo. Os governantes daquela época, quem pareciam ganhar a vitoria, foram condenados a desaparecer. Mas o crucificado é, Ele permanece, e Ele será para sempre, “O Senhor de glória.”

E a mensagem é que tudo que aconteceu ao Salvador tinha sido decreto antes dos séculos por Deus, para nossa glória. Antes da fundação do mundo, o Filho era amado pelo Pai (João 17:24).  Ele era “conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de nós” (1 Pedro 1:20). Ele nos escolheu antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele (Efésios 1:4).

A sabedoria proclamada pela Igreja é a sabedoria oculta, misteriosa, de Deus. É a mensagem do plano de salvação, reconciliação, de renovação, completamente realizado, completamente revelado, no Senhor Jesus Cristo. E quando Paulo diz que essa sabedoria é “oculta” e “em mistério,” ele não está dizendo que essa sabedoria tem permanecida oculta – mas que a verdade que era desconhecida agora tem sido revelada.

Esta sabedoria revela o plano de Deus de redimir o Seu povo, como esta redenção foi realizada, como esta redenção pode ser obtida, e o que esta redenção significa. É uma mensagem gloriosa, e uma mensagem bem antiga – a mensagem de Isaías em Isaías 64:4 – “Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera.” Deus preparou algo maravilhoso para o povo dEle – e o que Deus já preparou é além do alcance de nossos sentidos. Não é algo que os seres humanos inventaram, ou uma conclusão dos homens baseada em experiência, ou nos pensamentos pessoais. É algo que a imaginação nunca poderia ter inventado sozinho. É uma mensagem gloriosa, além da imaginação. Essa sabedoria é a mensagem de Deus aos homens, não tentado dos homens de ganhar a compreensão dentro dele.

  1. A fonte dessa sabedoria

A fonte dessa sabedoria é Deus mesmo. Por isso essa sabedoria é a sabedoria verdadeira. Por isso essa sabedoria existe num nível completamente diferente de qualquer sabedoria humana. Por isso um pregador fiel, um pregador que prega a mensagem baseada na revelação de Deus, e não nas suas opiniões pessoais, ou no seu próprio intelecto, pode dizer, com Paulo, que ele está expondo sabedoria, a única verdadeira sabedoria. Porque isso é a sabedoria de Deus.

Isso é sabedoria que vem de cima para baixo, não de baixo para cima. Nós não encontramos o significado da vida. Não descobrimos o caminho de realização, ou o caminho à glória, ou o caminho da salvação. Não procuramos dentro de nós mesmos para encontrar a verdade. Não confiamos na vista dos olhos, ou no que nós ouvimos, ou no que nosso coração concebe, para decidir o que é verdadeiramente sábio e o que é insensato. A sabedoria é revelada a nós. Deus é o doador, e nós somos os recebedores.

A sabedoria vem de Deus, e a sabedoria está comunicada por Deus. Mas precisamos nos tornar como o outro num relacionamento para que nós possamos entender o outro. Então, como podemos conhecer a Deus, quando nós somos criaturas pequenas e pecaminosas, e Deus é Deus? Em Isaías 55:8,9, Deus declara:

“Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos… porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos.”

Somos criaturas, criaturas caídas. Somos, por natureza, limitadas em nosso conhecimento, em nosso entendimento, simplesmente porque somos seres criadas. Então, para conhecer a Deus, visto que podemos somente conhecer um outro que é como nós, precisamos da obra de Deus dentro de nós, para facilitar este conhecimento.

No mundo criado, vemos o mesmo princípio. Um ser humano apenas pode ter um relacionamento íntimo, apenas pode comunicar, pode conhecer e ser conhecido, por um outro ser humano. Até o melhor amigo do homem, o cachorro, não pode conhecer um ser humano na verdade. E o oposto é verdade também. E Paulo nos diz que o que nós enxergamos e experimentamos no mundo criado, onde apenas criaturas que são semelhantes podem realmente conhecer uma às outras, onde criaturas diferentes não podem experimentar este relacionamento por causas das suas diferenças, é até mais verdadeiro no relacionamento entre Deus e o ser humano – por causa da infinidade da diferença entre Deus e nós.

Ninguém, Paulo diz em versículo 11, compreende os pensamentos de Deus senão o Espírito de Deus. Então, precisamos do Espírito de Deus dentro de nós para receber, entender, e aceitar a sabedoria de Deus. Deus não é escondido de nós. Ele se revela por meio do Seu Espírito, e aquela revelação é absolutamente essencial para conhecer a Deus, e para receber o Seu sabedoria.

  1. Os recipientes dessa sabedoria

Então, para que os recipientes podem entender e aceitar o evangelho, a mensagem da sabedoria de Deus, o Espírito de Deus deve ser presente, abrindo os corações dos que ouvirem a mensagem. Existem pessoas naturais, e pessoas espirituais. O homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus. O homem natural ouve a mensagem da cruz, a proclamação da Senhoria de Jesus Cristo, e declara que esta mensagem é nada mais que uma loucura. Ele ouve a mensagem, não entende, e portanto ele rejeita a mensagem completamente.

Pessoas que rejeitam o evangelho têm suas próprias razões para rejeitá-lo – suas desculpas. Elas vêem algo que parece ser sabedoria em outros lugares. Elas acham que o conceito de salvação em Jesus Cristo, dada por Deus na Sua graça, é ridículo. Elas não entendam como outras pessoas podem acreditar os mitos anciões, produtos de um povo antigo, primitivo, supersticioso. Elas acreditam que a fé Cristã é simplesmente mais uma religião entre muitas, mais uma tentativa fútil dos seres humanos de entender um mundo que pode ser explicado em maneiras melhores.

E elas julgam aqueles que aceitam a mensagem do evangelho, como Paulo diz em versículo 15. “Porém o homem espiritual,” ele diz, significando pessoas em quem o Espírito está operando, para que elas aceitarem a mensagem do evangelho, “julga todas as coisas.” O homem espiritual pode analisar a realidade, e ver ela como realmente é, por meio da obra do Espírito dentro dele. Mas Paulo acrescenta que esta pessoa não é julgada por ninguém.

Isso é o que acontece: o homem natural, o homem que não recebe entendimento pelo Espírito, julga o homem espiritual. Ele diz que este homem é tolo. Infantil. Supersticioso. Fraco. Crédulo. Ele pensa que ele pode ver coisas que o homem espiritual não pode ver. Ele zomba a moralidade do homem espiritual. Ele zomba a crença do homem espiritual que todos os seres humanos são criados à imagem de Deus, e dignos da proteção da lei; que a sexualidade é um dom de Deus, para usar dentro dos limites estabelecidos por Deus; que realmente existe uma diferença entre o certo e o errado; que o pecado, e o diabo e o inferno são realidades; e que há na verdade a necessidade de um Salvador.

Mas Paulo diz que este homem espiritual não é julgado por ninguém. As palavras do homem natural sobre o homen espiritual não significam nada. E isto simplesmente confirma o que o Senhor Jesus disse em Mateus 5:11,12, no sermão do monte: “Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós.”

E mais uma vez Paulo cita as Escrituras para provar o seu ponto, citando Isaías 40:13: Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? O homem espiritual entende a verdade. O homem natural se coloca na posição de Deus, questionando a sabedoria de Deus, questionando a bondade de Deus, negando a existência de Deus. E isso é natural – aparte da obra regeneradora do Espírito Santo.

E aqui devemos ter cuidado, como pessoas que, como Paulo diz, “tem a mente de Cristo.” Aqui precisamos ser lembrados que a sabedoria que nós já recebemos, o conhecimento que temos recebido, a percepção que temos, não é resultado de nossa superioridade intrínseco. Não somos privilegiados por causa da nossa própria maturidade, nós nos tornamos “maduros” porque Deus nos fez privilegiados. Nós aceitamos a sabedoria de Deus, não por causa da nossa própria sabedoria, mas porque o Espírito Santo fez o trabalho para nos dar a percepção na sabedoria de Deus.

Aparte da resgate de Deus, salvando-nos da nossa própria loucura, seriamos lá, no mesmo lugar, como crianças desobedientes rebelando contra seu pai, cerrando os nossos ouvidos com as nossas mãos, dizendo, “Eu não posso ouvir-te!” Isso é uma figura de descrença em ação. Deliberadamente escolher a verdadeira loucura em vez da verdadeira sabedoria, deliberadamente cerrando os olhos e ouvidos à verdade. Isso é o que nós somos, por natureza. Mas nós não somos homens naturais, não mais. Deus nós fez homens espirituais. Temos a mente de Cristo – porque ela tem sido dada a nós. Reconhecemos a verdadeira sabedoria como sabedoria, porque Deus abriu nossos ouvidos e nossos olhos, em Cristo, por meio do Espírito. Por isso, sabemos nós mesmos como “espirituais,” e não como “naturais.” Porque a obra sobrenatural do Espírito nos mudou! Somos vivos, graças a Deus!

  1. A aplicação dessa sabedoria

Todo isso abordou o problema maior dos Coríntios – seu vínculo com a sabedoria do mundo, a falta de mudança mostrada nas suas vidas desde a sua conversão. Porque eles continuaram sendo atraídos às formas de sabedoria ofertas pelo mundo, eles estavam se separando. Eles prometeram lealdade a homens, se Paulo ou se Apolo, quando sua lealdade deveria ser somente a Cristo.

Por isso, a admoestação de Paulo no início deste capítulo foi difícil de aceitar. Estas pessoas pensaram em si mesmos como sábias – especialmente elas que tinham influência, que estavam causando problemas e divisão dentro do corpo de Cristo. Mas o orgulho destes novos crentes foi baseado no entendimento errado a respeito de si mesmos. Eles pensavam que eles eram maduros, mas Paulo fala a eles como “bebês em Cristo,” como “carnais.” Que humilhação!

Veja que Paulo não lhes refere como “homens naturais.” Ele não usa a mesma frase que ele usou para descrever os descrentes em capítulo 2:14. Não existiu uma classe “espiritual” de Cristãos e uma outra classe que não tem o Espírito. Todos os crentes têm o Espírito – eles são crentes, e sem a operação do Espírito, isso seria impossível. O seu problema foi essa: eles não viviam como homens espirituais. Eles foram vivendo, pensando, como descrentes. O mundo, e a suposta sabedoria do mundo, ainda tinha influência demais nas suas vidas. Seu estilo de vida tinha que mudar; tinha que concordar com a sua confissão.

Pode entender por que isso acontece. Porque a sabedoria de Deus é absolutamente, totalmente, completamente contra a sabedoria do mundo. Quando Cristãos pensam erradamente que eles são maduros, enquanto as suas vidas fornecem evidência que eles são, na verdade, bebês, eles podem ser os que aparecem nos olhos do mundo a ser os sábios e compreensivos. É isso que Jesus mesmo disse em Mateus 11:25-27:

“Por aquele tempo, exclamou Jesus: Graças te dou, ó Pai, Senhor de céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.”

A menos que desistamos de sermos sábios e compreensivos, conforme a definição do mundo destes termos, a menos que nos tornamos como crianças pequenas, como o mundo nos vê, nunca vamos nos tornar verdadeiramente maduros. E o nosso estilo de vida vai esclarecer isso. Se vivemos como os Coríntios, se somos sábios nos nossos próprios olhos, somos bebês – e nossas vidas vão mostrar isso. Onde existe ciúme e contenda, onde união em Cristo falta, onde individualismo e independência são prezados, e a vida da aliança é minimizada, existe evidência de infância espiritual.

Precisamos crescer. Precisamos enxergar a mensagem da cruz, a mensagem simples, a mensagem clara de Cristo, e ele crucificado, como comida sólida – comida para os maduros. Pode ouvir a proclamação do evangelho e achar que é deficiente – falta algo. Mas como um comentador disse, se isso for sua forma de pensar, não precisa uma mudança na dieta, mas uma mudança em perspectiva. Igual que apenas o maduro reconhece que a loucura do evangelho é a sabedoria mais alta, também somente o maduro reconhece que este leite é comida sólida.

Irmãos, a mensagem de Paulo no nosso texto é humilhante. Deve nos levar a nos humilhar – a reconhecer a nossa posição, como gente que precisa do leite do evangelho para nos sustentar e para nos fazer crescer. Deve nos levar a examinar nós mesmos, para verificar que não estamos pensando em nós mesmos mais altamente que devemos – que não estamos usando critério do mundo para julgar a sabedoria, julgando a mensagem que ouvimos nos termos do mundo, em vez de nos termos de Deus.

Se ficamos orgulhosos, nosso orgulho vai nos desviar – e isso vai ficar claro em nossas vidas. Mas quando estamos humildes, quando nos tornamos como crianças, abandonando a sabedoria do mundo, a sabedoria falsa e o entendimento falso que caracteriza o pensamento descrente, temos algo que os líderes deste século podem não entender. Nós temos, preparadas por nós como um dom precioso, as coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, as coisas que Deus preparou para os que o amam.

Somente o Espírito pode providenciar tudo isso para nós. Somente a Sua obra em nossa vida pode nos fazer humildes. Vamos ser realmente sábios, realmente maduros, somente quando o Espírito revela as coisas de Deus a nós. Podemos reconhecer a sabedoria que acabamos de receber apenas pela graça de Deus. Apenas pelo poder de Deus podemos aceitar esta sabedoria como sabedoria mesmo. Apenas pelo poder de Deus podemos aplicar esta sabedoria a nossas vidas. Que o Espírito use esta mensagem para nos humilhar. Que Ele nos leve a desejar o crescimento em maturidade. E que esta maturidade seja demonstrada em nossa vida, enquanto vivemos do fundamento da mente de Cristo, em união, uns com os outros, e em amor – o amor de Deus.

Amém.

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** Este sermão foi originalmente escrito para uso do pastor e não passou por correção ortográfica ou gramatical.

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Pr. Jim Witteveen

Pastor missionário das igrejas reformadas do Brasil e diretor do Instituo João Calvino.